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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Dólar cai e volta a R$ 5,05; Ibovespa sobe 1% e alcança os 116 mil pontos com Wall Street e China

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10 de outubro de 2023
7:20 - atualizado às 14:49

RESUMO DO DIA: O conflito entre Israel e Hamas segue no radar, mas em segundo plano. Nesta terça-feira (10), os investidores internacionais voltaram as atenções à política monetária dos Estados Unidos e novos estímulos na China. O Ibovespa acompanhou o tom positivo.

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Lá fora, a agenda foi mais esvaziada. Os índices operaram à espera da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed) e novos dados de inflação.

Os juros dos títulos da dívida norte-americana fecharam em baixa, ainda repercutindo declarações do vice-presidente do Fed de que o nível dos Treasurys serão considerados na próxima decisão do Fomc, em novembro. Com o alívio, Wall Street fechou o dia no azul.

Por aqui, o apetite ao risco no mercado internacional impulsionou o Ibovespa. O relator da Reforma Tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM) anunciou que a proposta deve ser apreciada entre os dia 8 e 9 de novembro no plenário do Senado.

Agora, o foco de atenções dos investidores é a divulgação da inflação de setembro, o IPCA, amanhã (11).

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O Ibovespa terminou o pregão com alta de 1,37%, aos 116.736 pontos.

Leia Também

O dólar à vista fechou a R$ 5,0562, em baixa de 1,44%.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (10):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou em alta acima de 1%, aos 116 mil pontos.

Na ponta positiva, os papéis da CVC (CVCB3) lideraram os ganhos do Ibovespa desde a abertura das negociações, com o alívio nos DIs.

As companhias aéreas avançam com a queda do petróleo — que aumenta as expectativas de manutenção ou até redução dos preços dos combustíveis.

Além disso, o dólar opera em queda — o que "barateia" as despesas das companhias aéreas, que são contabilizadas na moeda americana.

Confira as maiores altas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 3,1116,48%
PCAR3GPA ONR$ 3,759,33%
AZUL4Azul PNR$ 13,337,41%
GOLL4Gol PNR$ 6,807,26%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 1,996,99%

Na ponta negativa, Alpargatas (ALPA4) foi pressionada pelo corte no preço-alvo das ações de R$ 10 para R$ 8,70 pelo Citi. A revisão do banco deve-se às expectativas de resultados mais fracos da companhia para o terceiro trimestre, além de considerar o valuation (avaliação da empresa) “não atraente”.

Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3) recuaram na esteira da desvalorização do dólar, já que as empresas são mais expostas ao exterior.

Confira as maiores quedas do pregão:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 7,49-4,34%
KLBN11Klabin unitsR$ 23,33-0,81%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 31,63-0,78%
SUZB3Suzano ONR$ 56,45-0,44%
PRIO3PRIO ONR$ 48,25-0,41%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa terminou o pregão em alta de 1,37%, aos 116.736 pontos. O índice acompanhou o tom positivo do exterior, em meio ao alívios dos rendimentos dos Treasurys em Nova York.

Além disso, na reta final do pregão, o relator da Reforma Tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM) anunciou que a proposta deve ser apreciada entre os dia 8 e 9 de novembro no plenário do Senado.

Os investidores aguardam o IPCA de setembro, que será divulgado amanhã (11).

FECHAMENTO DE NOVA YORK

Com declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed) e a leitura dos investidores de que a guerra entre Israel e Hamas não deve expandir para outros territórios do Oriente Médio, sobretudo, no Irã, as bolsas de Nova York fecharam o dia em tom positivo.

Os juros da dívida dos Estados Unidos, os Treasurys, recuaram, o que também aliviou a pressão sobre os índices de Wall Street.

  • S&P 500: +0,52%
  • Dow Jones: +0,40%
  • Nasdaq: +0,58%
A FORTUNA DO LOBO DE CASHMERE

Dono de marcas de luxo como a Louis Vuitton e Dior, o francês Bernard Arnault ficou US$ 5,8 bilhões (R$ 29,3 bilhões) mais rico nesta terça-feira (10) — e tudo graças à valorização das ações da LVMH em reação ao balanço do terceiro trimestre.

Os papéis do império francês fecharam em alta de 3,21% na bolsa de valores de Paris, negociados a 733,50 euros.

Com os ganhos de hoje, o “Lobo de Cashmere” atualmente conta com uma fortuna de US$ 191,3 bilhões (R$ 966,83 bilhões), segundo a Forbes. No acumulado do ano, a riqueza do bilionário cresceu US$ 2,7 bilhões, de acordo com a Bloomberg. Confira aqui os detalhes de como Arnault se tornou a segunda pessoa mais rica do planeta.

É importante destacar que o patrimônio do CEO da LVMH é constituído principalmente por participações em empresas. Isso significa que, quando os papéis sobem na bolsa, o patrimônio do executivo é fortemente impactado. E vice-versa.

Leia mais.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar à vista fechou a R$ 5,0562, com queda de 1,44%.

A moeda americana recuou à medida que os investidores operaram com mais apetite ao risco e em meio à declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed).

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos do petróleo tipo Brent para dezembro fechou em baixa de 0,56%, a US$ 87,65 o barril na Intercontinental Commodity Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI para novembro terminaram a sessão em queda de 0,47%, com o barril a US$ 85,97 na New York Mercantile Exchange (Nymex).

A commodity recuou com a leitura do mercado de que, até agora, não há sinalizações de que o Irã seja afetado pelo conflito entre Israel e Hamas.

REFORMA TRIBUTÁRIA

O senador Eduardo Braga (MDB-PA) deve entregar o relatório da Reforma Tributária em 24 de outubro, segundo informações da Broadcast. Com isso, a apresentação do parecer do parlamentar foi adiado mais uma vez, já que a entrega estava revista para a semana de 16 a 20 de outubro.

Pelo novo cronograma, a proposta deve ser apreciada entre os dias 7 e 9 de novembro.

COMPANHIAS AÉREAS EM ALTA

Com o retorno do tom negativo nas negociações do petróleo no mercado internacionais, as companhias aéreas operam em alta e disputam a liderança do Ibovespa.

As ações das empresas recuperam as perdas da sessão anterior, quando foram pressionadas pela alta de mais de 4% do petróleo tipo Brent em meio à incertezas sobre o conflito entre Israel e o Hamas, de olho no Irã.

A queda do petróleo aumenta as expectativa de manutenção, ou até redução, dos preços dos combustíveis. Além disso, o dólar opera em queda — o que "barateia" as despesas das companhias aéreas, que são contabilizadas na moeda americana.

Confira como operam as ações da Azul e da Gol no Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
GOLL4Gol PNR$ 6,776,78%
AZUL4Azul PNR$ 13,206,37%
CVC (CVCB3) SOBE 10% NO IBOVESPA

O plano de voo é o documento mais importante para uma viagem tranquila de avião, inclusive com o tanque cheio. Na B3, o apetite ao risco dos investidores, combinado com a queda do dólar ante o real e o alívio nos juros futuros (DIs) são os componentes, ou melhor, o combustível para as ações das companhias nesta terça-feira. 

Esses fatores beneficiam o “voo” das ações das companhias aéreas, com destaque para a empresa de viagens e passagens aéreas CVC (CVCB3)

A desvalorização do dólar na comparação com o real, por exemplo, estimula a compra de viagens aéreas e a reserva de hospedagens, principalmente no exterior. As apostas de um alívio maior nos juros também ajuda as ações ligadas ao turismo. 

Além disso, a proximidade com o fim do ano, época mais promissora para o setor, dá um “gás” adicional para as ações, de acordo com analistas. 

Leia mais.

IBOVESPA SOBE 1%

O Ibovespa segue em alta de 1%, no nível dos 116 mil pontos. O movimento é sustentado pela forte alta das bolsas em Nova York e em meio à declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

O dirigente afirmou há pouco que "estamos em um processo de desinflação", durante o evento sobre países emergentes realizado em Marrocos.

PREPAREM O BOLSO

Ainda que a Itaúsa (ITSA4) seja conhecida como uma das vacas leiteiras da bolsa, para o CEO Alfredo Setubal, a holding que controla o Itaú Unibanco (ITUB4) se encontra em um “vale” de dividendos e está longe dos níveis históricos de remuneração aos acionistas.

Durante o evento Panorama Itaúsa, o executivo afirmou que a atual distribuição proventos abaixo da média está ligada ao elevado nível de investimentos que as companhias controladas pela holding “são obrigadas a fazer neste momento”.

Para reverter esse quadro, o diretor-executivo da companhia acredita que é preciso estratégia, especialmente nas empresas que estão sob o guarda-chuva da Itaúsa.

“A gente acredita que, se reduzida a alavancagem das empresas controladas e o nível de investimentos, o fluxo de dividendos virá”, afirma. 

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ESTRATÉGIA DA PETROBRAS COMPENSA VOLATILIDADE DOS PREÇOS DO PETRÓLEO, DIZ PRATES

A atual estratégia comercial da Petrobras (PETR4) vai ajudar a mitigar uma eventual disparada no valor dos derivados petróleo, principalmente do diesel.

A afirmação foi feita pelo presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, ao comentar a volatilidade nas cotações do barril de petróleo com a eclosão de um conflito no Oriente Médio.

No governo Luiz Inácio Lula da Silva, a Petrobras abandonou a política de paridade de preço internacional (PPI), criada no governo de Michel Temer e que considerava as cotações do petróleo no mercado externo.

Diesel preocupa mais que a gasolina

"Provavelmente vamos ter mais volatilidade no preço, o que vai salientar de novo a utilidade da política de preços que a gente tem colocado em prática com o governo federal", disse, ao chegar a evento promovido pelo consulado da Noruega no Copacabana Palace, no Rio.

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COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa sobe mais de 1%, aos 116 mil pontos com o forte avanço das bolsas de Nova York, em meio ao alívio da cautela dos investidores.

Na ponta positiva, CVC lidera os ganhos com o recuo dos juros futuros (DIs) e desvalorização do dólar ante o real. As companhias mais sensíveis aos juros, como Magazine Luiza (MGLU3), também avançam.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 2,939,74%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,007,53%
PCAR3GPA ONR$ 3,687,29%
YDUQ3Yduqs ONR$ 20,846,11%
GOLL4Gol PNR$ 6,736,15%

Na ponta negativa, Alpargatas (ALPA4) lidera as perdas com recuo de 2%, com os investidores repercutindo o corte no preço-alvo pelo Citi.

As companhias ligadas ao petróleo também operam em tom negativo, com a queda de mais de 1% do barril do Brent.

Confira as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
ALPA4Alpargatas PNR$ 7,67-2,04%
PRIO3PRIO ONR$ 48,08-0,76%
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,15-0,76%
BBSE3BB Seguridade ONR$ 31,76-0,38%
BRKM5Braskem PNR$ 19,12-0,31%

O dólar perdeu a força e opera a R$ 5,0708, com baixa de 1,14%.

Os juros futuros (DIs) recuam em toda a curva acompanhando os rendimentos dos Treasurys em Nova York.

FECHAMENTO DA EUROPA

Sem destaques da Europa, os índices fecharam em alta, acompanhando a recuperação das bolsas de Nova York com o alívio nos rendimentos dos Treasurys.

  • FTSE 100 (Londres): +1,81%;
  • CAC 40 (Paris): +2,01%;
  • DAX (Frankfurt): +1,95%.
GIRO DO MERCADO

No Giro do Mercado de hoje (10), a analista Larissa Quaresma irá comentar sobre o petróleo no mundo e como o conflito entre Israel e Hamas está ditando o rumo da principal fonte de energia do mundo. É uma boa hora de investir no setor? E na 3R Petroleum (RRRP3) e outras?

Além disso, o analista Caio Araújo trará o setor de shoppings junto com ele. O profissional da Empiricus Research abordará a estratégia de desinvestimentos da Allos e o que há de relevante no portfólio. Araújo vai responder se vale a pena investir em Iguatemi (IGTI11).

Acompanhe:

ALLOS (ALSO3) VOLTA A GARANTIR MILHÕES COM VENDA DE SHOPPINGS; AÇÕES SOBEM NA BOLSA

Menos de uma semana após garantir milhões com a venda de dois shoppings para um fundo imobiliário, a Allos (ALSO3) voltou a se desfazer de participações em outros dois ativos por uma nova cifra milionária.

E, assim como na semana passada, os papéis reagem em alta à notícia no pregão desta terça-feira (10). Por volta das 11h43, as ações da companhia, formada pela união de Aliansce Sonae e brMalls, operavam com um avanço de 2,33%, cotadas as R$ 23,29 — acompanhe a nossa cobertura completa de mercados

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ontem, a Allos explicou que a transação totaliza R$ 297,9 milhões e inclui 75% do Boulevard Shopping Campos e 36,7% do Santana Parque Shopping. O cap rate, ou taxa de capitalização, é de 8,35%, considerando a eficiência fiscal.

O nome do comprador não foi divulgado, mas, segundo informações do Brazil Journal, o novo dono dos ativos é a Partage Shopping Centers, fundada pelo empresário e sócio do grupo Aché, Ricardo Baptista. Procurada pelo Seu Dinheiro, a empresa afirmou que não irá comentar o tema.

Leia mais.

JUROS FUTUROS EM QUEDA

Com a agenda local esvaziada, os juros futuros (DIs) firmam alívio em toda a curva, acompanhando a perda de força dos rendimentos dos Treasurys em Nova York e a queda de mais de 1% do dólar no mercado à vista.

Por aqui, os DIs operam próximos das mínimas — atingidas logo após a abertura das negociações.

CÓDIGONOME ULT MIN MAX ABE FEC
DI1F24DI Jan/2412,22%12,20%12,22%12,21%12,22%
DI1F25DI Jan/2510,79%10,78%10,87%10,85%10,85%
DI1F26DI Jan/2610,58%10,56%10,71%10,67%10,67%
DI1F27DI Jan/2710,81%10,78%10,92%10,89%10,90%
DI1F28DI Jan/2811,10%11,08%11,21%11,17%11,18%
DI1F29DI Jan/2911,30%11,27%11,39%11,36%11,37%
ALÍVIO NOS TREASURYS

Os juros dos Treasurys, que são títulos da dívida dos EUA, operam em queda nesta terça-feira (10), na retomada das negociações após o feriado.

Os investidores reduziram a cautela sobre a política monetária repercutindo falas do vice-presidente do Fed no dia anterior.

O rendimento dos Treasurys com vencimento de dez anos, que são referência para as taxas de hipotecas, operam em queda, a 4,667%. Já o yield do título de 30 anos também opera também em alívio, a 4,857%.

IBOVESPA AOS 116 MIL PONTOS

O Ibovespa alcançou os 116 mil pontos e opera em alta de 1,29%. O índice acompanha o tom positivo de Wall Street, com alívio da aversão dos investidores.

BOLSAS EM NOVA YORK

As bolsas de nova York operam em tom positivo, ainda repercutindo declarações do vice-presidente do Federal Reserve (Fed), Philip Jefferson. O dirigente afirmou que o núcleo da inflação norte-americana deve seguir desacelerando e que terá "em mente" os níveis dos Treasurys na próxima reunião do colegiado do Fed, o Fomc.

  • S&P 500: +0,46%;
  • Dow Jones: +0,39%
  • Nasdaq: +0,47%
MAIORES ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

O Ibovespa opera em alta na esteira de Nova York, com o alívio sobre os juros dos títulos da dívida dos EUA, os Treasurys. Contudo, as commodities limitam os ganhos.

Na ponta positiva da primeira hora do pregão, CVC (CVCB3) lidera os ganhos com a desaceleração dos juros futuros (DIs) e queda do dólar. As companhias aéreas também recuperam as perdas da sessão anterior, com o recuo do petróleo.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 2,846,37%
GOLL4Gol PNR$ 6,675,21%
VAMO3Vamos ONR$ 9,114,47%
AZUL4Azul PNR$ 12,934,19%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,223,43%

Na ponta negativa, as companhias expostas ao exterior e ligadas a commodities operam em queda. confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 9,16-0,65%
PRIO3PRIO ONR$ 48,07-0,78%
JBSS3JBS ONR$ 18,32-0,33%
SUZB3Suzano ONR$ 56,50-0,35%
KLBN11Klabin unitsR$ 23,46-0,26%
AURA MINERALS (AURA33) AMPLIA PRODUÇÃO DE OURO NO 3T23

Se o ouro é considerado um porto seguro em meio a crises como a do conflito entre Israel e Hamas, a Aura Minerals (AURA33) está em boas condições para atender a um eventual  aumento na demanda.

A empresa anunciou um forte aumento de 34% na produção no terceiro trimestre de 2023 em relação aos três meses anteriores e de 12% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado, encerrando setembro a 64.875 onças equivalentes de ouro (GEO).

As GEO são calculadas a partir da conversão da produção de prata e cobre para ouro através de uma proporção dos preços desses metais em relação ao ouro, segundo a Aura. 

“Alcançamos um aumento significativo no volume de produção em todas as nossas operações neste trimestre”, afirmou o CEO da Aura, Rodrigo Barbosa, em comunicado ao mercado.

Leia mais.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em alta de 0,34%, aos 115.157 pontos. O índice da bolsa brasileira opera em alta, acompanhando o tom positivo de Wall Street, com alívio nos rendimentos dos Treasurys.

A alta, porém, pode ser limitada pelo desempenho das commodities, que recuam nesta terça-feira (10).

O dia é de agenda esvaziada no cenário doméstico e no exterior, com os investidores à espera da ata do Federal Reserve e novos dados de inflação nos EUA ao longo da semana.

O conflito entre Israel e Hamas segue no radar, com atenções voltadas para movimentações do Irã.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em tom positivo, acompanhando os índices futuros de Wall Street e na contramão do desempenho das commodities.

  • Vale (VALE): +2,10%, US$ 13,13
  • Petrobras (PBR): +0,54%, a US$ 14,79;
MERCADO DE COMMODITIES

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, com queda de 1,74%, com a tonelada a US$ 112,29.

Os contratos futuros do petróleo Brent registram queda de 0,52%, com o barril a US$ 87,67.

VAMOS (VAMO3) ANUNCIA RECOMPRA DE AÇÕES

Um dos poucos destaques positivos da safra mais recente de aberturas de capital (IPOs) na bolsa brasileira, a Vamos (VAMO3) atravessa um inferno astral na B3. Desde que atingiu a máxima recente de R$ 14,57 em junho deste ano, as ações da companhia amargam uma queda da ordem de 40% na bolsa.

Pois agora a administração da Vamos resolveu dar um sinal de que o pessimismo do mercado é exagerado. Isso porque a locadora de caminhões e equipamentos decidiu lançar um novo programa de recompra de ações.

A empresa poderá adquirir até 34 milhões de papéis, o que representa aproximadamente 8% do capital em circulação, por um prazo de 18 meses.

Aliás, vale dizer que a Vamos tem como prática manter programas de recompra abertos, sendo que o anterior venceu justamente em junho. No pregão de ontem, as ações VAMO3 fecharam cotadas a R$ 8,72.

Leia mais.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram em estabilidade em toda a curva, com a retomada das negociações dos Treasurys em Nova York após feriado local.

Sem destaques na agenda doméstica, a curva de juros tende a acompanhar os juros dos títulos da dívida norte-americana e o dólar no mercado à vista.

Confira como abriram os DIs:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F24DI Jan/2412,26%12,26%
DI1F25DI Jan/2510,56%10,57%
DI1F26DI Jan/2610,29%10,31%
DI1F27DI Jan/2710,59%10,59%
DI1F28DI Jan/2810,93%10,93%
DI1F29DI Jan/2911,16%11,16%
IBOVESPA FUTURO E DÓLAR

Ibovespa futuro abriu em alta de 0,35%, aos 116.085 pontos. Por sua vez, o dólar à vista também começou o dia subindo 0,10%, cotado a R$ 5,135.

AGENDA DO DIA
HorárioPaís / RegiãoEvento
7hEstados UnidosInício dos encontros do FMI
8hBrasilFGV divulga o IGP-M de outubro
10h30Estados UnidosPresidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic participa de conversa sobre projeções para a economia americana
11hBrasilMinistro da Fazenda, Fernando Haddad, participa de evento no Sesc
13hBrasilPresidente do BC, Roberto Campos Neto, palestra no 2023 Global Meeting, organizado pelo Emerging Markets Forum, em Marrakesh, Marrocos
14h30Estados UnidosDiretor do Fed, Christopher Waller participa de evento na Universidade George Mason
16hEstados UnidosDiscurso de Neel Kashkari, membro do Fomc
19hEstados UnidosPresidente do Fed de São Francisco, Mary Daly participa de discussão sobre desafios econômicos enfrentados por jovens americanos
Fonte: Investing.com
FMI ELEVA PROJEÇÃO PARA O PIB DO BRASIL

O FMI elevou a projeção para o PIB do Brasil em 2023. A estimativa do Fundo passou de alta de 2,1% para uma expansão de 3,1%.

Se a projeção estiver correta, o avanço significará uma aceleração em relação ao crescimento de 2,9% em 2022. A projeção para a economia brasileira em 2024 também aumento — de +1,2% para +1,5%.

FMI MANTÉM PROJEÇÃO PARA CRESCIMENTO DO PIB GLOBAL EM 2023

O Fundo Monetário Internacional (FMI) manteve sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global em 2023.

Na avaliação da entidade, a economia mundial deve registrar expansão de 3,0% este ano. Já a projeção para 2024 foi cortada em 0,1 ponto porcentual, para 2,9%.

JUROS DOS TREASURYS AMANHECEM EM QUEDA

Os rendimentos dos títulos da dívida norte-americana caem na manhã desta terça-feira.

Havia grande expectativa quanto à reação dos juros projetados da dívida dos EUA à guerra entre Israel e o Hamas.

Isso porque o mercado de Treasurys reabriu apenas hoje por causa de um feriado prolongado nos Estados Unidos.

Analistas consideram que o recuo das taxas reflete a maior demanda pelos títulos da dívida norte-americana por investidores em busca de segurança.

ISRAEL AFIRMA TER RETOMADO CONTROLE DA FRONTEIRA COM A FAIXA DE GAZA

O exército de Israel afirma ter retomado o controle da fronteira com a Faixa de Gaza.

Segundo Richard Hect, porta-voz do exército israelense, nenhum integrante do Hamas conseguiu entrar em Israel desde a noite de ontem.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM EM ALTA

Os índices futuros de Nova York amanhecem em alta nesta terça-feira.

Os investidores acompanham a volta das negociações dos Treasurys, os títulos do Tesouro norte-americano, ao mesmo tempo que reagem às falas de dirigentes do Federal Reserve.

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,18%
  • Dow Jones futuro: +0,18%
  • Nasdaq futuro: +0,21%
BOLSAS DA EUROPA OPERAM EM ALTA

As principais bolsas da Europa começaram o dia com ganhos.

A recuperação por lá acontece após comentários favoráveis de representantes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) em relação ao alívio do aperto monetário.

As atenções continuam voltadas para a crise no Oriente Médio, com a contra-investida de Israel sobre o grupo palestino Hamas.

Veja:

  • DAX: +1,74%
  • FTSE 100: +1,54%
  • CAC 40: +1,59%
  • Euro Stoxx 50: +1,75%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM MISTAS

Os índices asiáticos fecharam o pregão desta terça-feira sem um único sinal.

Do lado positivo, os ganhos de Nova York da sessão anterior deram ânimo às bolsas. Pesou do lado negativo as incertezas envolvendo o conflito entre Israel e os palestinos.

Assim, a bolsa de Xangai recuou 0,70%, enquanto o Shenzhen caiu 0,38%. O Kospi sul-coreano registrou queda de 0,26%.

Do lado positivo, o Hang Seng avançou 0,84% e a bolsa de Taiwan também registrou ganhos de 0,41%. Por fim, o líder da ponta positiva foi o Nikkei, com alta de 2,43%.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

No primeiro dia útil após o início do conflito entre Israel e Hamas, os mercados iniciaram o dia mais cautelosos e o Ibovespa acompanhou o tom negativo nas primeiras horas da sessão.

As incertezas sobre a possível escalada da guerra nos próximos dias na região, próxima a países produtores de petróleo, seguem no radar dos investidores em todo o mundo.

O petróleo disparou 4% em meio às expectativas de impactos na oferta da commodity, já reduzida por cortes voluntários da Rússia e da Arábia Saudita.

Em Nova York, os índices afastaram-se das perdas da abertura, repercutindo declarações do vice-presidente do Federal Reserve (Fed), Philip Jefferson. O dirigente afirmou que o núcleo da inflação norte-americana deve seguir desacelerando e que terá "em mente" os níveis dos Treasurys na próxima reunião do colegiado do Fed, o Fomc.

Por aqui, a agenda foi esvaziada. O Ibovespa deixou a cautela da manhã e estendeu os ganhos beneficiado pelo petróleo e melhora do humor em Wall Street.

O Ibovespa terminou o pregão em alta de 0,86%, aos 115.156 pontos. O dólar fechou a R$ 5,1300, com queda de 0,62%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (9).

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MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

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