O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Grupo saudita que é o principal acionista do combalido banco suíço alega questões regulatórias para não injetar mais dinheiro no Credit Suisse
Quando os investidores ainda lambiam as feridas da quebra do banco norte-americano SVB, um novo abalo no setor bancário mexe com os mercados nesta quarta-feira. A notícia que fez as bolsas internacionais entrarem no vermelho foi a de que o Credit Suisse não receberia ajuda de seu principal acionista, o Saudi National Bank (SNB).
Com isso, as ações do banco suíço não tiveram chances no pregão da Europa e chegaram a desabar 30% na manhã de hoje. A queda, contudo, foi reduzida para 24,2% no fechamento.
O medo de uma crise bancária geral também afetou o pré-mercado em Nova York. Grandes bancos dos Estados Unidos manhecem no vermelho e nomes como JPMorgan, Citigroup e Bank of America (BofA) caíram 4,7%, 5,4% e 0,9%, respectivamente, hoje.
Assim, as bolsas da Europa inverteram a tendência de alta das primeiras horas do dia e passaram a cair com força. O índice Euro Stoxx 50, composto por 50 ações da Zona Euro, recuou 2,46%.
Aqui no Brasil, o Ibovespa também operou em queda desde a abertura do pregão da B3, mas fechou o dia longe das mínimas. O principal índice acionário da B3 anotou um recuo de 0,25%, aos 102.675 pontos, enquanto o dólar à vista subiu 0,70%, cotado em R$ 5,2943.
A negativa do SNB em colocar mais dinheiro no Credit Suisse se deve a uma questão regulatória, como afirma o presidente da instituição, Ammar Al Khudairy.
Leia Também
Segundo ele, uma nova rodada de investimentos faria com que a participação da instituição no Credit Suisse superasse os 10% — e a regulação europeia não permite que os sauditas tenham uma porcentagem maior do que isso.
Não é de hoje que o Credit Suisse passa por maus lençóis, mas nesta semana a situação ficou mais complicada. Isso porque o banco sinalizou ter encontrado “fragilidades materiais” nos balanços de 2021 e 2022.
Vale lembrar que o Credit Suisse adiou a publicação de resultados a pedido do órgão regulador dos Estados Unidos, a SEC, o equivalente à CVM americana.
Em novembro do ano passado, as previsões já não eram boas: o Credit Suisse havia projetado um prejuízo de US$ 1,6 bilhão e planos de aumento de capital.
Os problemas com o Credit Suisse acontecem em um momento particularmente difícil.
Isso porque, na semana passada, o Silicon Valley Bank (SVB) teve falência decretada após reportar prejuízo com venda de títulos do Tesouro americano — os chamados Treasuries — e desencadear uma corrida bancária internacional.
A partir daí, outras instituições de pequeno e médio porte como o Signature Bank também entraram no pacote de bancos que precisaram de ajuda do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) por meio do Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), usado para evitar uma crise maior.
Apesar de a inflação não dar a trégua esperada, os problemas com os bancos reforçam a tese de que o Fed precisa reduzir o aperto monetário por lá para controlar os efeitos da quebra de pequenas instituições por lá.
Quem tenta segurar as pontas por enquanto é o presidente da instituição, Axel Lehmann.
Em um painel promovido pela CNBC, o chefe do Credit Suisse enfatizou que “dá ênfase para a redução do risco do balanço”. Quando questionado sobre uma possível ajuda do governo no futuro, ele se esquiva: “esse não é o tópico da conversa”.
“Somos regulamentados, temos fortes índices de capital, balanço muito forte. Estamos todos empenhados”, diz. Nos últimos 12 meses, as ações do banco já caíram 76,54%. Só em 2023, a desvalorização é de 37,10%.
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País