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Enquanto isso, a avaliação negativa do governo Lula subiu 5 pontos porcentuais, de 47% para 52%, de acordo com pesquisa da Genial/Quaest
Se dependesse do voto apenas dos eleitores que atuam no mercado financeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dificilmente seria reeleito.
Isso porque a popularidade do petista, que nunca foi das maiores na região da Faria Lima, caiu ainda mais, de acordo com pesquisa da Genial/Quaest.
A proporção do mercado financeiro que avalia positivamente o governo caiu 3 pontos porcentuais entre setembro e novembro, de 12% para 9%.
Enquanto isso, a avaliação negativa subiu 5 pontos porcentuais, de 47% para 52%.
No mesmo período, a avaliação regular oscilou dois pontos para baixo, de 41% para 39%, ainda de acordo com o levantamento.
Os números refletem uma piora na avaliação sobre o desempenho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Nesta leitura, os que consideram positivo o trabalho do ministro diminuíram de 46% para 43%.
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Já a avaliação negativa de Haddad aumentou de 23% para 24%. A regular avançou de 31% para 33%, no mesmo período.
Para 39 entrevistados, a força de Haddad está menor que há dois meses, após a tensão fiscal diante do aumento da pressão dentro do governo pela alteração da meta de déficit zero para 2024.
Vale lembrar que a meta foi mantida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Ainda segundo a pesquisa, 49 veem força igual e 12, maior que dois meses atrás.
A pesquisa da Genial/Quaest ouviu 100 profissionais de fundos de investimentos sediados em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre os dias 16 e 21 de novembro.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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