O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os deputados ainda precisam votar os destaques da reforma tributária antes de remeter a PEC à apreciação do Senado
A reforma tributária foi aprovada com folga pela Câmara dos Deputados na madrugada desta sexta-feira.
Os parlamentares aprovaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019 em dois turnos.
Na primeira votação, o texto passou com 382 votos a favor e 118 contra. Na segunda, o placar foi 375 a 113. Cada um dos turnos contou ainda com, três abstenções.
Por se tratar de uma PEC, a proposta precisava de pelo menos 308 votos para ser aprovada, mas a oposição do ex-presidente Jair Bolsonaro ao projeto não impediu os placares folgados.
Falando assim até parece que foi fácil passar a reforma tributária, uma espécie de fantasma que assombrava o Congresso Nacional havia décadas.
Originalmente, esperava-se uma votação em primeiro turno ontem e o segundo somente hoje. Mas os deputados mantiveram quórum que permitiu o tira-teima.
Leia Também
A sessão foi encerrada perto das 2h da manhã.
Antes de a reforma tributária seguir para o Senado, os deputados precisam votar os chamados destaques para votação em separado — algo que deve ocorrer ainda nesta sexta-feira.
O ponto principal da reforma passou tal qual proposto.
O projeto prevê a consolidação de cinco tributos (IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS) em dois impostos: o IBS (municipal e estadual) e a CBS (federal).
Ambos passarão a valer em 2026, com prazo de transição até 2032 para os contribuintes e até 2078 para que a cobrança passe do local de origem do produto ou serviço para o de consumo.
Já o Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR) vai começar em R$ 40 bilhões, conforme proposto no relatório da reforma.
Enquanto isso, o Conselho Federativo atuará com base em votações que levarão em conta a população dos Estados.
A reforma tributária aprovada na Câmara estabelece dois redutores de alíquota de consumo.
Será aplicado um redutor de 100% sobre a cesta básica, zerando o IVA desses produtos. Isso já era esperado.
O que não estava no acordo original e entrou depois foi um redutor de 60% para setores como saúde, educação, transporte público, cultura, itens de agropecuária e produções jornalísticas e audiovisuais nacionais. Originalmente, esse redutor seria de 50%.
Os demais setores pagarão alíquota cheia.
Já em relação às alíquotas em si, elas serão definidas apenas futuramente.
A reforma tributária superou hoje apenas seu primeiro desafio.
Depois da aprovação dos destaques, o texto seguirá para o Senado.
A proposta precisará então passar sem alterações pelo Senado antes de seguir para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Se o Senado mexer na essência da reforma, ela precisará passar novamente na Câmara antes de ser encaminhada a Lula.
A última reforma mais ampla no sistema tributário brasileiro ocorreu em 1965, ainda nos primeiros momentos da ditadura militar.
As discussões quanto à necessidade de uma nova reforma datam do fim dos anos 1980. De lá para cá, somente ajustes pontuais ocorreram.
É válido lembrar que a reforma tributária aprovada hoje na Câmara limita-se às relações de consumo.
O governo Lula pretende encaminhar uma reforma da tributação da renda depois que essa primeira etapa for totalmente superada no Congresso.
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes