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Relatório mensal sobre o mercado de trabalho norte-americano será decisivo para antecipar o próximo passo do Fed
Seu celular provavelmente está por perto. Talvez você até esteja com ele em mãos. Então primeiro confira a hora, só para garantir. Em seguida, ajuste seu alarme para as 9h30. É hoje, nesse horário, que a Agência de Estatísticas de Trabalho dos Estados Unidos divulga o payroll de julho.
O indicador ganhou ainda mais relevância diante da iminência de um novo ciclo de corte de juros nos EUA. O payroll vem à tona em um momento no qual crescem os temores de que a desaceleração da economia norte-americana seja a antessala de uma recessão.
O consenso entre os analistas de mercado é de abertura de 165 mil postos de trabalho em julho. Se vier próximo das projeções, o payroll aumentará a possibilidade de o Fed começar a cortar os juros mais devagar na decisão prevista para 18 de setembro.
Já um resultado muito inferior e um eventual aumento da taxa de desemprego podem forçar o banco central norte-americano a entrar de sola no alívio monetário — depois de ter “esperado para ver” demais, segundo parte do mercado.
Enquanto seu alarme não toca, o ambiente entre os investidores é de aversão ao risco. Wall Street amanheceu no vermelho e ameaça jogar água no chope do Ibovespa, que ontem subiu 0,29% e permaneceu próximo de suas máximas históricas.
Para o colunista Ruy Hungria, apesar dos riscos internos e externos no horizonte, ainda há espaço para novas farras na bolsa brasileira — mas sem esquecer que depois da festa vem a ressaca.
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