🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

REORGANIZANDO O TABULEIRO

Quem será o herdeiro de Bolsonaro? Os planos da extrema direita brasileira após a condenação do ex-presidente

A saída compulsória de Bolsonaro das próximas disputas eleitorais obriga um novo arranjo no cenário político nacional

O ex-presidente Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro -

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou ontem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inelegível até 2030. Com os incisivos votos do presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, e da ministra Cármen Lúcia, a Corte formou um placar de 5 a 2 para enquadrar o ex-chefe do Executivo federal por abuso de poder político e uso indevido dos meios oficiais de comunicação para atacar, sem provas, as urnas eletrônicas em reunião com diplomatas estrangeiros às vésperas da campanha de 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A saída compulsória de Bolsonaro das próximas disputas eleitorais — incluindo a presidencial de 2026 — tira do páreo o principal personagem da extrema direita brasileira e obriga um novo arranjo no cenário político nacional.

Embora o discurso oficial do PL seja o de que o ex-presidente assume agora o papel de forte cabo eleitoral, ungindo qualquer candidato que apoiar, há variáveis no horizonte. Nas eleições para prefeito, no ano que vem, fatores locais tendem a pesar muito mais do que os ideológicos.

Na próxima disputa presidencial, o quadro pode ser muito diferente, dependendo, em grande parte, do resultado da economia no governo Lula.

Os herdeiros de Bolsonaro

Bolsonaro queria desafiar novamente o PT, mas, fora do jogo, abre caminho para um "herdeiro" em 2026. Na direita despontam nomes como os dos governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais) e Ratinho Junior (Paraná).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em publicação ontem no Twitter, o governador paulista deu pronto apoio ao padrinho político e disse que a liderança do ex-presidente é "inquestionável e perdura". "Dezenas de milhões de brasileiros contam com a sua voz. Seguimos juntos, presidente."

Leia Também

ELEIÇÕES 2026

Lula e Flávio Bolsonaro seguem empatados no 2º turno com distância de 2 pontos, segundo Datafolha

ELEIÇÕES 2026

Ressaca do STF: como os presidenciáveis reagiram ao dia seguinte da sessão turbulenta 

https://twitter.com/tarcisiogdf/status/1674840197110824965

Nem Tarcísio nem os outros nomes cogitados, porém, podem ser considerados "bolsonaristas raiz". Ala do PL cita Michelle Bolsonaro, apesar de a ex-primeira-dama ser mais cotada para concorrer ao Senado, e a base do agronegócio se apressa em "lançar" a senadora Tereza Cristina (PP-MS), ex-ministra da Agricultura. Todos, porém, estão à espera da reacomodação de forças no pós-Bolsonaro.

Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estiver bem avaliado pela população e conseguir aglutinar o centro, pode ser candidato a novo mandato ou transferir votos para quem indicar a sua sucessão. Até agora, o favorito na lista é o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Nesse xadrez em que poucos arriscam prever os próximos passos, uma coisa, contudo, é certa: o Centrão, comandado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não vai jogar água no moinho de quem não tiver caneta nem expectativa de poder.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos anos, Bolsonaro simbolizou o avanço eleitoral da direita, ao mesmo tempo que inspirou a consolidação de uma extrema direita no País. Apesar da derrota quando tentou um novo mandato no Planalto, ele conquistou votação maior em 2022 (58,2 milhões de votos no segundo turno) do que em 2018 (57,8 milhões de votos no segundo turno).

A DINHEIRISTA - Taxada na Shein: “Meu reembolso está mais de um mês atrasado. E agora?” I Irmão golpista coloca pais no Serasa

Rejeição de Bolsonaro também pesa no cenário

No entanto, a passagem de Bolsonaro pela Presidência da República forjou no eleitorado um sentimento de antibolsonarismo, o que deverá ser calculado por eventuais herdeiros.

"O sucessor de Bolsonaro deve ponderar o quão positivo é estar ao lado de Bolsonaro para angariar todos os votos e o quão positivo é estar distante do Bolsonaro para também não atrair uma rejeição", observou o cientista político Thiago Valenciano, da Universidade Federal do Paraná.

Declarado inelegível pelo TSE, Bolsonaro fica impedido de participar das eleições de 2024, 2026 e 2028, mas ainda terá chance de concorrer no pleito de 2030 - conforme especialistas em Direito Eleitoral -, quando terá 75 anos de idade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A inelegibilidade vai criar uma situação inédita para o ex-capitão do Exército, que exerceu mandatos por mais de 30 anos sem interrupção - desde 1989, foram dois anos como vereador, 28 anos como deputado federal e quatro como presidente.

Ontem, em Belo Horizonte, Bolsonaro afirmou que vai continuar na política como um "cabo eleitoral de luxo". O ex-presidente, porém, não quis especular sobre a possibilidade de Tarcísio (Republicanos) ou Zema (Novo) assumirem como atores do seu campo político em 2026. "Por enquanto ainda é o Johnny Bravo", disse, em referência a si mesmo.

Sua defesa informou que vai aguardar a publicação do acórdão do TSE para estudar o melhor recurso, inclusive possível apelação ao Supremo Tribunal Federal. Entre políticos e representantes do Judiciário, a derrota no TSE já era dada como certa. A dúvida era o placar. Ao final, o ex-presidente conquistou os votos já esperados: dos ministros Raul Araújo e Kassio Nunes Marques.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 12 de setembro de 2026 - 9:00
O ministro Alexandre de Moraes durante sessão do STF 11 de setembro de 2026 - 9:04
O presidente do STF, Edson Fachin, veste toga preta e está sentando em uma mesa, segurando papéis 9 de setembro de 2026 - 18:36
Imagem do prédio sede da Polícia Federal 8 de setembro de 2026 - 19:50
Bandeira do Brasil 7 de setembro de 2026 - 17:00
Montagem traz uma imagem de gráfico de ações ao fundo e uma urna eletrônica no centro eleições 2026 6 de setembro de 2026 - 9:00

Conteúdo Market Makers

Seus investimentos e patrimônio estão preparados para as Eleições 2026?

6 de setembro de 2026 - 9:00
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva em pé, de frente a um púlpito, com bandeira do Brasil atrás. 3 de setembro de 2026 - 19:03
O ministro Alexandre de Moraes aparece sentado, olhando para o lado, com cara de poucos amigos. 3 de setembro de 2026 - 13:41
banco master pesquisa atlasintel bloomberg 2 de setembro de 2026 - 19:46
alexandre de moraes daniel vorcaro 1 de setembro de 2026 - 19:41
shein e temu varejistas chinesas china e-commerce 30 de agosto de 2026 - 17:55
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar