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O Ibovespa caiu em 14 dos 15 pregões que aconteceram em agosto, com uma queda acumulada de 6,2% no que vai do mês
O mês de agosto tem sido difícil para a bolsa: dos 15 pregões que tivemos, o Ibovespa caiu 14 deles. A queda acumulada é de 6,2% até o fechamento de ontem, quando fechou em 114.429 pontos.

Fonte: Bloomberg
Com a queda, voltamos ao patamar em que a bolsa se encontrava ali em meados de junho. Curiosamente, naquele mês tivemos um dos episódios mais elogiados do Market Makers: Sandro Sobral, o chefe de tesouraria do Santander, disse que embora ainda estivesse otimista com Brasil, o posicionamento técnico na bolsa já não era favorável.
Em posicionamento técnico, leia-se: a bolsa subiu com muitos investidores locais ficando de fora da festa do gringo, mas depois da alta, o Fear of Missing Out (‘FOMO’ ou, o medo de ficar de fora, na tradução livre) fez com que os locais voltassem a comprar bolsa, só que em um patamar mais elevado de preços.
Com o posicionamento menos assimétrico, o Ibovespa precisaria de novos gatilhos para subir, o que acabou não acontecendo. Pelo contrário, de lá para cá:
1) Na China, a expectativa de crescimento do PIB para esse ano tem sido revisada para baixo dada toda a deterioração do ambiente de negócios dos setores imobiliário e financeiro;
2) Nos Estados Unidos, a economia está tão forte que o juro deve ficar alto por mais tempo. Não à toa, o rendimento dos títulos de 10 anos do tesouro americano alcançou o maior nível desde 2007, conforme podemos observar no gráfico abaixo:

Fonte: Bloomberg
3) Enquanto no Brasil, o cenário político voltou a contaminar o ambiente com o arcabouço fiscal parado no Congresso ao mesmo tempo em que o investidor teme um aumento de impostos.
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Em meio a tudo isso, a curva de juro voltou a subir: no gráfico abaixo, traçamos o juro de 5 anos subindo (linha branca) vs empresas de consumo (laranja) e small caps (azul), estando ambas invertidas com o objetivo de mostrar a relação entre alta de juros e queda das ações domésticas.

Tudo isso para dizer que, após sair de 102 mil pontos no final de março e bater 122 mil pontos em julho, o Ibovespa está passando por uma realização de preços capitaneada por um ajuste de expectativas aqui e no mundo. Isso é absolutamente normal.
Se você me perguntasse se essa é uma oportunidade para entrar ou aumentar exposição em ações brasileiras, te diria que sim.
Começamos um ciclo de queda de juros que deve não só contribuir positivamente para uma melhora dos resultados corporativos, como também atrair dinheiro para investimentos de risco.
No gráfico abaixo, podemos ver como a bolsa se comportou nos últimos 5 ciclos de queda de juros desde 2000.

Fonte: Brasil Capital
Com exceção de 2011, a bolsa apresentou uma tendência de alta nos anos subsequentes. E não para por aí.
Quando olhamos para as ações domésticas, o retorno é ainda mais expressivo do que o Ibovespa.

Fonte: Brasil Capital
Não estou dizendo que a bolsa vai subir hoje, no mês seguinte ou até o final do ano; só acho assimétrico estar comprado em ações em um período que historicamente contribuiu positivamente para a bolsa.
Não à toa, a Carteira Market Makers está completamente investida em ações e grande parte do meu dinheiro e dos meus sócios está investido no Market Makers FIA, que é o fundo inspirado na Carteira MMakers.
É muito fácil cagar regra com dinheiro fictício ou com o dinheiro dos outros. Agora, o jogo muda quando você mostra o que está fazendo na sua própria carteira.
Falaremos mais sobre nossa carteira e outras oportunidades de investimentos na bolsa nos próximos 3 dias, durante o SMALL CAPS MASTERS, um evento online e 100% gratuito focado em apresentar as principais ideias de investimentos na bolsa.
O evento começa hoje (terça-feira) e vai até quinta, sempre a partir das 18h, e amanhã entrarei ao vivo com meu sócio e irmão Thiago Salomão para me aprofundar em duas teses da Carteira MMakers.
O evento é gratuito, mas para receber o link de acesso das palestras é preciso se inscrever. Clique aqui e faça sua inscrição gratuita.
Um abraço,
Matheus Soares
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