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Segundo dados recentes da K33 Research, o volume à vista negociado em bitcoin (BTC) semanalmente na Binance caiu 57% desde o começo de setembro
A cruzada da SEC, órgão equivalente à CVM nos Estados Unidos, contra as empresas do setor de criptomoedas parece ter concentrado esforços na Binance.US — divisão americana da Binance, a maior corretora de cripto (exchange) do planeta.
Entretanto, em uma fase recente das investigações, a vitória foi dada à Binance.US — lançada em 2019 com o nome oficial de BAM Trading Services.
Recapitulando a história, na última segunda-feira (18), a SEC solicitou à justiça norte-americana uma inspeção geral nos documentos de registros da empresa. O objetivo principal era fazer uma devassa no balanço patrimonial na corretora.
Em última instância, o órgão pretendia checar se a exchange não protagonizaria uma nova crise no mercado como foi com a falência da FTX. Também está sendo investigada a possibilidade de a divisão entre a BAM (Binance.US) e a Binance Holdings ser apenas uma fachada — o que vai contra as regras de valores mobiliários nos EUA.
Vale lembrar que a corretora de Sam Bankman-Fried, então CEO da FTX, caiu em desgraça em poucos dias após a divulgação de que não havia segregação patrimonial entre os ativos da empresa e os fundos dos clientes.
A tentativa de forçar judicialmente a empresa a divulgar as informações sobre clientes e contas não deu certo. Segundo a Bloomberg, o juiz federal Zia Faruqui afirmou “não estar inclinado a permitir essa inspeção no momento”.
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Além disso, o magistrado ainda sugeriu que a SEC procure testemunhas e provas adicionais para embasar um pedido mais específico das suas alegações.
No meio desta disputa, o CEO da Binance, Changpeng Zhao, conhecido como CZ, usou o X, antigo Twitter, para reforçar que “a Binance.US não usa e nunca usou o Ceffu ou o sistema de custódia da Binance”. “Ceffu” é o nome dado à plataforma de custódia da Binance.
Ainda as investigações sobre a Binance.US estejam avançando — ou seja, não é possível afirmar que existem problemas na empresa —, os investidores ativaram o modo “aversão ao risco”. E isso se reflete nos negócios.
Segundo dados recentes da K33 Research, o volume à vista negociado em bitcoin (BTC) semanalmente na Binance caiu 57% desde o começo de setembro. Para efeito de comparação, o mesmo indicador na Coinbase — que também está sendo investigada pela SEC — caiu 9%.
No caso da Binance.US especificamente, a Kaiko identificou uma queda ainda maior: dos quase US$ 5 bilhões, a corretora passou a ter um volume semanal negociado de US$ 40 milhões.
Apesar dos problemas entre a SEC e a Binance, quem sofre são as criptomoedas. Isso porque as corretoras são um dos veículos mais importantes para manter liquidez no setor.
E a Binance é a maior corretora do planeta em volume negociado diariamente, movimentando cerca de US$ 5 bilhões por dia; sua principal concorrente, a Coinbase, é responsável por movimentar cerca de US$ 1 bilhão no mesmo intervalo de tempo.
Essa baixa volatilidade garantiu dias apáticos aos preços do bitcoin e das demais criptomoedas. Nesta terça-feira (19), porém, o dia segue positivo:
| # | Name | Price | 24h % | 7d % | YTD % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 27.191,50 | 1,40% | 4,59% | 64,56% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 1.646,89 | 0,37% | 3,49% | 37,73% |
| 3 | Tether USDt (USDT) | US$ 1,00 | 0,00% | 0,04% | 0,05% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 217,07 | 0,23% | 2,73% | -10,69% |
| 5 | XRP (XRP) | US$ 0,5135 | 2,52% | 6,76% | 51,10% |
| 6 | USD Coin (USDC) | US$ 1,00 | 0,02% | 0,02% | 0,01% |
| 7 | Cardano (ADA) | US$ 0,2557 | 1,36% | 3,40% | 2,73% |
| 8 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,06277 | 1,51% | 2,52% | -10,24% |
| 9 | Toncoin (TON) | US$ 2,55 | 5,91% | 40,61% | 10,67% |
| 10 | Solana (SOL) | US$ 19,96 | 1,27% | 11,96% | 101,28% |
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