O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em conferência com investidores, ex-CEO da Americanas (AMER3) garantiu que a 3G, acionista de referência, está comprometida com a disponibilização de capital
Em um dia que concentra as atenções nos desdobramentos das inconsistências contábeis reveladas pela Americanas (AMER3), o agora ex-CEO da companhia, Sérgio Rial, fez seu único pronunciamento público até sobre o caso.
Em uma teleconferência restrita promovida pelo banco BTG Pactual, ele detalhou os problemas encontrados que geraram um rombo de R$ 20 bilhões para a empresa. Entre as diversas questões que ainda rondam a cabeça dos investidores, uma foi respondida por ele sem pestanejar: a Americanas vai precisar, sem dúvidas, de uma capitalização que ajude a atravessar essa fase.
“Ninguém definiu o valor, até porque o número não foi auditado. Mas sabemos que não será uma capitalização de milhões”, disse o executivo, indicando que o valor será muito maior.
Ele aproveitou para ressaltar, ainda, que apenas a capitalização por si só não resolverá todos os problemas da empresa.
Ainda sem um modelo ou valores definidos, a capitalização da Americanas (AMER3) é um assunto que já acende um alerta no mercado.
Durante a mesma reunião, Rial disse que a 3G — acionista de referência formada por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira — assumirá seu compromisso com negócio e deve injetar o capital necessário.
Leia Também
Nos cálculos do analista da Empiricus Research, Fernando Ferrer, a capitalização da varejista pode chegar a US$ 2 bilhões. O número considera os compromissos futuros e também o endividamento da empresa, que deve ser equacionado para um patamar de três vezes a dívida líquida ebitda.
E aqui mora um exemplo de como apenas colocar mais dinheiro no negócio não resolverá todos os problemas da companhia, que deve retroceder alguns passos no tabuleiro do setor de varejo. Afinal, o valor será usado para solucionar um grande problema, em vez de fazer a empresa crescer.
"Estamos falando de um setor muito concorrido e uma corrida em que a Americanas já vinha ficando para trás. Agora, se ela não quebrar, está com sorte e deve deixar de concorrer de maneira firme com as grandes lojas", disse um gestor que prefere não ser identificado.
Para Bruno Damiani, analista de varejo da Western Asset, passado o efeito de curto prazo que derruba todo o setor de varejo no pregão desta quinta-feira (12), concorrentes como Mercado Livre (MELI34) e Magazine Luiza (MGLU3) tendem a se beneficiar da derrocada da Americanas.
"Para crescer, a empresa precisa investir. A Americanas já é um negócio de capital intensivo, então com essa notícia fica claro que ela vai passar alguns anos trabalhando apenas para quitar suas dívidas e sem fazer grandes investimentos", diz, reforçando que isso afeta diretamente quem detém ações da empresa.
Há também o risco de que outras varejistas tenham cometido erros iguais ou parecidos, na pressa de crescer muito e de maneira veloz, com faturamento alto e margens pequenas.
"É difícil sabermos se outras empresas do setor também realizavam a mesma prática, mas fica um alerta, pois elas podem acabar tendo um incentivo de realizar as mesmas práticas contábeis criativas", avalia Ferrer.
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar