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Com o recorde alcançado em maio, a participação do agronegócio nas exportações totais brasileiras alcançou 50,8%; soja bate recorde

Depois de ser a grande estrela do PIB do primeiro trimestre, o agronegócio brasileiro segue brilhando. As exportações de produtos brasileiros alcançaram uma marca inédita em maio, com destaque para a soja.
No total, foram US$ 16,78 bilhões em exportações pelo agronegócio, 11,2% mais que em igual mês de 2022 e um novo recorde.
"Nunca as exportações ultrapassaram US$ 16 bilhões em um único mês, considerando-se toda a série histórica iniciada em 1997", destacou o Ministério da Agricultura em nota.
Com o recorde, a participação do agronegócio nas exportações totais brasileiras alcançou 50,8%, ainda de acordo com o governo.
As exportações de soja em grão também alcançaram recorde para o mês, com US$ 8,13 bilhões. As vendas externas de farelo de soja foram destaque, com US$ 1,43 bilhão — ou seja, um avanço de 32%.
No acumulado do ano, janeiro a maio, as exportações do agro somaram US$ 67,3 bilhões, crescimento de 5,8% na comparação com o mesmo período em 2022.
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Além da soja, o Ministério da Agricultura citou o recorde em valor e quantidade nas vendas de frango e carne suína. Além disso, o milho e o açúcar bateram recorde em valor e a celulose e o óleo de soja em quantidade.
Por fim, a expectativa do ministério é de que em 2023 o Brasil se torne o maior exportador de farelo de soja do mundo. Em maio, "o produto registrou recorde em valor (US$ 4,76 bilhões) e quantum (8,84 milhões de toneladas)".
Mas nem tudo é motivo de comemoração para o agronegócio. Isso porque o Ministério da Agricultura informou que dois novos focos de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP, vírus H5N1) em aves silvestres foram detectados no Brasil. No total, há 38 casos da doença em aves silvestres no País.
Ainda de acordo com o ministério, há outras seis investigações em andamento, com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo.
As notificações em aves silvestres não comprometem o status do Brasil como país livre de IAAP e não trazem restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros, conforme prevê a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).
*Com informações do Estadão Conteúdo
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