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CÂMBIO NAS ALTURAS

Sem chance de virada para o real? Os três fatores que devem manter o dólar em alta até o fim de 2024, segundo o mercado 

Para participantes do mercado, a pressão tende a elevar as projeções de câmbio para o fim de 2024 — ainda que possa haver um alívio em relação aos níveis atuais

Estadão Conteúdo
20 de outubro de 2024
12:47 - atualizado às 10:36
Dólar forte contra o real.
Dólar forte contra o real. - Imagem: iStock

Desde a virada de setembro, o dólar acumula alta de 4% frente ao real e, na visão do mercado, a pressão tende a elevar as projeções de câmbio para o fim de 2024 — ainda que possa haver um alívio em relação aos patamares atuais, em torno de R$ 5,65. 

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Na ponta do lápis, entram três fatores principais: os juros nos Estados Unidos, as eleições norte-americanas e a situação fiscal no Brasil.

Do lado dos juros, a pressão vem do fato de que dirigentes do Federal Reserve (Fed) descartaram novo corte de 0,50 ponto porcentual na próxima reunião de política monetária nos EUA.

Além disso, a maior probabilidade de que o republicano Donald Trump, se eleito presidente dos Estados Unidos, adote uma política econômica mais protecionista é outro fator de pressão ao câmbio.

No cenário doméstico, a deterioração no sentimento com a política fiscal brasileira também pesa contra o real.

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O contraponto seria a possibilidade de preços mais elevados das commodities, mas mesmo essa situação é permeada por incertezas envolvendo a China e os conflitos no Oriente Médio. 

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Apesar de a China ter anunciado um novo pacote de estímulos, o governo segue sem dar grandes detalhes, o que vem frustrando investidores.

As apostas para o dólar

Nesta semana, a Western Asset já elevou a estimativa de câmbio para o fim deste ano: de R$ 5,40 com perspectiva de alta para R$ 5,50, mantendo o viés. 

A mudança considera a piora da expectativa com o juro dos Estados Unidos, de corte mais lento e com incerteza sobre a taxa terminal de juros a que o Fed vai chegar, levando em conta também a possibilidade de eleição de Trump, segundo o economista-chefe Adauto Lima.

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O contrato à vista já aponta para a perda de apetite do real recentemente, visto que o dólar saiu da casa de R$ 5,40 no fim de setembro para R$ 5,67 na última quinta-feira (17).

O primeiro ponto de atenção foi no mês passado, quando o presidente do Fed, Jerome Powell, apontou que o cenário-base do banco central é de mais dois cortes de 25 pontos-base neste ano

Com falas de outros dirigentes do Fed reforçando essa postura, o mercado parou de apostar em outro corte de 0,50 ponto porcentual na próxima reunião do BC americano, o que mina a atratividade de moedas emergentes — mesmo com o Brasil ainda no início do ciclo de aperto monetário.

"Com Fed mais ‘data dependent’ e situação não tão acomodatícia, acaba entrando um risco de cauda de que possa até não ter corte na próxima reunião, caracterizando um ciclo intermitente de flexibilização nos juros. E, se for isso mesmo, não tem jeito: aí é dólar mais forte", disse o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, ao Broadcast.

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A Ativa trabalha com projeção de dólar a R$ 5,30 para o fim de 2024, mas viés de alta por causa do Fed e devido à deterioração do cenário fiscal, que entrou mais forte no preço na última semana, segundo Sanchez.

O peso do fiscal brasileiro

O mal-estar com o cenário fiscal aumentou e teve como gatilho a notícia de que o Ministério da Fazenda estaria trabalhando na criação de imposto mínimo para milionários, como contrapartida para aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para R$ 5 mil mensais, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Mesmo após o ministro Fernando Haddad dizer que a medida só deve ficar para 2025 e que o foco, agora, são ações para conter as despesas, o azedume permaneceu no mercado. 

Tanto que o real teve, de longe, a pior performance ante as principais divisas emergentes e de exportadores de commodities na semana passada, acumulando desvalorização de 2,92%.

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"De agora até o fim do ano, acho que tem probabilidade maior de revisões para cima no câmbio. Por mais que vejamos esforço grande do ministro Haddad em entregar metas, a não ser que o governo mude de forma mais contundente a comunicação, não acho que teremos muito alívio e o ambiente deve ficar muito ruidoso", disse a economista-chefe da Armor Capital, Andrea Damico.

Damico destaca que, do ponto de vista sazonal, há uma saída maior de recursos principalmente nos meses de novembro e dezembro por causa da remessa de dividendos mais forte e pagamento de juros pelas empresas. 

Ela lembra que os sites de apostas online (bets) e as criptomoedas vêm pressionando a conta financeira desde o início do ano. "Mas isso já era esperado, a novidade foi ruído adicional fiscal", afirmou.

A Armor Capital trabalha com projeção de R$ 5,50 para o dólar ao fim de 2024, também com viés de alta.

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Briga pela Casa Branca impulsiona o dólar

Mas a cereja do bolo para o cenário adverso no câmbio veio na terça-feira (15), quando Donald Trump reafirmou a defesa de um aumento das tarifas de importação, caso seja eleito — e parte das pesquisas vem apontando maior probabilidade deste cenário. 

Essa possibilidade deteriorou ainda mais o apetite de moedas emergentes pelo temor de uma nova guerra comercial.

Para Damico, da Armor Capital, o cenário de Trump mais agressivo e com maioria tanto na Câmara quanto no Senado dos EUA poderia implicar em viés de alta mais intenso para o câmbio, pois o dólar se fortaleceria globalmente.

"Uma eleição de Trump pode afetar a percepção de risco para moedas emergentes, então nesse balanço de risco acreditamos que o real deve se depreciar mais do que o esperado anteriormente", complementou Lima, da Western Asset.

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