🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

AÇÕES EM ALTA

Na Natura (NTCO3), o plano é dar um glow up nas operações após a venda da Aesop — e sem se desfazer de mais marcas

As ações da Natura (NTCO3) chegaram a subir 7% na abertura, em resposta à venda da Aesop. Conheça a estratégia da empresa a partir de agora

Victor Aguiar
Victor Aguiar
4 de abril de 2023
11:09 - atualizado às 15:02
Fachada de loja da Natura (NATU3)
Fachada de loja da Natura (NATU3) - Imagem: Divulgação/Natura

O tão aguardado "movimento transformacional" da Natura finalmente saiu: a empresa acertou a venda da Aesop para a L'Oréal, por US$ 2,52 bilhões — pouco mais de R$ 10 bilhões. Uma operação que, a princípio, agradou o mercado e faz as ações NTCO3 subirem quase 5% nesta manhã, aparecendo acima dos R$ 14,20. Mas... e agora?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É claro que ainda é cedo para falar em impactos materiais para a Natura, até porque o pagamento só será realizado quando a transação for concluída (e, no melhor dos cenários, isso deve acontecer só no terceiro trimestre deste ano). Mas a companhia não hesitou em vir a público para falar sobre os seus planos para o futuro.

"O foco, no momento, está na fusão das operações entre a Natura e a Avon na América Latina", disse Fábio Barbosa, CEO da Natura, em teleconferência com analistas e investidores — algumas sinergias já foram capturadas na região, com testes sendo realizados em países como Peru e Colômbia, mas o processo tende a ser acelerado a partir de agora.

A ideia é bastante direta: enxugar a estrutura operacional na região e reduzir os custos e despesas, de modo a melhorar as margens no continente. E, em linhas gerais, a teleconferência pós-venda da Aesop serviu para reforçar a ideia de mudança de planos por parte da Natura.

Sai a dominação global e a expansão desenfreada por novas geografias, entra a busca por eficiência nos mercados em que a gigante brasileira dos cosméticos já está inserida com alguma de suas marcas — Natura, Avon Internacional e The Body Shop. E a companhia fez questão de deixar uma mensagem bem clara aos participantes da teleconferência:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não, não vamos mais vender nenhum ativo. A ideia é seguir a estratégia e fazer investimentos que entendemos ser necessários, com disciplina financeira

Leia Também

Guilherme Castellan, CFO e diretor de relações com investidores da Natura
  • O Seu Dinheiro acaba de liberar um treinamento exclusivo e completamente gratuito para todos os leitores que buscam receber pagamentos recorrentes de empresas da Bolsa. [LIBERE SEU ACESSO AQUI]

Natura (NTCO3) sem Aesop: dinheiro no bolso

Os R$ 10 bilhões que serão capturados a partir da venda da Aesop servirão para a Natura (NTCO3) dar um belo glow up em diversas frentes do negócio: além de simplificar as operações, a transação também terá um papel crucial na melhora do perfil de endividamento da companhia.

Ao fim de 2022, por exemplo, a Natura tinha R$ 13,4 bilhões de dívida bruta e pouco menos de R$ 6 bilhões em posição de caixa e equivalentes, o que representa um endividamento líquido de R$ 7,4 bilhões. O dinheiro a ser levantado com a Aesop, assim, trará um belo alívio nesse front.

A dinâmica da dívida da Natura era um dos pontos que vinha trazendo preocupação ao mercado nos últimos meses: as dificuldades operacionais vistas ao longo de 2022 derrubaram o Ebitda da companhia e, com isso, as métricas de alavancagem da empresa dispararam para níveis desconfortáveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gráficos de linha mostrando a evolução da alavancagem da Natura (NTCO3) desde o quarto trimestre de 2021, segundo diversos critérios. Veja como todas as linhas passam por uma elevação significativa na virada do terceiro para o quarto trimestre de 2022. Fonte: Natura

"Um dos focos será a redução da dívida bruta após o fim da transação", disse Castellan, destacando ainda que uma das prioridades da Natura é o custo da dívida e a melhora do fluxo de caixa em relação aos períodos anteriores. "Prazo de vencimento e custo de dívida, do ponto de vista de fluxo, serão os pontos principais da estratégia".

O perfil da dívida em si não é particularmente problemático: dos R$ 13,4 bilhões de endividamento bruto da Natura ao fim de 2022, apenas R$ 331 milhões tinham vencimento no curto prazo — cerca de 2,5% do saldo total (a companhia, no entanto, não deixa claro o que é considerado como 'curto prazo').

Mas uma análise do resultado financeiro da empresa deixa claro que o endividamento faz um peso relevante sobre a estrutura de capital. Apenas no quarto trimestre, as despesas financeiras chegaram a R$ 1,7 bilhão; no acumulado de 2022, a linha totalizou R$ 7,3 bilhões.

Ou seja: reduzir o custo da dívida, seja pelo pagamento antecipado ou pela substituição por outras ferramentas mais baratas, é um jeito de amenizar o baque vindo do resultado financeiro — e, quem sabe, gerar uma dinâmica menos pressionada para a última linha do balanço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Natura, Avon e The Body Shop: a estratégia

Bom, se a gigante dos cosméticos não pretende mais se desfazer de ativos, então o que esperar de Natura, Avon e The Body Shop, as três marcas que permanecerão em seu portfólio?

Um dos pontos principais da companhia no curto prazo, como ressaltado no início do texto, é a integração entre a Natura e a Avon na América Latina, de modo a capturar benefícios de sinergia cada vez maiores e aumentar a lucratividade na região — os trabalhos de fusão devem começar no Brasil entre setembro e outubro.

A questão é que a Avon tem uma atuação global (apenas as atividades nos EUA, que foram cindidas do restante do grupo, não pertencem à Natura). E, no que diz respeito aos demais mercados da marca, os planos são mais modestos.

"Há uma dezena de países em que a empresa está indo bem, com crescimento bom", disse Castellan, sem citar nominalmente quais seriam esses mercados. "Queremos nos consolidar neles, expandir a Avon ou a The Body Shop [para novas áreas] não está no nosso mapa de médio prazo ainda".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O foco, em linhas gerais, se dará em países com perfil emergente — os executivos deram a entender que, em determinados mercados em que as condições de crescimento estão mais duras, pode haver até algum tipo de reestruturação da estratégia, incluindo a eventual saída de geografias menos rentáveis.

Quanto à The Body Shop, a Natura já encerrou o braço 'at home' da marca nos EUA; o foco continua sendo a estabilização da linha de frente do negócio principal e a expansão das margens, de modo a apoiar a geração de caixa do grupo como um todo.

"Temos três marcas que estão passando por momentos diferentes, e trabalharemos de jeitos diferentes no curto e médio prazos", disse o CFO. "Ainda tem muita coisa a ser feita na América Latina, mas continuaremos a investir em outros países também, para dar apoio à Avon e a The Body Shop".

O que o mercado achou?

A venda da Aesop era amplamente aguardada, mas os termos acertados junto à L'Oréal agradaram os analistas de grandes bancos. E, nesse front, destaque para o JP Morgan: o banco americano, que já tinha recomendação de compra para as ações NTCO3, também passou a ver com bons olhos os títulos de dívida da companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em relatório, o JP Morgan lembra que a Aesop foi comprada por pouco mais de US$ 100 milhões em 2012 e, assim, o ganho de capital após a venda será da ordem de US$ 2,4 bilhões — descontados impostos, os recursos líquidos a entrarem no caixa podem chegar a US$ 2 bilhões.

"Destacamos que a venda não resolve os problemas estruturais da Natura, e ainda há riscos de execução relacionados à reestruturação do negócio", destacam os analistas do banco. "No entanto, a operação traz um necessário alívio à posição financeira da companhia, ao mesmo tempo que dá à Natura mais tempo para resolver seus problemas".

Linha semelhante é adotada pelo Goldman Sachs: a venda da Aesop é considerada positiva pela instituição, uma vez que aliviará a pressão sobre a estrutura de capital da Natura e permitirá que a empresa invista na reestruturação da Avon e da The Body Shop.

O Goldman, no entanto, também ressalta que as operações restantes do portfólio da Natura seguem enfraquecidas e podem representar riscos de baixa para as projeções financeiras; o banco ainda diz que os US$ 2,5 bilhões a serem pagos pela L'Oréal ficaram em linha com as expectativas do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BTG Pactual fala em destravamento de valor; o Santander, em início de uma nova fase positiva para a Natura; a XP avalia que, com a venda da Aesop, as ações NTCO3 estão muito baratas para serem ignoradas; o Itaú BBA afirma que vai revisitar seu modelo para refletir os impactos positivos do anúncio, apesar dos riscos à tese de investimento.

O tom "cautelosamente otimista" é resumido por um gestor de uma asset em São Paulo que pede para não ser identificado: para ele, a venda da Aesop é um bom começo, aliviando o balanço e reduzindo a complexidade da empresa. "Mas ainda tem muito chão pela frente, muito ativo ruim e mal gerido espalhado pelo mundo..."

Veja abaixo um resumo das recomendações e preços-alvo de alguns dos principais bancos e casas de análise que acompanham a empresa:

NTCO3 em 3/4: R$ 13,57RecomendaçãoPreço-alvo (R$)Potencial de alta/baixa
JP MorganCompra24,00+76,9%
Goldman SachsNeutro14,00+3,2%
BTG PactualNeutro18,00+32,6%
SantanderNeutro12,20-10,1%
XPCompra22,00+62,1%
Itaú BBACompra18,00+32,6%
UBS BBNeutro17,00+25,3%
Bradesco BBICompra16,00+17,9%

As ações da Natura (NTCO3) acumulam ganhos de quase 30% desde o começo de 2023; em um ano, no entanto, os papéis ainda amargam perdas da ordem de 50%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTERNACIONALIZAÇÃO

Por que a JHSF (JHSF3) comprou um palácio do século 16 em Milão? Prédio histórico terá novo hotel Fasano na Itália

18 de fevereiro de 2026 - 12:30

Imóvel histórico no centro de Milão será transformado no 18º hotel da rede Fasano; operação de 52,5 milhões de euros reforça estratégia de expansão internacional e foco em receitas recorrentes da companhia

MAIS UM CAPÍTULO DA NOVELA

Oi (OIBR3) vai à Justiça contra ex-acionistas de referência por abuso de poder e pede indenização irrisória

18 de fevereiro de 2026 - 10:30

Telecom acusa fundos que se tornaram acionistas após conversão de dívida de exercer influência abusiva e requer medidas cautelares, incluindo bloqueio de créditos

CRISE DE LIQUIDEZ

Do CDB turbinado à liquidação: Banco Central põe fim ao Banco Pleno, ligado a ex-sócio do Banco Master

18 de fevereiro de 2026 - 7:40

Antigo Banco Voiter, instituição enfrentava deterioração de liquidez; bens dos administradores ficam bloqueados

DEPOIS DO IPO

Pedido ao Cade: por que o PicPay quer comprar a Kovr, empresa que já foi do dono do Banco Master

17 de fevereiro de 2026 - 17:08

A J&F, que é dona do PicPay, teria colocado R$ 450 milhões na mesa, enquanto Daniel Vorcaro estaria pedindo R$ 600 milhões para selar o negócio

DAQUI NÃO SAIO, DAQUI NINGUÉM ME TIRA

A Gerdau (GGBR4) vai se dar bem nessa? Tarifas dos EUA sobre aço e alumínio não devem ser retiradas tão cedo, diz USTR

17 de fevereiro de 2026 - 14:52

Em meio à guerra comercial, Goldman Sachs elege a preferida do setor de siderurgia; com revisão de preço-alvo; confira

NOVIDADES NO RADAR

Mais IA, novo iPhone e até Macbook acessível: o que esperar do evento da Apple em março

17 de fevereiro de 2026 - 14:05

Gigante de tecnologia prepara ofensiva de produtos após registrar vendas recordes de iPhone no fim de ano

CORRIDA POR IMAGEM

Apple entra na briga contra YouTube, Spotify e Netflix e aposta alto em podcasts em vídeo

16 de fevereiro de 2026 - 19:57

Nova atualização do Apple Podcasts integra áudio e vídeo no mesmo feed e amplia monetização com anúncios dinâmicos

TRIO ELÉTRICO DOS BANCOS

Banco do Brasil surpreende, Bradesco é cobrado por mais — depois do desfile do 4T25, quem realmente tem fôlego para 2026?

16 de fevereiro de 2026 - 14:31

Lucros vieram, mas nem todos convenceram; veja qual banco saiu mais forte do trimestre — e quem ainda precisa mostrar serviço

INSTABILIDADE

Bradesco fora do ar? Clientes registram instabilidade em diversos aplicativos do banco

16 de fevereiro de 2026 - 14:26

Os problemas na plataforma do Bradesco começaram por volta das 13h10 de hoje, segundo dados do site DownDetector

PAGAMENTO POR APROXIMAÇÃO

“Pix por aproximação não é uma prioridade para os brasileiros”, diz Apple, que defende direito de cobrar bancos por tecnologia

16 de fevereiro de 2026 - 9:40

Segundo a Apple, abrir o acesso ao NFC sem critérios rigorosos poderia expor usuários a hackers e malware

DESFILE DOS PROVENTOS

Dividendos pingando: Petrobras (PETR4) e mais uma empresa pagam acionistas nesta semana; veja quem tem direito

16 de fevereiro de 2026 - 8:48

Acionistas de PETR3 e PETR4 estão na lista de pagamentos; outra empresa também distribui proventos nesta semana

AUTOMÓVEIS

Fim da euforia dos carros elétricos? Stellantis nada contra a maré e revive motores a diesel na Europa elétrica

15 de fevereiro de 2026 - 16:02

Montadora recalibra estratégia após freio nas vendas de elétricos e pressão da concorrência chinesa; entenda a nova cartada da Stellantis na Europa

A CRISE SE APROFUNDA...

Membros do conselho do Banco de Brasília (BRB) apadrinhados por Ibaneis Rocha e Reag renunciam ao cargo

15 de fevereiro de 2026 - 9:15

Ambas as indicações atribuídas ao fundo da Reag constavam na ata da reunião na qual os conselheiros foram eleitos, em março de 2025

CONVERSÃO DE DÍVIDA

Cosan (CSAN3) e Shell apresentam propostas para aumento de capital da Raízen (RAIZ4), diz jornal: entenda o que está na mesa

14 de fevereiro de 2026 - 10:50

A Cosan (CSAN3) e o BTG Pactual (BPAC11), por meio de fundos, apresentaram uma proposta à Shell de reestruturação da Raízen. Já a inglesa Shell devolveu com um novo plano

WILL BANK

Tem até R$ 1 mil no will bank? Veja como receber o dinheiro de volta direto pelo aplicativo

14 de fevereiro de 2026 - 10:00

Fundo Garantidor de Crédito (FGC) vai antecipar o pagamento de até R$ 1 mil a credores do will bank pelo app do banco; veja o passo a passo para resgate

VENTOS FAVORÁVEIS

O bilhão da virada: Log (LOGG3) anuncia negócio histórico e JP Morgan ainda vê potencial de 21% de alta para as ações

13 de fevereiro de 2026 - 19:37

LOGG3 foi promovida para “compra” com preço-alvo em R$ 34; banco cita o início do ciclo de cortes na taxa básica como um dos principais gatilhos para o papel

GLOW UP

Depois de melhor ano da história, Riachuelo (RIAA3) irá retomar expansão de lojas em 2026 — conheça os planos da varejista

13 de fevereiro de 2026 - 17:30

Para 2026, a expectativa é de 15 novas unidades Riachuelo, em postos que já estão praticamente fechados, disse Miguel Cafruni, diretor financeiro, em entrevista ao Seu Dinheiro. 

TELECONFERÊNCIA COM ANALISTAS

Vale (VALE3): superamos todas as metas previstas para 2025, diz CEO – veja o que impulsionou o resultado, apesar da queda do preço do ferro

13 de fevereiro de 2026 - 16:59

Executivos destacam desempenho operacional recorde em teleconferência, apesar do prejuízo contábil no 4T25

DO TOMBO AO TOPO

A redenção da Eneva (ENEV3): após derreter na bolsa, ação lidera ganhos do Ibovespa com novos valores para leilão. Vale comprar agora? 

13 de fevereiro de 2026 - 14:32

Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva

DESAGRADOU MESMO?

Vale (VALE3) teve resultado sólido no 4T25, segundo analistas. Por que o mercado pune a mineradora e as ações caem mais de 1%?

13 de fevereiro de 2026 - 11:44

Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar