🔴 CHEGOU A HORA DE PROGRAMAR OS SEUS AGENTES DE IA – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

maus ventos

Inflação pode deixar de responder ao BC se Lula conseguir mudar meta, dizem gestores

Rodrigo Azevedo, da Ibiuna, e Felipe Guerra, da Legacy, estão com visão pessimista para o Brasil

Lula meta inflação
Imagem: Ricardo Stuckert

Responsáveis por cerca de R$ 60 bilhões alocados em seus fundos, os gestores Rodrigo Azevedo, da Ibiuna, e Felipe Guerra, da Legacy, não estão nada otimistas com o futuro da economia brasileira, particularmente com a inflação - e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem tudo a ver com isso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta terça-feira (31), durante evento do Credit Suisse, ambos reforçaram sua visão negativa para os ativos locais, tendo em vista os primeiros ruídos de um governo que começou há um mês e o cenário observado no exterior.

Na visão de Azevedo, o ponto mais preocupante de janeiro não foram os ataques às instituições no dia 8, ou a descoberta de um rascunho de golpe na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres. Foi a entrevista de Lula à GloboNews alguns dias após a baderna em Brasília.

Nela, o presidente tocou em vários assuntos e, inclusive, questionou a meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o ano de 2022, de 3,5%. 

“Você estabeleceu uma meta de inflação de 3,7% (sic), quando você faz isso, é obrigado a ‘arrochar’ mais a economia para atingir aqueles 3,7%. Por que precisava fazer os 3,7%? Por que não fazia 4,5%, como nós fizemos?”, reclamou Lula.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o gestor da Ibiuna, a fala do presidente engatilha uma mudança de expectativas de inflação que pode atrapalhar a atuação do Banco Central. Ele frisa que, para determinar a taxa de juros, um dos principais elementos observados pelo BC hoje é a expectativa de inflação de 2024.

Leia Também

O PREÇO DAS ELEIÇÕES

Sem rali eleitoral? Gatilho para a bolsa brasileira fica para depois das eleições; saiba qual é, segundo o JP Morgan

INSEGURANÇA

Bets estudam medidas para tentar reverter proibição depois de MP de Lula, mas proximidade da eleição atrapalha

“Se, de repente, ela embica para cima, se o BC não sabe mais nada do que está acontecendo, o que ele faz? Fala ‘pô, eu preciso apertar mais’. O problema é que a expectativa de inflação, nesse momento, vai deixar de responder ao movimento do Banco Central”, teorizou o ex-diretor do BC.

Vale destacar que a meta de inflação para este ano é de 3,25%, com margem de 1,5 ponto percentual (p.p.), para cima ou para baixo. Ou seja, a meta determina que o índice fique entre 1,75% e 4,75%. 

Leia mais:

Mais que inflação

Se Azevedo acha que está pessimista, Guerra, com quem dividiu o painel, está ainda mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O gestor da Legacy tem total certeza de que o governo Lula irá “apertar vários botões” para tentar estimular o crescimento do país e manter seu nível de popularidade. 

Isso, em sua visão, passa por algumas medidas como, por exemplo, o “Desenrola”, um programa que foi prometido durante a campanha eleitoral e é voltado para a renegociação de dívidas, tendo em vista o elevado número de famílias endividadas no Brasil. 

Os detalhes do “Desenrola” ainda são desconhecidos, mas o programa em si é um sinal, para Guerra, de que o Brasil “vai caminhar para um regime de excepcionalidades”.

Mas juros e inflação altos não são uma notícia exatamente ruim para gestores que operam cenário macro, como é o caso de Azevedo e Guerra. Aliás, como os próprios frisaram no início do painel, ser um gestor global macro nos anos em que os juros no mundo todo ficaram em patamares extremamente baixos foi um enorme desafio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Nos últimos dois anos, a inflação voltou. Voltou a ter game”, disse Azevedo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar