🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

PÁGINA AMASSADA

Crise da Americanas (AMER3) vira livro de terror para editoras e ameaça recuperação depois do baque da pandemia

Só a dívida da Americanas com as editoras de livros representa 3% do faturamento anual do setor

Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira, bilionários acionistas da Americanas (AMER3)
Carlos Alberto Sicupira, Jorge Paulo Lemann e Marcel Herrmann Telles, acionistas da Americanas (AMER3) - Imagem: Shutterstock/Ambev/Seu Dinheiro - Montagem Brenda Silva

Editar livros no Brasil é tarefa inglória. A média de leitura no país é bem menor que a de outros países em desenvolvimento. E, embora o mercado editorial tenha voltado a crescer depois do baque provocado pela pandemia em 2020, o ano de 2023 começa sob o impacto das crises envolvendo a Livraria Cultura e a Americanas (AMER3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto a Livraria Cultura briga na justiça para não fechar as portas, agora é o rombo no balanço da Americanas que atinge as editoras em cheio.

A Americanas deve um total de R$ 71,87 milhões para cerca de cem editoras de livros, segundo levantamento feito pelo Estadão com base na lista de credores entregue pela varejista à Justiça no âmbito de seu pedido de recuperação judicial.

Os valores das dívidas variam entre R$ 75 e R$ 7,68 milhões. O levantamento foi feito pelo Estadão, com base na lista de credores da empresa.

Os maiores credores da Americanas entre as editoras

A maior credora da Americanas entre as editoras é a Catavento, com R$ 7,68 milhões, seguida pela Intrínseca, que tem R$ 5,9 milhões a receber, e pela Companhia das Letras, com R$ 5,3 milhões. A Panini aparece em quarto lugar, com R$ 5 milhões a serem pagos pela varejista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quase 90% da dívida com o setor está concentrada em 20 empresas, que têm R$ 1 milhão ou mais a receber da Americanas.

Leia Também

NA BERLINDA

“Sem saída fácil”: Braskem (BRKM5) despenca mais de 13% após UBS BB rebaixar ação e cortar preço-alvo em 74%

LA BELLE DE JOUR

Amazon esquenta disputa em setor após aposta da Raia Drogasil (RADL3); veja quem vence, segundo o BTG Pactual

O prejuízo milionário das editoras ocorre no mesmo ano em que a Livraria Cultura teve a falência decretada pela Justiça por não honrar os pagamentos acordados com os credores - depois, a livraria conseguiu reverter o quadro, ao menos temporariamente, para voltar ao status de empresa em recuperação judicial.

Veja também: o saldo de um ano de guerra para os seus investimentos

Dívida da Americanas com editoras representa 3% do faturamento do setor

Com a Americanas em recuperação judicial, as dívidas com as editoras, que representam 3% do faturamento anual do setor, devem ser pagas no prazo a ser acordado com credores na votação do plano de recuperação. Ou seja, as empresas terão de arcar com o prejuízo pelos próximos meses ou mesmo anos.

O impacto financeiro do caso da Americanas é significativo para o setor, que já enfrentava dificuldades para aumentar a receita.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O faturamento do mercado de livros no Brasil em 2022 foi de R$ 2,58 bilhões, e deve atingir R$ 2,6 bilhões em 2023, um crescimento de 2,3%, de acordo com dados da consultoria Statista.

A previsão do avanço do mercado para este ano é inferior à média global, que é de 3,4%. No País, o gasto anual médio por consumidor no mercado de livros é de R$ 56,46, enquanto chega a R$196 no mundo. Até 2027, a consultoria prevê uma taxa composta anual de crescimento de 1,77% no faturamento do segmento de livros no Brasil.

Procuradas, as editoras citadas na reportagem não comentaram o caso. A Americanas também não se pronunciou.

  • Por que estamos no momento ideal para poder ganhar dinheiro com dividendos? O Seu Dinheiro preparou 3 aulas exclusivas para te ensinar como buscar renda extra com as melhores ações pagadoras da Bolsa. [ACESSE AQUI GRATUITAMENTE]

Risco para as pequenas editoras

De acordo com Dante Cid, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), nenhuma das grandes editoras corre o mesmo risco que as pequenas, mais sensíveis às perdas financeiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cid diz que a Americanas era responsável por cerca de 10% do faturamento das grandes - bem menos que a livraria Saraiva, outra que entrou em recuperação judicial e que era responsável por 40% ou 50% do faturamento das editoras. Ainda assim, Cid avalia que a recuperação judicial da Americanas pode levar o setor a registrar crescimento zero em 2022.

"É um problema grave que pegou todo mundo de surpresa. O timing foi péssimo, porque estava se aproximando do momento de as editoras receberem pelas vendas da Black Friday e do Natal. Essas vendas fizeram muita diferença no ano", diz.

Cid afirma que os estoques que antes iam para a Americanas devem ir para concorrentes no comércio eletrônico. Porém, a perda da exposição dos livros nas lojas físicas é um golpe mais difícil para o setor superar.

"Algumas editoras haviam sentido insegurança com a Americanas e reduziram o trabalho com a varejista. Mas a grande maioria trabalhava com ela normalmente. Agora, a maioria vai suspender as negociações com a empresa e outras vão trabalhar apenas com pagamentos à vista", diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Estadão Conteúdo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Logo da companhia JBS, ao fundo céu azul e árvores espelhados na fachada do prédio 15 de setembro de 2026 - 19:14
Weg (WEGE3) 15 de setembro de 2026 - 17:52
Em um fundo com cifrões caindo do céu, o símbolo da Vivo aparece no centro da imagem 14 de setembro de 2026 - 19:10
Vale 14 de setembro de 2026 - 18:31
Touro amarelo com investidor em cima dele em direção para o alto, representando um bull market do Ibovespa e da bolsa brasileira 14 de setembro de 2026 - 17:58
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar a temporada de balanços de bancos Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3). 14 de setembro de 2026 - 16:32
Montagem ilustrativa mostra Cleusa Maria segurando um bolo em primeiro plano, diante do interior de uma loja da Sodiê Doces. Ao fundo são vistos vitrines de doces, mesas, cadeiras, decoração com balões e a identidade visual da marca. A composição foi criada digitalmente e não corresponde a uma fotografia única de uma situação real. 14 de setembro de 2026 - 7:07
Logo do Banco BRB 13 de setembro de 2026 - 15:44
Usiminas (USIM5), Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3) 11 de setembro de 2026 - 14:15
11 de setembro de 2026 - 11:40
David Vélez, fundador e CEO do Nubank, durante evento de lançamento em Miami. 10 de setembro de 2026 - 13:41
Logo da BB Seguridade (BBSE3) 10 de setembro de 2026 - 11:33
Imagem mostra um panda comendo um bambu em zoológico 10 de setembro de 2026 - 10:52
ID da foto:1307414278 9 de setembro de 2026 - 17:57
9 de setembro de 2026 - 15:48
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar