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A proposta deve ser apresentada ao Congresso Nacional até o final desta semana

Antecipado pelo mercado, o novo pacote de corte de gastos do governo Lula deve enfim sair do forno nesta terça-feira (5). Segundo o Ministério da Fazenda, a proposta deve ser entregue a outras pastas ainda hoje e apresentada ao Congresso Nacional até o final da semana.
O anúncio ocorreu ontem após uma reunião entre o titular da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente Lula e outros ministros, incluindo os responsáveis pelas pastas que devem ser os principais alvos do corte: Camilo Santana, da Educação, Nísia Trindade, da Saúde, e Luiz Marinho, do Trabalho.
De acordo com a nota divulgada após o encontro, a reunião serviu para que o quadro fiscal do País fosse "apresentado e compreendido". A Fazenda informou ainda que hoje "outros ministérios serão chamados pela Casa Civil para que também possam opinar e contribuir no âmbito das mesmas informações".
Vale relembrar que, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Haddad cancelou a viagem à Europa prevista para esta semana. Oficialmente, a pasta informou que o ministro permanecerá em Brasília, “dedicado a temas domésticos”.
A expectativa de algum tipo de anúncio nos próximos dias, como prometido por Haddad, teve efeito no mercado. Depois da forte alta registrada nos últimos dias - com a cotação chegando a R$ 5,86 -, o dólar fechou em baixa de 1,47% ontem, negociado a R$ 5,78.
Já o Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores, avançou 1,87%, aos 130,5 mil pontos. Além da questão fiscal, o mercado também acompanha os desdobramentos das eleições presidenciais nos EUA.
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Nesta terça-feira, o Ibovespa operava em leve queda de 0,2% por volta das 11h30, enquanto o dólar subiu 0,23%, cotado em R$ 5,796, no mesmo horário.
Para o economista-chefe da Equador Investimentos, Eduardo Velho, se o governo não promover "um corte robusto" de gastos públicos, entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, além de adotar cláusulas de ajuste nas despesas obrigatórias, o dólar à vista poderá retomar a trajetória de forte alta.
"Será preciso avaliar as medidas fiscais para saber se a recuperação do real não será apenas pontual", disse ele. "As atenções do mercado se voltam para o valor exato dos cortes que serão anunciados pelo governo", concorda Inácio Alves, analista da Melver.
*Com informações da Agência Brasil e Estadão Conteúdo
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