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O BB fechou 2022 com ganho de R$ 31,8 bilhões, uma alta de 51,3% em relação a 2021
Na primeira divulgação de resultados do Banco do Brasil (BBAS3) sob o comando da nova presidente, Tarciana Medeiros, a instituição bicentenária mostrou porque se tornou a queridinha dos investidores em 2022.
O BB concluiu o ano passado com lucro líquido ajustado de R$ 31,8 bilhões, uma alta de 51,3% em relação a 2021. No quarto trimestre isolado, o lucro foi de R$ 9,039 bilhões, afetado pelas provisões adicionais com o caso Americanas. Ainda assim, o resultado é 52,4% maior do que no 4T21 e marca um novo recorde na história do banco.
Tanto o resultado do ano quanto do trimestre ficaram acima das expectativas dos analistas ouvidos pela Bloomberg, que projetavam lucro anual de R$ 30,471 bilhões e trimestral de R$ 8,035 bilhões.
O retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL), que mede a rentabilidade do banco, também cresceu e ficou em 21,1% no ano e em 23% no quarto trimestre, patamar acima, inclusive, dos bancos privados.
Desconsiderando as provisões com a Americanas, o lucro teria sido de R$ 9,4 bilhões no trimestre, com RSPL anualizado de 23,4%. No ano, o lucro teria totalizado R$ 32,2 bilhões.
O Banco do Brasil também apresentou crescimento da margem financeira bruta, que chegou R$ 73,4 bilhões, uma alta de 23,8%. No quarto trimestre, a linha somou R$ 21,5 bilhões, aumento de R$ 44,9% na comparação com o mesmo período de 2021.
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Contribuíram para o resultado os aumentos da receita de operações de crédito e, principalmente, o resultado da tesouraria, que mais que dobrou em 2022.
Assim como seus pares, o BB procurou não mencionar o nome da Americanas no balanço e referiu-se ao caso como um "evento subsequente" sobre uma empresa que entrou com pedido de recuperação judicial em janeiro.
Dos grandes bancos brasileiros, o BB é o que tem menor exposição à varejista - R$ 1,3 bilhão, de acordo com a lista de credores divulgada pela Americanas. Desse montante, a instituição decidiu provisionar R$ 788 milhões, o que corresponde a 50% da exposição.
"Os desdobramentos do caso estão sob monitoramento constante e o volume de provisão acompanhará a evolução das negociações, sendo que eventual necessidade de agravamento adicional do risco e seu impacto em provisão já estão devidamente contemplados nas projeções corporativas de 2023", afirmou o banco na divulgação de resultados.
A situação estaria confortável até se o BB tivesse provisionado 100% do crédito, segundo os cálculos do banco. Simulando esse cenário, o lucro líquido ajustado no trimestre seria de R$ 8,6 bilhões, com um RSPL anualizado de 21,8%. Já no ano, o lucro teria sido de R$ 31,4 bilhões.
Vale lembrar que o maior credor da Americanas é o Bradesco, com R$ 4,8 bilhões, que decidiu provisionar 100% das perdas e viu seu lucro despencar 76%.
O índice de inadimplência no BB, que foi se deteriorando muito lentamente ao longo de 2022, acelerou no quarto trimestre e passou para 2,51%, de 2,34% no período anterior. Ainda assim, o índice está abaixo da média do sistema financeiro nacional no quarto trimestre, de 3%.
O índice de cobertura, que é a relação entre o saldo de provisões e o saldo de operações vencidas há mais de 90 dias, ficou em 227,1%, patamar também acima da média. Mas é importante destacar que houve uma deterioração forte na comparação com dezembro de 2021, quando o índice estava em 325%.
A carteira de crédito do Banco do Brasil chegou à marca de R$ 1 trilhão em dezembro de 2022, o que representa um crescimento anual de 14,8%.
O desempenho foi positivo em todos os segmentos de negócios, com destaque para o agro. O crédito ao setor subiu 24,9% em 12 meses, com ênfase para as operações de custeio, de investimento e de crédito agroindustrial.
A carteira ampliada PJ cresceu com menos ímpeto no ano, mas, ainda assim, teve alta relevante de 12,8%. Já a carteira pessoa física avançou 9% na mesma base comparativa, com destaque para o crédito consignado e o cartão de crédito.
Fazendo um balanço das projeções de crescimento (guidance) do Banco do Brasil em 2022, a instituição bateu praticamente todas as metas, com algumas ficando, inclusive, no topo e acima do guidance. Confira:

Para 2023, a nova administração listou uma série de premissas das quais partiu o guidance do ano. Uma das mais importantes - e que era motivo de preocupação sob o governo Lula - é que o atual modelo de negócios será preservado.
A atuação da nova diretoria também se compromete a ficar pautada pela sustentabilidade, promovendo negócios ESG e desenvolvimento social.
Tendo em vista o cenário macro desafiador do ano, a projeção para crescimento da carteira de crédito ficou mais comedida do que no ano passado. Ainda assim, o BB espera crescimento de até 16% no lucro líquido.
No exercício de 2022, o Banco do Brasil destinou R$ 11,8 bilhões aos acionistas, num total de R$ 4,138 por ação. Para 2023, a remuneração aos acionistas foi mantida em 40% do lucro líquido. Isto significa que, caso o BB atinja o topo da meta de lucro líquido, os acionistas podem receber até R$ 14,8 bilhões em 2023.
Confira o guidance de 2023:

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