O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mercado está de olho na relevância da venda da Cemig e da Copasa para pagar os débitos com a União, e as ações das companhias têm reagido mal à essa possibilidade
A federalização dos ativos estaduais mineiros vem tirando o sono dos investidores da Cemig (CMIG4) da Copasa (CSMG3), que viram as ações dessas duas empresas despencarem com a notícia de que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pode abrir mão dos planos de privatização e transferir as companhias para o governo federal.
Nesta quinta-feira (23), a Copasa falou com esses investidores. Por meio de um comunicado ao mercado, a empresa diz que a federalização dos seus ativos foi uma das propostas apresentadas pelo governo de Zema para solucionar junto à União a questão da dívida pública de Minas Gerais — mas nenhuma decisão foi tomada até o momento.
"Nesse sentido, foram apresentadas ao Governo de Minas Gerais alternativas, que ainda serão objeto de análise minuciosa, tanto pelos técnicos do Governo Federal, quanto do Governo Estadual, razão pela qual ainda não houve qualquer manifestação ou aceite do Governo do Estado sobre o ponto referente a eventual federalização das estatais estaduais com ações listadas na Bolsa de Valores", diz a Copasa no comunicado.
A companhia reafirma ainda o compromisso com a transparência e governança corporativa e diz que manterá seus acionistas e o mercado devidamente informados sobre o assunto.
A preocupação dos investidores com a federalização da Copasa e da Cemig se refletiu nas ações das duas empresas — ontem os papéis CMIG4 chegaram a cair mais de 10% e voltaram a fechar em queda, de 3,17%, enquanto CSMG3 recuou cerca de 4% ontem e 0,77% hoje.
O mercado está de olho na relevância da venda da Cemig e da Copasa para pagar os débitos com a União, devido ao tamanho da dívida de Minas Gerais.
Leia Também
Em entrevista à Folha de São Paulo, Rodrigo Pacheco afirmou que a transferência dos ativos mineiros para o governo federal seria feita a um “preço justo”, que deve ser calculado através de um laudo de avaliação independente.
Nas contas do BTG Pactual, ainda que o estado de MG detenha 51% das ações com direito a voto da Cemig, o governo estadual possui apenas 18% do capital total da companhia, o que implica em uma participação de R$ 6,36 bilhões, considerando o último fechamento.
Já no caso da Copasa, a participação de Minas Gerais é de 50,03%, equivalente a um montante de R$ 3,46 bilhões.
Ou seja, somando o valor correspondente das participações, o governo liderado por Zema levantaria pouco menos de R$ 10 bilhões — menos de 10% do montante total da dívida de Minas Gerais com o governo federal.
A Raízen, maior produtora global de açúcar e etanol de cana, está em dificuldades financeiras e precisa de uma injeção de capital de seus sócios para se manter de pé, avaliam especialistas
A operação envolve a aquisição pela holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista de 90% das ações do capital social da Logás, que leva combustível a locais sem acesso a gasodutos
Venda da subsidiária marca reavaliação estratégica: empresa abre mão de negócio bilionário em receita para fortalecer caixa, reduzir despesas financeiras e elevar o retorno sobre o capital
Em fato relevante divulgado hoje (3), a companhia disse que os requisitos para a transação não foram cumpridos, em especial a assinatura do compromisso de voto entre a GPT e a gestora Trígono Capital, que tem 15,3% do capital da empresa.
O economista Adriano Pires, sócio fundador do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), explica o que esperar da Petrobras em meio à alta dos preços do petróleo
Varejista tenta congelar a venda da participação de 22,5% do Casino enquanto discute na arbitragem quem deve pagar passivo tributário de R$ 2,5 bilhões; em paralelo, Fitch corta rating para faixa de alto risco
Parte dos recursos vai para o caixa da companhia, enquanto acionistas aproveitam a janela para vender participação; veja os destaques da oferta
Temporada do 4T25 deve reforçar a força das construtoras de baixa renda, enquanto empresas como Eztec e Tenda ainda enfrentam desafios específicos
Metade da carne de frango consumida nos mercados halal do Oriente Médio é importada, principalmente do Brasil; entenda os efeitos do conflito na região para a exportadora brasileira
Pré-venda começa na próxima segunda-feira (9); modelo mais acessível vem com 256 gigabytes e novo processador
De olho na luz como motor da inteligência artificial, o investimento bilionário da Nvidia na Lumentum e na Coherent deve transformar a transferência de dados
Mesmo com sinais pontuais de melhora no exterior, spreads fracos no Brasil e geração de caixa negativa seguem no radar dos analistas
Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída