O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No caso da Cyrela, a companhia registrou lucro líquido de R$ 412 milhões, alta de 47% na comparação com o mesmo perído do ano passado
A repercussão dos balanços do segundo trimestre divulgados ontem define as maiores altas e quedas entre as ações do Ibovespa no início do pregão desta sexta-feira (9).
Entre os principais destaques positivos estão as ações da Cyrela (CYRE3), que lideram os ganhos do índice. Fora do Ibovespa, os papéis de outra incorporadora também chamam a atenção: a Moura Dubeux (MDNE3).
Por volta das 11h, CYRE3 operava em alta de 5,42%, a R$ 21,77. Já as ações da Moura Dubeux avançavam ainda mais, 6,49%, cotadas em R$ 14,79.
No caso da Cyrela, a companhia registrou lucro líquido de R$ 412 milhões, alta de 47% na comparação com o mesmo perído do ano passado. O acumulado do primeiro semestre chegou a R$ 679 milhões, cifra 53% superior à reportada nos primeiros seis meses de 2023.
Os números vieram acima das estimativas dos analistas da XP, Goldman Sachs, JP Morgan e também do consenso de mercado. De acordo com a corretora, a performance foi impulsionada por cinco fatores principais:
Considerando esses fatores, a XP reiterou a recomendação de compra para CYRE3 e a preferência pelas ações no segmento de média e alta renda. O preço-alvo é de R$ 30 por papel.
Leia Também
JP Morgan e Goldman Sachs também mantiveram a indicação de compra, com preços-alvo de R$ 28 e R$ 31, respectivamente.
A Moura Dubeux também superou as expectativas dos analistas, além de quebrar recordes pessoais no segundo trimestre.
A companhia, que é líder de mercado na região Nordeste, lucrou R$ 75 milhões no período. A cifra representa alta de 14,4% ante o 2T23 e a maior já registrada pela empresa. Já a receita líquida avançou 25,2% na mesma base de comparação, para R$ 392,1 milhões.
De acordo com a XP, o aumento é explicado por um "crescimento robusto" nas receitas de vendas fechadas, uma "sólida expansão" nos ganhos com o modelo de incorporação e pela evolução do percentual de obras dos projetos.
"Acreditamos que a Moura Dubeux registrou mais um conjunto de resultados sólidos, motivados por um desempenho robusto em condomínios, além de um crescimento resiliente no segmento de incorporação com melhoria de margens", citam os analistas.
A XP destaca ainda que a companhia relatou uma expectativa de pagar R$ 100 milhões em dividendos por ano no futuro.
Os analistas acreditam que a estimativa deve se tornar realidade poderia gerar dividend yields atraentes, por isso recomendam compra para os papéis MDNE3, com preço-alvo de R$ 19.
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre