🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

ENTREVISTA EXCLUSIVA

A Klabin (KLBN11) pede um voto de confiança: o bilionário — e polêmico — projeto Figueira vai sim ser rentável

O projeto foi criticado pelo mercado e por parte dos conselheiros da Klabin; o CFO, no entanto, defende a estratégia de investimentos

Victor Aguiar
Victor Aguiar
23 de março de 2023
12:01 - atualizado às 19:17
Marcos Ivo, CFO e diretor de relações com investidores da Klabin (KLBN11)
Marcos Ivo, CFO e diretor de relações com investidores da Klabin (KLBN11) - Imagem: Klabin

Duas notícias aparentemente contraditórias rondam a Klabin: de um lado, a companhia teve um quarto trimestre de 2022 satisfatório, com expansão no lucro e na receita, além de diminuição da alavancagem e geração de caixa. Por outro, as units KLBN11 estão perto das mínimas em um ano, aproximando-se do o nível de R$ 18,00.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: ou os resultados trimestrais da gigante de papel e celulose não empolgaram o mercado, ou há alguma questão mais conjuntural rondando a Klabin e que deixa os investidores receosos — uma hipótese que, naturalmente, é afastada por Marcos Paulo Ivo, diretor financeiro e de relações com investidores da companhia.

Em entrevista ao Seu Dinheiro, ele destaca o leque amplo de atuação da Klabin na cadeia de papel e celulose — a empresa é uma importante produtora e exportadora de papel ondulado (papelão), papel cartão e muitos outros produtos do setor —, e diz que essa versatilidade é fundamental para enfrentar um cenário econômico mais duro.

Uma estratégia 'a la Weg', digamos assim, já que a Klabin também atua em inúmeras geografias. Se um mercado vai mal, esse desempenho ruim é compensado por outro país com demanda aquecida; se um produto está barato, outro com cotações mais elevadas ajuda a frear o baque, e assim em diante.

Mas o temor de uma desaceleração global não é o único fantasma no horizonte da Klabin: há a desconfiança, por parte do mercado, quanto a um investimento bilionário anunciado pela companhia em junho do ano passado: o Projeto Figueira, uma unidade produtora de papelão ondulado a ser construída do zero em Piracicaba (SP).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O preço da nova empreitada? R$ 1,5 bilhão, a ser desembolsado desde já — uma decisão que gerou polêmica até mesmo no conselho de administração da empresa. Dos 14 membros do colegiado, 10 votaram a favor da aprovação do projeto Figueira — dois se abstiveram e dois foram contrários ao empreendimento.

Leia Também

Os dois que deram luz vermelha ao projeto usaram premissas financeiras para justificar o voto. Segundo eles, o volume a ser investido e o retorno projetado faziam do Figueira uma alocação de capital pouco eficiente e, portanto, com baixo valor estratégico, mesmo no longo prazo.

Pois, para Ivo, o polêmico projeto Figueira — que, no pregão após seu anúncio, fez as units KLBN desabarem até 8% — será sim bastante atraente, tanto no lado estratégico quanto no financeiro.

"O ROIC (retorno sobre o capital investido) da Klabin, nos últimos 10 anos, está na casa de 19%; mas, se você olhar uma série histórica maior, nós mudamos o patamar do ROIC", disse Ivo, ao Seu Dinheiro, quando questionado a respeito da polêmica. "Isso só é possível com uma boa estratégia de alocação de capital e uma boa execução".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • O Seu Dinheiro acaba de liberar um treinamento exclusivo e completamente gratuito para todos os leitores que buscam receber pagamentos recorrentes de empresas da Bolsa. [LIBERE SEU ACESSO AQUI]

Projeto Figueira: decisão boa ou não?

Antes de mais nada, vale a pena explicar melhor o que é o tal do projeto Figueira: trata-se de uma nova unidade que terá capacidade de produção de 240 mil toneladas de papelão ondulado por ano — ao todo, a Klabin (KLBN11) terá de investir R$ 1,5 bilhão para tirar a fábrica do chão, num terreno de quase um milhão de m².

Uma vez que o projeto Figueira estiver em operação, a companhia terá capacidade nominal de conversão de 1,3 milhão de toneladas por ano — vale lembrar que a Klabin já é um player relevante no segmento de papelão ondulado, tendo uma participação de mercado de cerca de 23%; portanto, a cada quatro caixas, uma veio da empresa.

O impasse é: o investimento demandado pelo Figueira se justifica? Para dois dos conselheiros — Camilo Marcantonio e Mauro da Cunha —, a construção da nova unidade vai contra os interesses da Klabin; o primeiro diz, inclusive, que ele "tem valor presente líquido negativo em 20 anos e baixíssimo retorno, mesmo considerando a perpetuidade".

Na ocasião, o projeto foi visto com ressalvas pelo mercado: parte dos analistas elogiou o racional estratégico do novo investimento, mas também fez suas considerações negativas. O Itaú BBA, por exemplo, diz que o projeto não adiciona valor à Klabin, afirmando que os múltiplos da operação são superiores à média das fusões e aquisições do setor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A XP foi outra a demonstrar certa reticência com o anúncio, afirmando que a falta de harmonia entre os conselheiros traz dúvidas quanto à estratégia de alocação de capital da Klabin; a corretora lembra que o ticket médio da aquisição do negócio de papelão ondulado da International Papel (IP) foi bem mais barato.

De certo modo, o voto da conselheira Isabela Saboya — uma das que aprovou o projeto Figueira — resume bem a história: ela mostrou certa preocupação quanto às métricas financeiras da operação, mas optou por dar um 'voto de confiança' à administração. E é justamente isso que pede o CFO da companhia.

Voto da conselheira da Klabin (KLBN11), Isabella Saboya, em relação à aprovação do Projeto Figueira
Íntegra do voto da conselheira da Klabin (KLBN11), Isabella Saboya, em que ela mostra preocupação quanto ao projeto Figueira

"O projeto Figueira tem uma taxa de retorno atrativa, acima do custo de capital da companhia", diz Ivo, sem revelar, no entanto, qual seria essa taxa de retorno. "Portanto, ele gera valor aos seus acionistas e isso será visto nos nossos resultados".

Mais uma vez, o referencial adotado pelo CFO é a taxa de retorno sobre o capital investido da Klabin, que ficou em 19,2% ao fim do quarto trimestre de 2022 — basicamente, a métrica serve para medir o quanto de dinheiro uma empresa gera em relação ao que foi investido.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: nos três últimos meses do ano passado, a Klabin gerou 19,2% a mais que a quantia de dinheiro que foi alocada sob a forma de investimento.

Klabin (KLBN11): retorno elevado, macro favorável

Dito isso, fica a pergunta: como a Klabin (KLBN11) conseguiu elevar o seu retorno sobre o capital investido nos últimos anos, mesmo em meio ao forte volume de investimentos exigido pelo projeto Puma II — um enorme complexo localizado no Paraná e que elevará a capacidade de produção de papel pela empresa, ao custo de quase R$ 14 bilhões.

De certa forma, o cenário macroeconômico ajuda a explicar esse fenômeno. Por mais que a Klabin tenha uma atuação importante no mercado doméstico, ela também exporta boa parte de sua produção — e, com o dólar mais valorizado ao longo dos últimos anos, a Klabin viu sua geração de receita ser impulsionada.

Além disso, há o bom momento para o papel e celulose em si ao longo de 2022: a commodity era negociada a preços bastante elevados no mercado internacional, dada a demanda aquecida e a oferta menos abundante de diversos players desse setor. Portanto, vender no exterior era um negócio e tanto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que o quadro já começou a virar: a demanda por papel, celulose e derivados começou a arrefecer já na segunda metade de 2022, especialmente na China, um importante mercado consumidor. E, para 2023, as perspectivas são de preços cada vez menores, conforme a oferta global também tende a se normalizar.

Tanto é que, em janeiro, o JP Morgan cortou as recomendações para Suzano e Klabin, de compra para neutro; os preços-alvo também foram reduzidos, de R$ 70,00 para R$ 56,00 e de R$ 36,00 para R$ 24,00, respectivamente. Além da normalização nos preços da commodity, o banco cita, no caso da Klabin, o alto volume de investimentos no ano.

Sendo assim, teremos um cenário de piora abrupta nos resultados da companhia ao longo deste ano?

Máquina em unidade fabril da Klabin (KLBN11)
Máquina em unidade fabril da Klabin (KLBN11)

Sem pânico

"A Klabin está num negócio globalizado, exportador, em que a maior parte dos produtos tem preço definido no mercado internacional", diz Ivo, afastando maiores temores quanto à piora da dinâmica global. "Estamos bem posicionados em custo caixa de produção".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O CFO reconhece que o processo inflacionário no mundo afeta todas as empresas e setores, e que a Klabin, naturalmente, não está imune a esse processo. No entanto, no lado dos custos, ele vê uma tendência de crescimento mais modesta em relação a 2022 — ainda assim, a expansão esperada para o ano é de 'dois dígitos baixos'.

A inflação é global, mas a inflação de custos consegue conversar com preço de vendas. Continuaremos entregando uma boa margem.

Marcos Paulo Ivo, diretor financeiro e de relações com investidores da Klabin

E, independente do que possa vir a acontecer com o preço das commodities ou com as questões inflacionárias internacionais, o CFO destaca o amplo leque de atuação da empresa como um trunfo num momento como esses — lembra-se do modelo 'a la Weg"?

Quando falamos apenas em celulose, a Klabin trabalha com dois tipos de fibra: a curta, usada em folhas com propriedades de absorção e sucção; e a longa, que é mais porosa e aplicada em embalagens e papéis especiais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No lado dos papéis em si, a Klabin tem ainda mais braços de atuação:

  • Cartões revestidos;
  • Kraftliner (um mix de fibras que é usado em embalagens e impressões);
  • MP27 (papel da linha Eucaliner feito em uma das máquinas de Puma II); e
  • Reciclados.

E, vale lembrar: cada um desses produtos é vendido no Brasil e no exterior, diversificando bastante a fonte de receita da Klabin.

"Eu vou da floresta até as embalagens feitas de papéis, passando por celulose", diz Ivo. "Somos diversificados: fibra curta, longa, papel cartão, kraft, papel ondulado — não somos um produto único, e isso faz diferença".

No que diz respeito aos preços de cada um desses itens, a própria Klabin já admitiu, no quarto trimestre de 2022, que os produtos ligados à celulose fibra curta e ao kraftliner estão numa tendência de baixa que deve se alastrar por esse ano; já para papel cartão, sacos industriais e caixas de papelão ondulado é esperado um reajuste positivo de preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O otimismo é particularmente alto no segmento de papel cartão, em que, segundo Ivo, as condições são bastante favoráveis — a demanda está aquecida e a oferta é contida, já que a Klabin é a única grande companhia global a trabalhar com esse produto, com exceção das papeleiras da Ásia.

Klabin (KLBN11), Figueira e kraftliner: linha de produção

Voltando à polêmica envolvendo o projeto Figueira: o CFO dá um exemplo do valor que as novas instalações podem trazer à cadeia da Klabin — e que, na frieza dos números, pode não ter sido capturada nas modelagens financeiras do mercado.

É verdade que o novo complexo só deve começar a operar no segundo semestre de 2024, mas vamos supor que, até lá, o mercado de kraftliner siga desaquecido. Pois bem: as máquinas dedicadas a esse produto não precisam ficar desligadas; elas podem abastecer o maquinário em Figueira, servindo como matéria-prima para o papelão ondulado.

E, como já dissemos acima: a Klabin tem cerca de 23% de participação de mercado de caixas de papelão no país, uma fatia que pode ser ainda maior quando o projeto Figueira estiver operando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A título de curiosidade: meu vizinho, que está de mudança, jogou algumas caixas de papelão no lixo — e adivinhe quem as produzia? (PS: respeite a intimidade alheia e não mexa no lixo dos outros)

Caixa de papelão fabricada pela Klabin (KLBN11)
Caixa de papelão fabricada pela Klabin (KLBN11)

Klabin (KLBN11): investimentos e recomendações

Considerando tudo isso, uma das preocupações do mercado em relação à Klabin diz respeito ao volume de investimentos a serem realizados no curto prazo: o projeto Puma II ainda irá demandar recursos — a máquina MP28 de papel ainda não está pronta e deve entrar em operação neste ano; o Figueira, por sua vez, já demanda dinheiro.

A Klabin, no entanto, não está numa posição ruim em termos de liquidez e perfil de endividamento: a companhia fechou o ano com uma posição de caixa e disponibilidades de R$ 6,5 bilhões e alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda nos últimos 12 meses, de 2,6 vezes.

"Estamos absolutamente confortáveis, temos caixa suficiente para pagar as dívidas que vencem nos próximos 40 meses. Também temos uma linha de crédito rotativo que vence só em 2025", diz o CFO, destacando que a Klabin possui outros R$ 5,7 bilhões em linhas de financiamento já contratadas e não sacadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Desempenho da Klabin (KLBN11) na bolsa em um ano; a queda acumulada é da ordem de 26% (Fonte: B3)

Em um ano, as units KLBN11 amargam perdas de 26%; apesar disso, o tom dos analistas de bancos e corretoras é positivo em relação ao papel.

Segundo dados compilados pelo TradeMap, a Klabin conta atualmente com 11 recomendações de compra e uma neutra — não há calls de venda para a empresa. Os preços-alvo para KLBN11 vão de R$ 23,44 a R$ 32,00, com mediana em R$ 27,73; considerando esta última cifra, o potencial de alta é de 53% em relação às cotações atuais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NA BERLINDA?

Minerva (BEEF3) ainda promete quase 30% de alta — mas XP decide ligar sinal amarelo antes do balanço do 4T25. Ação ainda vale o risco?

24 de fevereiro de 2026 - 10:01

Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas

250 MIL M²

Novo bairro, novo interessado: BTG oferece à Tecnisa (TCSA3) R$ 260 milhões por 26% da Windsor, dos Jardins das Perdizes

24 de fevereiro de 2026 - 9:33

A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo

PRÉVIA DO BALANÇO

Mercado Livre (MELI34) já está afiado na arte da guerra, mas e os resultados? O que esperar do balanço do 4T25

24 de fevereiro de 2026 - 6:01

Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque

RETORNO AO ACIONISTA

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam juntas mais de R$ 260 milhões em dividendos; recompra de ações entra no pacote de anúncios

23 de fevereiro de 2026 - 19:36

Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias

MAIS RECURSOS

Riachuelo (RIAA3) prepara follow-on para levantar até R$ 400 milhões e expandir lojas: JP Morgan diz o que fazer com as ações

23 de fevereiro de 2026 - 18:40

Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas

VAI TROCAR DE DONO?

Grupo Ultra vai vender a joia da coroa? Ipiranga entra no radar de gigantes globais do petróleo, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 17:59

Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos

JOIA RARA?

‘Escondido’ entre os gigantes, este banco pode entregar mais de 70% de valorização, aposta a XP

23 de fevereiro de 2026 - 16:48

Com foco no crédito consignado e rentabilidade acima da média do setor, esse banco médio entra no radar como uma tese fora do consenso; descubra quem é

VACA LEITEIRA?

Dona da Vivo, Telefônica Brasil (VIVT3) turbina retorno após balanço do 4T25 — com direito a JCP, recompra e devolução bilionária aos acionistas

23 de fevereiro de 2026 - 14:42

A dona da Vivo confirmou R$ 2,99 bilhões em JCP, propôs devolver R$ 4 bilhões e ainda aprovou recompra de R$ 1 bilhão; ação renova máxima histórica na B3

FIM DE UM CICLO

Pátria zera posição na SmartFit (SMFT3) após 15 anos com venda de R$ 900 milhões em ações, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 14:25

Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia

APOSTA NOS METAIS BÁSICOS

De olho no cobre: Vale (VALE3) anuncia investimento de US$ 3,5 bilhões em Carajás e atualiza projeções de caixa; confira os números

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética

VEJA O QUE DIZ O CEO

Azul (AZUL53): depois da recuperação judicial relâmpago, fusão com Gol sai de cena de vez e aérea mira no “crescimento responsável”

23 de fevereiro de 2026 - 12:30

Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional

AGORA VAI?

Na corrida para a privatização, Copasa (CSMG3) emite debêntures de R$ 2 bilhões e define bancos responsáveis pela oferta secundária de ações

23 de fevereiro de 2026 - 11:50

Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais

REFORÇO DE CAPITAL

Após quase triplicar na B3, Banco Pine (PINE4) lança follow-on e quer levantar até R$ 400 milhões na bolsa

23 de fevereiro de 2026 - 11:13

Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes

DE OLHO NA BOLSA

Cosan (CSAN3) considera IPO da Compass Gás e Energia, em meio a crise na Raízen (RAIZ4)

23 de fevereiro de 2026 - 10:34

A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012

AMIANTO NO TALCO?

Natura paga US$ 67 milhões para encerrar processo da Avon nos EUA relacionado a acusações de câncer causado por talco

23 de fevereiro de 2026 - 9:40

A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto

ENTREVISTA COM CEO

Exclusivo: CEO do Bradesco (BBDC4) rebate críticas ao resultado: “disseram que não tínhamos mais como crescer, mas mostramos o contrário”

23 de fevereiro de 2026 - 6:12

Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE

APERTO DE MÃOS

Vale (VALE3) firma acordo de R$ 2,6 bilhões com grupos indianos para impulsionar exportação de minério de ferro

22 de fevereiro de 2026 - 14:43

A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto

APÓS CRISE DO MASTER

BRB confirma que governo do DF irá capitalizar o banco com 12 imóveis públicos, levantar até R$ 2,6 bilhões e garantir liquidez financeira

22 de fevereiro de 2026 - 12:43

Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)

NEGÓCIO COMPLEXO

Luz amarela na Braskem (BRKM5): Cade decide aprofundar análise sobre entrada da IG4

21 de fevereiro de 2026 - 15:10

A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica

NOVO CAPÍTULO

Azul (AZUL53) conclui Chapter 11 nos EUA e diz estar pronta para crescer após reestruturação bilionária; dívida foi reduzida em US$ 2,5 bilhões

20 de fevereiro de 2026 - 19:42

Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar