O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Questionada sobre preparativos para um eventual calote, a autoridade disse que o Tesouro não está envolvido nessas conversas, mas sim em buscar contornar o problema
A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, advertiu nesta quarta-feira (24) para o risco de consequências "altamente adversas", caso o Congresso e a Casa Branca não cheguem a um acordo para elevar o teto da dívida do governo federal.
Durante entrevista em evento do Wall Street Journal, a autoridade disse que já vê estresse nos mercados financeiros por causa do impasse, inclusive em leilão de títulos (bills).
Yellen afirmou que o governo enfrentará "decisões muito difíceis" em seus pagamentos, caso o teto da dívida não seja elevado. Anteriormente, ela havia informado em carta que a falta de recursos ocorreria “provavelmente" a partir de 1º de junho.
Nesta quarta, Yellen disse que o Tesouro trabalha para atualizar em breve o Congresso sobre a data, buscando dar mais exatidão a ela. De qualquer forma, ela reafirmou ser "altamente provável" que o problema da falta de recursos ocorra no início do próximo mês.
A proposta inicial do governo já era de reduzir o déficit em US$ 3 trilhões, ao longo de dez anos, disse Yellen. Nas negociações com a oposição republicana, o presidente Joe Biden propôs um corte extra de US$ 1 trilhão no déficit, apontou. Ela acrescentou que há uma equipe experiente de negociadores tratando do tema.
Yellen disse ainda ser "muito importante" o compromisso de governo e oposição para que o país não entre em default. Isso ajuda a proteger também o dólar e os Treasuries, mencionou.
Leia Também
Questionada sobre preparativos para um eventual calote, a autoridade disse que o Tesouro não está envolvido nessas conversas, mas sim em buscar contornar o problema.
A Secretária do Tesouro disse que a responsabilidade fiscal é "extremamente importante" e que os rumos da política fiscal podem ser discutidos. Segundo ela, o governo Biden tem mostrado esse foco.
A questão ao elevar o teto da dívida, reforçou Yellen, é para pagar dívidas já aprovadas pelo Congresso, sem criar novos débitos.
Já o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Kevin McCarthy, afirmou que as negociações para solucionar o impasse do teto da dívida podem "ter progressos" ainda nesta quarta, mas alertou que segue distante dos democratas em várias das divergências.
Em coletiva de imprensa, McCarthy reiterou o argumento de que o governo precisa cortar gastos e culpou o partido governista pela persistência das incertezas.
Segundo ele, a Casa Branca não aceita reduzir as despesas e demorou muito tempo para começar as discussões.
Ainda assim, o republicano disse não acreditar que haverá calote da dívida pública. "Acredito firmemente que resolveremos esse problema", disse.
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas
Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro; secretário-geral da ONU alerta para “precedente perigoso”
O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York
Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina
Edição de 100 anos acontece em 31 de dezembro; confira os horários das largadas e onde ver a transmissão ao vivo
A edição centenária da São Silvestre entra para a história ao pagar R$ 296 mil em prêmios
Após o telefonema entre os líderes políticos, o Kremlin informou que ambos os presidentes não apoiam a pressão de europeus; entenda
O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões
Bússola para a segunda maior economia do mundo, o plano quinquenal 2026-2030 mostra até onde Xi Jinping pode ir na busca pela supremacia chinesa
Mesmo após transformar a empresa em um conglomerado trilionário, o investidor diz que a compra inicial foi um erro estratégico
Fundador do Telegram, Pavel Durov afirma ser pai de mais de 100 crianças em ao menos 12 países e diz que qualquer filho que comprove vínculo genético terá direito à herança
Um dos destaques foi a Nike, que avançou quase 5% depois que o CEO da Apple, Tim Cook, comprou 50 mil ações da fabricante de calçados
A medida reforça uma política de resistência progressiva da Casa Branca à imigração, e coloca no centro do controle do governo os trabalhadores especializados