O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Expectativas de inflação ainda não estão completamente ancoradas e devem demorar a voltar ao centro da meta
A política monetária ganhou um batalhão de especialistas de primeira viagem ao longo do primeiro semestre de 2023. O motivo principal foi a ampla publicidade dada à queda de braço entre o Palácio do Planalto e o Banco Central em relação a qual deveria ser a trajetória da taxa básica de juros.
Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderava a pressão pela redução da taxa Selic, o chefão do BC, Roberto Campos Neto, defendia a necessidade de “ancoragem das expectativas” para o IPCA, índice de inflação oficial medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
Ou seja, ainda que os preços estivessem comportados, o mercado ainda projetava um IPCA acima da meta para os anos seguintes. E as expectativas desancoradas acabam prejudicando o trabalho de conter a inflação, de acordo com Campos Neto.
Ao longo do ano, porém, a inflação perdeu mais força do que se imaginava inicialmente e, com ela, caíram também as projeções para o IPCA nos meses e anos futuros.
Tudo isso permitiu ao Comitê de Política Monetária (Copom) do BC enfim dar início ao ciclo de corte da taxa básica de juros, com uma redução de 13,75% para 13,25% ao ano.
O Copom anunciará sua próxima decisão de juros nesta quarta-feira (20), depois do fechamento de mercado, e a ampla expectativa é de um novo corte de 50 pontos-base nos juros, a 12,75% ao ano.
Leia Também
Mas há algo no radar que ainda pode ser um empecilho para reduções mais ousadas da Selic no futuro. Sim, a culpa novamente recai sobre as expectativas de inflação, que seguem desancoradas.
Quem chamou a atenção para o fato foi Alberto Ramos, economista do banco norte-americano Goldman Sachs.
A expectativa do mercado é de que o IPCA feche 2023 em 4,86%, 2024 em 3,86% e 2025 em 3,50%, de acordo com o boletim Focus desta segunda-feira (18). Ou seja, as projeções seguem acima do centro das metas de inflação, que são de 3,25% para este ano e de 3,00% para 2024 e 2025.
Na avaliação do economista do Goldman Sachs, as medianas registradas na Focus refletem “a expectativa de que o governo terá dificuldade em cumprir as metas fiscais anunciadas e está inclinado a acomodar a inflação acima da meta”.
É preciso considerar que somente a expectativa para o IPCA de 2023 encontra-se totalmente fora da meta, que dispõe de uma banda de oscilação que vai de 1,75% a 4,75%.
Para 2024 e 2025, embora permaneçam acima do centro da meta, as expectativas estão dentro da banda (de 1,5% a 4,5%).
Participantes do mercado consideram improvável que o Copom anuncie na quarta-feira outra decisão que não um corte de 50 pontos-base na taxa Selic.
No entanto, as expectativas ainda tiram o sono de Roberto Campos Neto e dos demais diretores do BC. Prova disso encontra-se na ata da reunião de agosto do Copom.
Nela, os dirigentes da autoridade monetária afirmam que as expectativas de inflação apresentaram ancoragem apenas parcial até agora.
Um dos motivos, na avaliação dos próprios diretores do BC, é o temor de que a autoridade monetária poderia, com o passar do tempo, tornar-se mais leniente no combate à inflação.
Não parece ser o caso. De qualquer modo, é improvável que o BC opte por cortes mais acentuados na taxa de juros antes de uma completa ancoragem das expectativas.
Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano
O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado
Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.
Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais
Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo
Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos
Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa
Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.
Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil