Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Flavia Alemi

Flavia Alemi

Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pela FIA. Trabalhou na Agência Estado/Broadcast e na S&P Global Platts.

Queda livre

O ‘sonho americano’ do Inter fracassou? Por que o mercado deixou de acreditar no banco digital e a ação despenca desde a estreia na Nasdaq

Nas mínimas, a queda dos papéis do banco digital chegou a 60% desde a migração para os EUA

Flavia Alemi
Flavia Alemi
19 de abril de 2023
6:42 - atualizado às 18:11
banco inter
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

No início deste ano, o CEO do Inter, João Vitor Menin, apresentou ao mercado financeiro um plano ousado para o banco digital chamado “60-30-30”. O projeto consiste em chegar a 60 milhões de clientes, um índice de eficiência de 30% e um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 30%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esses patamares podem colocar o Inter no mesmo nível de gigantes como o Santander e mais rentável do que o Itaú Unibanco, o maior banco privado brasileiro, em um intervalo de cinco anos.

Mas os investidores não compraram as promessas de Menin. Pelo contrário, de lá para cá os papéis caíram ainda mais na Nasdaq. Aliás, essa tem sido a tônica desde que o Inter decidiu migrar da B3 para a bolsa norte-americana.

Os papéis INTR perderam quase metade do valor desde junho do ano passado, quando começaram a ser negociados em Nova York. Nas mínimas, a queda chegou aos 60%, uma indicação de que os investidores entendem que o negócio não é mais sustentável, de acordo com Eduardo Rosman, analista do BTG Pactual.

O desempenho do banco digital do cartão laranja contrasta com o seu concorrente roxo, o Nubank. Em comum, ambos têm a promessa de se tornarem altamente lucrativos no futuro. Mas as cotações das ações na bolsa indicam que o mercado coloca muito mais fé no banco de David Vélez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que o Nubank também sofreu após a estreia na bolsa norte-americana e ainda acumula queda expressiva desde o IPO, no fim de 2021. Mas desde junho do ano passado — época da estreia do Inter lá fora — os papéis recuperaram parte das perdas e acumulam uma alta de 13,7%.

Leia Também

Como ambos os bancos passam por momentos parecidos, a avaliação de analistas ouvidos pelo Seu Dinheiro é a de que o Inter enfrenta uma crise de confiança dos investidores no negócio. Esse problema foi amplificado pela migração para os EUA, onde o banco é apenas “mais um na multidão”.

Mas o que levou o mercado a perder a fé no Inter? E, mais importante, a queda das ações representa uma oportunidade de compra? Lembrando que o banco digital também possui BDRs na B3, com o código INBR32.

Inter: crescimento foi valorizado demais

Desde que o Inter chegou à bolsa de valores, em 2018, vem entregando crescimento consistente ano a ano. Dos 1,4 milhão de clientes que o banco tinha à época do IPO, o número passou para 24,7 milhões em 2022. No caminho, o Inter lançou uma série de funcionalidades, como produtos de investimento, marketplace e até conta global.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todo esse crescimento aconteceu sem dar grandes prejuízos ao banco, mas também não deu grandes lucros — e isso é algo que tem testado a paciência dos investidores. A insatisfação se traduz nos múltiplos de valuation das ações.

No segundo semestre de 2021, pouco antes de a maré começar a virar para a renda variável, o Inter via suas ações sendo negociadas na B3 a um preço que equivalia a 7 vezes o valor patrimonial da empresa. Hoje, esse múltiplo está abaixo de 1.

“Um bull market e dinheiro barato deixaram quase todo mundo (nós mesmos, inclusive) um tanto delirantes. Claramente, o risco-retorno não era mais favorável naquele ponto e nós deveríamos ter rebaixado a ação”, escreveu Eduardo Rosman, do BTG Pactual.

As ações do Inter atingiram o pico em maio de 2021, valendo mais de R$ 220, e o banco decidiu fazer um desdobramento na proporção de 3 para 1. Outros desdobramentos já haviam acontecido nos dois anos anteriores, prova da alta procura pelo papel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Inter conseguiu espaço até mesmo para fazer uma nova oferta de ações em junho, na qual obteve o valor máximo pretendido e reforçou o balanço em R$ 5,5 bilhões. A oferta foi ancorada pela Stone, que investiu R$ 2,5 bilhões em troca de 4,99% do capital social.

Parte do dinheiro foi usada para comprar a fintech americana USEND, o que possibilitou ao Inter lançar a conta global mais para frente.

Mas, logo depois, as ações vieram ladeira abaixo. Do pico em maio de 2021 até o final daquele ano, os papéis do Inter na B3 levaram um tombo de mais de 60%.

Alta de juros afeta ações

A situação foi ficando dramática para as bolsas de valores especificamente no último trimestre de 2021, conforme países do mundo todo elevavam suas taxas de juros para conter a inflação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso afugentou investidores das empresas de crescimento (“growth”), ou seja, as que têm potencial de crescer, mas ainda estão com as operações desarrumadas para gerar lucro.

Vale notar que foi com esse cenário que o principal concorrente do Inter, o Nubank, fez seu tão falado IPO na New York Stock Exchange (Nyse) em dezembro – e também assistiu à derrocada dos papéis em seguida.

Naquele mesmo período, o Inter planejava uma reorganização societária com o objetivo de migrar suas ações para os Estados Unidos, para serem listados na Nasdaq. A ideia por trás disso era que o banco pudesse fazer um aumento de capital no futuro por meio de emissão de ações sem que os atuais controladores perdessem a maioria das ações com direito a voto.

Para isso acontecer, as ações do Inter nos EUA passariam a ser Classe A, com direito a um voto cada, negociadas no mercado. Ao mesmo tempo, as ações Classe B, com direito a 10 votos cada, ficariam nas mãos dos atuais controladores, a família Menin.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema é que mais de 10% dos acionistas se manifestaram contra a troca de ações por BDRs, preferindo receber a parte deles em dinheiro – o famoso “cash-out”. Assim, o Inter decidiu adiar os planos de ir para os EUA.

Mas em abril de 2022, o banco propôs novos termos aos acionistas e conseguiu avançar rumo ao sonho americano.

O desembarque no JFK aconteceu em junho e as ações já tropeçaram na esteira rolante, tombando 7,69% no primeiro dia de negociação.

De lá para cá, o papel chegou a subir entre agosto e setembro e atingiu o pico de US$ 4,43. Mas, daquele ponto em diante, a trajetória foi de queda livre: -57%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perdido em Nova York?

Como mencionado, apenas o ciclo de juros não explica essa derrocada. Para Rosman, do BTG, o Inter demorou em reprecificar suas taxas e falhou na política de não fazer hedge.

Além disso, a relação entre controle de custos e alavancagem operacional decepcionou, e o capital encolheu muito mais rápido do que o esperado.

A migração para a Nasdaq também tirou o Inter do radar dos investidores brasileiros e, ao que parece, não conquistou os americanos.

“Foi uma tentativa de se aproximar do investidor gringo, que está disposto a pagar múltiplos maiores. Mas o Inter nunca foi um case de gringo e continua não sendo. E ainda perdeu visibilidade junto ao principal público, que é brasileiro”, afirmou Larissa Quaresma, analista da Empiricus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para ela, o modelo de negócio do Inter é muito bom no papel, mas a empresa foi abrindo avenidas de crescimento cuja geração de valor não era muito óbvia. Entre eles, um “super app”, com direito a e-commerce, uma plataforma de investimentos e uma conta no exterior.

“As fintechs e bancos digitais chegaram num cenário em que precisam parar de desenvolver coisa nova e focar na geração de lucro. O Nubank mudou muito, mas o Inter nunca fez essa guinada e até hoje os analistas ficam esperando gerar rentabilidade (ROE)”, afirmou a analista da Empiricus, que tem recomendação neutra para as ações.

E se o Inter der certo?

No que depender das promessas do Inter no Investor Day realizado no começo deste ano, o cenário para o banco tem tudo para mudar.

Se João Vítor Menin conseguir cumprir o plano “60-30-30”, o Inter pode atingir um lucro de R$ 5 bilhões daqui a cinco anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esses objetivos podem até ser factíveis, caso o Brasil e o resto do mundo não estivessem lidando com a perspectiva de uma recessão no curto prazo. Por isso, há muito ceticismo entre os analistas em relação aos dados apresentados pelo Inter.

“Apesar de recebermos bem o guidance de cinco anos, esperamos um longo caminho pela frente e cheio de desafios antes de atingir tal rentabilidade”, disse o UBS BB em relatório produzido após a reunião com a direção.

O BTG é um dos bancos que mantêm a recomendação de compra para o Inter, mas apenas porque os papéis caíram demais. “Embora nós e os investidores estejamos frustrados com a incapacidade de o banco melhorar a lucratividade e dar uma sinalização de curto prazo comprometendo-se com isso, a relação risco-retorno está voltada para cima”, escreveu o analista Eduardo Rosman.

A visão do analista da Nord Research Rafael Ragazi é mais otimista. Ele destaca que as projeções do Inter sempre foram muito conservadoras e que, mesmo que o banco consiga entregar apenas metade do que está prometendo, isso já faria a ação andar bastante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se o Inter entregar o lucro prometido de R$ 5 bilhões, isto significaria que ele teria de ter um valor de mercado de R$ 75 bilhões. Hoje, está valendo cerca de R$ 3,9 bilhões. Ou seja, se ele entrega esse guidance, a ação tem potencial de se valorizar 19 vezes”, disse.

Mas, ao que parece, boa parte dos investidores não está tão otimista quanto Ragazi. No momento atual, com a ação mais perto de um grupamento do que de um desdobramento, o mercado não está disposto a pagar pelo Inter sem ter confiança de que o banco entregará o que promete.

O Seu Dinheiro procurou o CEO do Inter para uma entrevista, mas a assessoria de imprensa do banco informou que o executivo estava sem agenda.

Inter celebra chegada à Nasdaq em junho de 2022
Inter celebra chegada à Nasdaq em junho de 2022

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PROTEÇÃO

Com R$ 1,3 bilhão em dívidas, Alliança Saúde (AALR3) pede socorro contra RJ e recebe liminar para negociar dívidas

20 de março de 2026 - 12:32

A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial

TRANSIÇÃO

Antigo conhecido do Santander: quem é Gilson Finkelsztain, que deixará a B3 para assumir o cargo de CEO no banco

20 de março de 2026 - 10:33

Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios

DINHEIRO NA CONTA

Proventos na veia: Lojas Renner (LREN3) e Cemig (CMIG) anunciam mais de R$ 875 milhões em JCP; veja detalhes

20 de março de 2026 - 9:30

Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado

FALTA DE VISIBILIDADE

Como a guerra no Irã fez a Riachuelo (RIAA3) desistir de oferta de ações que ajudaria na expansão da companhia

20 de março de 2026 - 8:31

Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira

O BOM FILHO À CASA TORNA

Troca de guarda: Gilson Finkelsztain deixa a B3 para assumir a presidência do Santander Brasil

19 de março de 2026 - 19:55

A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.

ILUMINADA!

Os R$ 50 bilhões da Eneva (ENEV3): empresa flerta com valor de mercado inédito após leilão histórico

19 de março de 2026 - 16:43

Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente

ENTRE QUEDA E OPORTUNIDADE

O ‘roxinho’ ficou barato? UBS eleva recomendação do Nubank e vê oportunidade de valorização à frente

19 de março de 2026 - 15:47

Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor

DESTAQUES DO MERCADO

PicPay supera expectativas no balanço do 4T25, mas não escapa de queda forte na Nasdaq. O que dizem os analistas?

19 de março de 2026 - 14:21

Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão

RECOMENDAÇÃO NEUTRA

Dívidas e inflação: o desafio está maior para frigoríficos, e BTG recomenda cuidado com ações da MBRF (MBRF3) e Minerva (BEEF3) após 4T25

19 de março de 2026 - 12:15

O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)

DE SAÍDA

Dívidas, perdas e pressão: Nelson Tanure deixa conselho da Light (LIGT3) em meio a polêmicas e investigações

19 de março de 2026 - 11:32

Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia

DINHEIRO ESQUECIDO?

Quase R$ 800 milhões parados no FGC: milhares de investidores ainda não foram buscar dinheiro do Banco Master

19 de março de 2026 - 10:32

Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu

DIRETO PARA O BOLSO

Tim (TIMS3) pagará R$ 390 milhões em JCP aos investidores; veja quem recebe o benefício

19 de março de 2026 - 10:03

O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026

DÍVIDAS

CSN (CSNA3) confirma fase final de negociação de empréstimo, com a venda da CSN Cimentos como garantia

19 de março de 2026 - 9:22

A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas

BALANÇO

PicPay apresenta o primeiro resultado desde o IPO, com lucro 136% maior no 4T25

18 de março de 2026 - 19:51

O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024

DISPUTA NO LAST MILE

Na guerra do e-commerce, vence o mais rápido: FII fecha contrato com Mercado Livre (MELI34) para galpão logístico sob medida em São Paulo

18 de março de 2026 - 16:01

O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo

INVESTOR DAY

Rombo do FGC bate à porta de banco capixaba: Banestes terá que desembolsar R$ 120 milhões após crise no Master, diz CFO

18 de março de 2026 - 15:33

Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração

VEM MAIS UM RESFRIADO AÍ?

Hapvida (HAPV3) cai até 6% com prévia da ANS e expectativa pessimista para o balanço do 4T25; o que pesou nas ações?

18 de março de 2026 - 15:05

O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo

ADEUS AO BRASIL?

Café com pipoca: 3corações compra marcas Yoki e Kitano por R$ 800 milhões, e General Mills deixa operações no Brasil

18 de março de 2026 - 9:39

3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil

NOVOS CEOS NO PEDAÇO

Cury (CURY3): troca no comando depois de três décadas traz algum risco? BTG Pactual responde

17 de março de 2026 - 18:39

Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia

DESDOBRAMENTO DAS CRISES

Adeus, Raízen (RAIZ4) e Pão de Açúcar (PCAR3): dupla com recuperações extrajudiciais é cortada do Ibovespa

17 de março de 2026 - 17:45

Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar