🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

DEPOIS DE 11 DIAS...

Americanas (AMER3): Lemann, Teles e Sicupira aparecem e afirmam que “jamais tiveram conhecimento” do rombo na varejista

Os acionistas, porém, não mencionam qualquer possibilidade de capitalização para a recuperação da empresa

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
22 de janeiro de 2023
21:36 - atualizado às 22:18
Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, bilionários acionistas da Americanas (AMER3)
Carlos Alberto Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Herrmann Telles, acionistas da Americanas (AMER3) - Imagem: Shutterstock/Ambev/Seu Dinheiro - Montagem Brenda Silva

Após 11 dias do fato relevante que derrubou as ações da Americanas (AMER3), resultou nas renúncias do presidente da companhia Sergio Rial e do diretor financeiro André Covre e colocou em xeque as operações "risco sacado" do setor varejista, os três maiores acionistas falaram pela primeira vez sobre o rombo na ordem de R$ 20 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em comunicado, divulgado há pouco, Jorge Paulo Lemann, Marcell Telles e Carlos Alberto Sicupira afirmaram que "jamais tiveram conhecimento" da inconsistência contábil.

Além disso, os três bilionários também garantiram que a empresa tem sido gerida, nos últimos 20 anos, por "executivos considerados qualificados e de reputação ilibada".

Portanto, assim como todos os demais acionistas, credores, clientes e empregados da companhia, acreditávamos firmemente que tudo estava absolutamente correto.

Por fim, os três acionistas mencionaram que a consultoria PwC e as instituições financeiras, com as quais a Americanas (AMER3) mantinha operações, denunciaram "qualquer irregularidade" nas contas da varejista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale ressaltar também, em nenhum momento, o documento informa sobre alguma capitalização para a recuperação da empresa.

Leia Também

Leia também

Confira a nota pública na íntegra:

"Usamos dessa mesma clareza para esclarecer de modo categórico e a bem da verdade que:

1) Jamais tivemos conhecimento e nunca admitiríamos quaisquer manobras ou dissimulações contábeis na companhia. Nossa atuação sempre foi pautada, ao longo de décadas, por rigor ético e legal. Isso foi determinante para a posição que alcançamos em toda uma vida dedicada ao empreendedorismo, gerando empregos, construindo negócios e contribuindo para o desenvolvimento do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2) A Americanas é uma empresa centenária e nos últimos 20 anos foi administrada por executivos considerados qualificados e de reputação ilibada.

3) Contávamos com uma das maiores e mais conceituadas empresas de auditoria independente do mundo, a PwC. Ela, por sua vez, fez uso regular de cartas de circularização, utilizadas para confirmar as informações contábeis da Americanas com fontes externas, incluindo os bancos que mantinham operações com a empresa. Nem essas instituições financeiras nem a PwC jamais denunciaram qualquer irregularidade.

4) Portanto, assim como todos os demais acionistas, credores, clientes e empregados da companhia, acreditávamos firmemente que tudo estava absolutamente correto.

5) O comitê independente da companhia terá todas as condições de apurar os fatos que redundaram nas inconsistências contábeis, bem como de avaliar a eventual quebra de simetria no diálogo entre os auditores e as instituições financeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

6) Manifestamos mais uma vez nosso compromisso de integral transparência e de total colaboração em tudo que estiver ao nosso alcance para esclarecer todos os fatos e suas circunstâncias.

7) Lamentamos profundamente as perdas sofridas pelos investidores e credores, lembrando que, como acionistas, fomos alcançados por prejuízos.
 

8) Reafirmamos o nosso empenho em trabalhar pela recuperação da empresa, com a maior brevidade possível, focados em garantir um futuro promissor para a empresa, seus milhares de empregados, parceiros e investidores e em chegar a um bom entendimento com os credores.

Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira

Entenda o que aconteceu com a Americanas (AMER3)

A derrocada da Americanas (AMER3) começou no último dia 11, com a publicação de um fato relevante, após o fechamento de mercados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No comunicado, apenas duas informações conseguiram abalar os dias seguintes da varejista: uma "inconsistência contábil" de R$ 20 bilhões e as renúncias do CEO, Sergio Rial, e o diretor financeiro, André Covre, que haviam assumido os postas a menos de 10 dias de casa.

No dia seguinte, a resposta não foi outra: os papéis da Americanas no Ibovespa ficaram em leilão por oscilação máxima permitida até o começo da tarde. Por volta das 14h25, as ações caíram 76% — o que, no final do dia, resultou em uma perda de R$ 8,4 bilhões em valor de mercado.

Desde então, as ações da varejista seguiram em queda — com alguns alívios, à espera de algum pronunciamento dos principais acionistas: Jorge Paulo Lemann, Marcell Telles e Carlos Alberto Sicupira. Até que, a dívida total foi novamente ajustada e agora está na ordem de R$ 43 bilhões.

Além disso, bancos credores — o BTG Pactual, por exemplo — conseguiram liminares para bloquear em recursos da varejista como garantia para não sofrerem o "calote".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em resumo, a Americanas (AMER3), com apenas R$ 250 milhões em caixa, entrou com o pedido de recuperação judicial da empresa, que foi aceito na última quinta-feira (19). Com a oficialização, o processo tornou-se o quarto maior já visto no Brasil, ficando atrás somente das ações da Odebrecht (R$ 98,5 bilhões), da Oi (R$ 65,4 bilhões) e da Samarco (R$ 50 bilhões).

Por fim, os papéis da Americanas (AMER3) foram excluídas do Ibovespa e de mais 13 índices da B3. Mas, a história da recuperação judicial e novos desdobramentos da varejista devem seguir por um bom tempo adiante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
LADEIRA ABAIXO

Fitch corta nota de crédito da Raízen (RAIZ4) pela segunda vez no mesmo dia; rating passou de B para CCC

9 de fevereiro de 2026 - 20:09

Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo

ANOTE NA AGENDA

Dividendos ou JCP? Itaúsa (ITSA4) anuncia calendário de pagamentos de proventos em 2026; confira as datas e os valores

9 de fevereiro de 2026 - 19:56

Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026

PREPAREM OS BOLSOS

BB Seguridade (BBSE3) vai distribuir quase R$ 5 bilhões em dividendos após lucro recorde em 2025

9 de fevereiro de 2026 - 19:40

Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento

DEPOIS DA CRISE

O problema não é a vitrine, é o caixa: BTG Pactual entra no debate do FGC após crise do Banco Master

9 de fevereiro de 2026 - 19:03

Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento

SOB PRESSÃO

S&P Global tira grau de investimento da Raízen (RAIZ4) e alerta para risco crescente de calote em meio a dívida alta e queima de caixa

9 de fevereiro de 2026 - 18:40

Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia

BRB EM QUEDA

Mercado reage a plano de recomposição de capital e ações do BRB (BSLI4) chegam a cair 20%

9 de fevereiro de 2026 - 18:13

Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)

SINAL DE ALERTA

O que os dividendos da Petrobras (PETR4) têm a ver com a cautela de analistas e investidores em relação à estatal

9 de fevereiro de 2026 - 18:01

O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo

DIFÍCIL DE RECLAMAR?

O novo normal do BTG Pactual: o que o CEO prevê por trás do guidance de rentabilidade — e quais as alavancas de crescimento para 2026

9 de fevereiro de 2026 - 17:47

Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar

SOB INVESTIGAÇÃO

De caneta milagrosa a perigo para a saúde: mortes por pancreatite colocam canetas emagrecedoras na mira da Anvisa

9 de fevereiro de 2026 - 17:20

Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência

NO INFERNO ASTRAL

Endividada, Raízen (RAIZ4) perde grau de investimento da Fitch, com corte na nota de crédito

9 de fevereiro de 2026 - 16:05

A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento

DEGRAU OU TETO?

Rentabilidade do Bradesco (BBDC4) deve ‘emperrar’ em 17%, abaixo dos rivais, aposta JP Morgan

9 de fevereiro de 2026 - 13:20

ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa

PROCURA-SE AJUDA

Com ação valendo menos de R$ 1, Raízen (RAIZ4) busca assessores para sair do sufoco das dívidas

9 de fevereiro de 2026 - 11:27

A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco

NO RADAR DO MERCADO

Banco Pine (PINE4) acelera, entrega ROE de 36% e passa a flertar com oferta de ações milionária na B3

9 de fevereiro de 2026 - 10:34

Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine

AGORA VAI?

A CSN (CSNA3) quer vender até R$ 18 bilhões em ativos — quais as chances de o plano de desalavancagem finalmente sair do papel

9 de fevereiro de 2026 - 6:32

Pressão financeira, plano mais detalhado e menos espaço para recuos explicam por que analistas veem maior chance de execução agora

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) bate novo recorde de lucro e deixa os rivais para trás na corrida da rentabilidade no 4T25

9 de fevereiro de 2026 - 5:19

O banco fechou o quarto trimestre de 2025 com um lucro líquido ajustado recorde de R$ 4,59 bilhões. Veja os destaques do balanço

UM NOVO REVÉS

Nelson Tanure perde ações da Light (LIGT3) e da Alliança (AARL3) para credores; entenda o que aconteceu

8 de fevereiro de 2026 - 18:10

O montante da dívida em jogo é estimado em R$ 1,2 bilhão, tendo como credores nomes como BTG Pactual, Prisma, Farallon e Santander

EM EXPANSÃO

JBS (JBSS32) acelera aposta no Oriente Médio e investe US$ 150 milhões em hub multiproteínas em Omã; entenda os detalhes da operação

8 de fevereiro de 2026 - 17:03

Segundo o CEO global da empresa, Gilberto Tomazoni, o projeto marca a expansão da presença da companhia na região

ESCÂNDALO FINANCEIRO

Caso Fictor: após recuperação judicial, clientes organizam associação para cobrar R$ 4 bilhões em investimentos

7 de fevereiro de 2026 - 15:43

Grupo tenta coordenar reação dos investidores após pedido de recuperação judicial e decisão do TJ-SP que bloqueou R$ 150 milhões da empresa

MEIO AMBIENTE

Petrobras (PETR4) leva multa de R$ 2,5 milhões do Ibama após vazamento em poço na Foz do Amazonas

7 de fevereiro de 2026 - 14:51

Autuação cita descarga de fluido de perfuração no mar; estatal tem 20 dias para pagar ou recorrer, enquanto ANP libera retomada da perfuração

REFORÇO DE CAIXA

Em meio às investigações sobre o Banco Master, BRB apresenta plano de recomposição de capital ao BC

7 de fevereiro de 2026 - 11:02

Banco do DF diz que ações são preventivas e que eventual aporte ainda depende do desfecho das investigações

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar