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A expectativa é de que em março os primeiros investidores sejam reembolsados, mas data definitiva será anunciada apenas em dezembro
Uma das maiores fraudes financeiras da história está prestes a alcançar seus capítulos finais. A FTX, corretora de criptomoedas falida, revelou que pretende reembolsar seus credores até março de 2025. Em comunicado, a empresa destacou que está concluindo os últimos pré-requisitos do acordo de renegociação.
Após dois anos de recuperação de fundos e diversos acordos, o montante de US$ 16 bilhões será reembolsado. O plano aprovado garantirá que a grande maioria dos clientes receba pelo menos 118% do valor, em dólares americanos, que tinham em suas contas em novembro de 2022.
A perspectiva é de que os valores sejam restituídos em março de 2025. Porém, a data oficial será divulgada apenas no final de dezembro.
Por enquanto os credores devem estar preparados porque, já no início do próximo mês, os acordos devem ser finalizados e as contas dos clientes cadastradas e aprovadas para o recebimento dos montantes.
Como toda trajetória da empresa, este último capítulo envolveu polêmica. Este mês, Gary Wang, co-fundador da FTX, escapou de uma condenação à cadeia após cooperar de maneira ‘exemplar’ com a promotoria do caso.
Esse trabalho resultou na recuperação de parte dos investimentos das vítimas e na condenação de Sam Bankman-Fried, fundador da FTX e arquiteto do esquema de fraude que faliu a empresa, a 25 anos de prisão. Uma das maiores sentenças para crimes do tipo nos últimos anos nos Estados Unidos.
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O esquema de fraude desviou mais de US$ 11 bilhões de fundos pertencentes a clientes, investidores e credores. E segundo a própria promotoria, a colaboração de Wang ajudou a decifrar metade do caso.
Fundada em maio de 2022 por Sam Bankman-Fried e Gary Wang, a FTX se tornou uma das maiores corretoras de criptomoedas no mercado. Competindo com grandes nomes como Coinbase, Binance e Kraken.
No começo de 2022, ela e suas operações nos Estados Unidos foram avaliadas em cerca de US$ 40 bilhões. Já Bankman-Fried possuiria uma fortuna de US$ 26 bilhões, segundo a Forbes. A personalidade do fundador não era convencional, mas cativante. No auge de sua carreira, ele frequentava círculos de alto nível, chegando a dividir o palco com figuras como Bill Clinton e Tony Blair.
Em novembro de 2022, a sorte da FTX mudou drasticamente após revelações feitas pela CoinDesk de que a empresa utilizava fundos de clientes em operações alavancadas na Alameda Research, segmento de alto risco liderado pelo próprio Sam Bankman-Fried.
Isso desencadeou questionamentos sobre as contas da corretora resultando em uma corrida de saques e na falência da FTX e da Alameda. O colapso expôs um déficit de US$ 8,9 bilhões e levou à revelação de que Bankman-Fried desviava fundos para sustentar a Alameda Research e financiar seu estilo de vida luxuoso, com testemunhos de antigos aliados, como Gary Wang, corroborando as acusações.
Quem também sofreu com essa história foi o FTT, token da própria FTX, que a empresa utilizava como garantia para grandes empréstimos. Após rumores de que a Binance, maior exchange do planeta em volume negociado, iria comprar as operações da FTX, o FTT despencou mais de 55% em único dia. O que piorou ainda mais a liquidez da empresa.
A situação só começou a se estabilizar parcialmente após a declaração de falência da empresa e as investigações subsequentes. Atualmente, o FTT acumula uma valorização de 40% nos últimos 30 dias, de acordo com o CoinMarketCap, embora permaneça muito aquém dos níveis registrados em sua época de ouro.
O "efeito FTX" ainda pode causar um impacto significativo no setor de criptomoedas. O influxo de US$ 16 bilhões previsto para março do próximo ano — caso os investidores não optem por direcionar esses recursos para outros segmentos — tem o potencial de gerar uma pressão compradora na rede.
De um modo ou de outro, a novela ainda não terminou.
*Com informações do Decrypt e The Guardian
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