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Semana dos mercados financeiros começa calma, mas ficará mais agitada à medida que a agenda avançar nos próximos dias
A semana começa tranquila nos mercados financeiros internacionais. E o fato de eu ter escrito essa frase com todas as letras talvez provoque algum choque na equipe do Seu Dinheiro.
Quando o dia parece calmo e os mais jovens da equipe ameaçam verbalizar isso, costumo ser o primeiro a intervir: “Pensa, mas não fala em voz alta”.
Afirmar que um dia de trabalho está calmo tem o potencial de desencadear um cenário caótico. É uma das minhas poucas superstições. Talvez a única.
Mas a exceção parece válida. É impossível comparar o noticiário desta segunda-feira com o caos do início da semana passada, com a bolsa de Tóquio tombando mais de 12% e desencadeando ondas de choque e volatilidade ao redor do mundo.
Hoje, as bolsas de valores da Ásia fecharam quase todas em alta. Na Europa, os mercados de ações estendem os ganhos de sexta-feira apesar da agenda vazia. Em Wall Street, os índices futuros de Nova York oscilam perto da estabilidade, mas com viés positivo.
Por sua vez, o Ibovespa vem de sua melhor semana em 2024. Depois de quatro altas seguidas, o índice acumulou avanço de 3,78% e retomou a marca dos 130 mil pontos.
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Essa é a situação de momento, mas é improvável que essa calmaria dure muito. Isso porque a agenda dos próximos dias promete.
No cenário internacional, a maior expectativa é com a inflação ao consumidor norte-americano em julho. Os investidores tentam antecipar a extensão de um possível corte de juros pelo Federal Reserve em sua reunião de política monetária em setembro.
Por aqui, os participantes do mercado repercutirão a reta final da temporada de balanços. Dezenas de empresas listadas na bolsa divulgarão seus resultados entre hoje e quinta-feira.
Indicadores como o IBC-Br e o fim do recesso parlamentar em Brasília também movimentarão o noticiário local nos próximos dias.
ENTREVISTA EXCLUSIVA
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O QUE VEM POR AÍ
Semana selvagem na bolsa: após o surto de turbulência, para onde o investidor vai olhar agora? Índices caindo mais de 12%, dólar renovando máximas e yields (rendimentos) dos títulos mais seguros do mundo nas mínimas — após a montanha-russa da semana passada, saiba o que esperar.
A APOSTA DA INVISTO
As casas estão ficando velhas nos EUA — e essa pode ser uma oportunidade de investimento com retorno de até 18% ao ano em dólar. Por meio de dados sobre a idade do estoque imobiliário norte-americano, a Invisto identificou um nicho na compra e demolição de imóveis antigos.
EMPREENDEDORISMO
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WHO RUN THE WORLD?
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Uma boa segunda-feira e uma excelente semana para você!
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