O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco de investimentos diz que o pior vai ficar em 2023 e que sua top pick deve se recuperar no próximo ano, com potencial de valorização de quase 30%
Ainda que a perspectiva de juros menores alimente o apetite por ativos de risco — levando a bolsa brasileira a um novo recorde histórico nesta semana — o BTG Pactual recomenda que o investidor permaneça seletivo na escolha da ação para se ter em carteira, especialmente em relação ao setor de metais e mineração.
E a cautela não é sem motivo. Segundo o banco de investimentos, 2023 foi um ano altamente decepcionante para a cobertura do segmento.
“A maior parte do nosso universo de cobertura teve um desempenho inferior ao do mercado mais amplo, influenciado pelo estouro da bolha nos mercados imobiliários chineses, pelas revisões em baixa dos lucros, pela valorização do real e pelas saídas do setor”, disse o BTG em relatório.
Segundo o BTG, embora a ação de metais e mineração esteja barata e os balanços sejam saudáveis, o setor precisa de impulso de lucros.
Nos cálculos do banco de investimentos, metais e mineração são negociados a uma média de 4x Ebitda em 2024, com yield de fluxo de caixa livre em torno de 10%.
Diante desse cenário, o banco de investimentos manteve uma abordagem seletiva para o ano que vem.
Leia Também
O BTG manteve a visão acima do consenso sobre o minério de ferro, com a Vale permanecendo como a principal escolha no setor devido ao impulso superior de lucros e ao potencial de retorno de caixa.
“Prevemos uma melhoria no ambiente operacional para a Vale em 2024, com os mercados de minério de ferro caminhando para mais um ano de déficits e contínuas rodadas de revisões para cima de lucros”, disse o BTG em relatório.
O banco está confiante de que o baixo nível operacional da Vale ficou para trás e que a produção/expedições e o desempenho dos custos deverão continuar a melhorar no futuro.
“Prevemos que o quarto trimestre melhorará em todas as frentes: volumes, preços e custos”, diz o BTG.
O banco reafirmou a recomendação de compra para as ações da Vale (VALE) em Nova York, com preço-alvo de US$ 19, o que representa um potencial de valorização de 27% em relação ao último fechamento.
Por volta de 13h15, VALE negociava em alta de 0,07%, a US$ 14,98 em Nova York. Na B3, as ações VALE subiam 0,79%, a R$ 73,98. No ano, os papéis acumulam queda de quase 10%. Confira nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Embora o BTG continue a considerar a Gerdau uma operação relativamente bem administrada e um ativo de primeira classe, acredita que o ambiente operacional deverá se deteriorar ainda mais no futuro.
“A unidade brasileira da companhia está funcionando com margens Ebitda semelhantes às registradas durante a recessão de 2014/15 no Brasil, com perspectivas limitadas de uma recuperação a curto prazo”, diz o BTG.
Além disso, o banco diz que a unidade continua pressionada pelas condições de mercado desafiadoras, à medida que as importações continuam a aumentar, pressionando as vendas e limitando o poder de fixação de preços.
“Embora as operações nos EUA ainda sejam relativamente fortes, esperamos alguma normalização da rentabilidade no futuro, o que também deverá pesar no poder de gerar lucros. Consequentemente, esperamos que o consenso continue caindo para os resultados de 2024 da Gerdau”, diz o BTG.
O banco rebaixou a Gerdau para neutro, e manteve o preço-alvo de GGBR4 em R$ 27, o que representa um potencial de valorização de 15% em relação ao último fechamento.
Por volta de 13h15, as ações GGBR4 subiam 0,13% na B3, cotadas a R$ 23,50. No ano, os papéis acumulam baixa de 10,65%.
A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica
Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar