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O documento contou também com as assinaturas dos Estados Unidos, União Europeia, Brasil; a carta não regula os sistemas de IA

Um grupo de 28 países assinou nessa quarta-feira (1º) uma declaração para garantir o desenvolvimento seguro de ferramentas de Inteligência Artificial (IA).
O acordo foi firmado durante a 1ª cúpula global sobre os riscos da IA, no Reino Unido, e contou com as assinaturas dos Estados Unidos, China, União Europeia e Brasil.
No documento, nomeado de Declaração de Bletchley, os países se comprometem a "identificar riscos de segurança da IA, de preocupação compartilhada" e construir uma compreensão científica baseada em evidências sobre esses riscos.
"Existe potencial para danos graves, até mesmo catastróficos, deliberados ou não intencionais, decorrentes das capacidades mais significativas destes modelos de IA. Dada a rápida e incerta taxa de avanço da tecnologia e no contexto da aceleração do investimento, afirmamos que é especialmente urgente aprofundar a nossa compreensão destes riscos potenciais e das ações para os enfrentar", diz a declaração.
O documento ainda reforça a importância do "diálogo global inclusivo" a partir de fóruns internacionais, para continuar a investigação sobre a segurança da IA e garantir que os benefícios da tecnologia "possam ser aproveitados de forma responsável para o bem de todos".
"Resolvemos trabalhar juntos de forma inclusiva para garantir uma IA centrada no ser humano, confiável e responsável que seja segura e apoie o bem de todos", reforça a declaração.
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É a primeira vez que um acordo global entre países que são desenvolvedores de inteligência artificial é assinado com o objetivo de encontrar formas para regular essa tecnologia.
Contudo, o documento não tem a finalidade de regular a IA — pelo menos, nesse primeiro momento. O acordo é uma carta de intenções, sem detalhes de metas políticas específicas para cada país ou empresa.
“Todos os intervenientes têm um papel a desempenhar na garantia da segurança da IA: as nações, os fóruns internacionais e outras iniciativas, as empresas, a sociedade civil e o meio acadêmico terão de trabalhar em conjunto”, diz um trecho da carta.
Vale lembrar que o Reino Unido lidera as conversas para a formação do primeiro instituto de inteligência artificial do mundo. Isso porque o país segue preocupado com ameaças de ataques cibernéticos e desinformação, entre outros problemas.
*Com informações de Estadão
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