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Lula também viu sua vantagem sobre Bolsonaro diminuir em um eventual segundo turno, mas lidera em todos os cenários de desempate
O presidente Jair Bolsonaro (PL) cresceu acima da margem de erro e estreitou sua desvantagem em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na mais recente pesquisa do Instituto FSB, encomendada pelo Banco BTG Pactual, com vistas às eleições de outubro.
Entretanto, apesar da recuperação de Bolsonaro, Lula mantém ampla vantagem e venceria em segundo turno se as eleições ocorressem agora.
A sondagem BTG/FSB de abril também expõe as dificuldades para a consolidação de uma candidatura alternativa, seja de Ciro Gomes (PDT) ou dos integrantes da chamada terceira via.
Lula e Bolsonaro dominam as menções espontâneas a seus nomes quando os eleitores são questionados em quem votariam sem que seja apresentada uma lista de pré-candidatos.
O petista lidera a pesquisa espontânea com 36% das intenções de voto, mas abaixo dos 38% registrados em março.
Por sua vez, Bolsonaro chegou a 30% das menções espontâneas, de 27% na sondagem anterior.
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Enquanto Lula oscilou dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, Bolsonaro viu a citação a seu nome crescer acima dessa referência.
Ciro Gomes manteve-se em 4%, no terceiro lugar. Todos os demais candidatos somados foram citados também 4% dos eleitores, de 5% antes.
Já o número de eleitores indecisos oscilou de 11% para 10%.
Assim como ocorreu na pesquisa espontânea, Bolsonaro cresceu acima da margem de erro e Lula manteve a liderança, ainda que oscilando em queda.
Em um cenário com todas as pré-candidaturas na mesa, Lula teria 41% dos votos em abril, de 43% em março.
Bolsonaro, por sua vez, passou de 29% em março para 32% em abril.
Com isso, a vantagem de Lula sobre Bolsonaro caiu de 14 para 9 pontos porcentuais entre março e abril.
Em terceiro lugar, Ciro Gomes conta com a intenção de voto de 8% dos eleitores, de 9% na sondagem anterior.
O governador licenciado de São Paulo, João Doria (PSDB), aparece em quarto lugar, com 3% das intenções, empatado com André Janones (Avante).
Em seguida, Simone Tebet (MDB) e Vera Lúcia (PSTU) aparecem com 1%.
Os demais pré-candidatos não chegaram a 1% das intenções.
Chama a atenção o baixo número de votos nulos ou em branco (2%).
O ex-presidente Lula lidera em todos os cenários propostos pela pesquisa BTG-FSB de abril com vistas ao segundo turno das eleições presidenciais.
No mais provável, diante de Jair Bolsonaro, Lula venceria com 52%, contra 37% para o atual presidente.
Em março, Lula venceria por 54% a 35%. Ambas as oscilações se deram dentro da margem de erro da pesquisa.
Os pesquisadores quiseram saber também como o eleitor se manifestaria nas urnas se Lula ou Bolsonaro ficassem fora do páreo em um eventual segundo turno.
Sem Bolsonaro na disputa, Lula venceria João Doria (52% a 19%), Ciro Gomes (48% a 27%), Simone Tebet (51% a 22%) e Eduardo Leite (52% a 22%).
Sem Lula na briga, Bolsonaro perderia para Ciro Gomes (39% a 46%) e ficaria em situação de empate técnico com os tucanos João Doria (40% a 39%) e Eduardo Leite (41% a 37%). Diante do Simone Tebet, o cenário também seria de empate técnico (41 a 37%).
A pesquisa BTG/FSB traz outros recortes interessantes.
Quem for votar em Lula ou Bolsonaro dificilmente mudará de voto. Os eleitores de ambos sinalizam grau de certeza na decisão de voto em 82%.
Dos eleitores de Janones (terceiro maior grau de certeza), por exemplo, 36% sinalizam a possibilidade de mudar o voto. Já entre os de Ciro, 59% estão abertos a votar em outro candidato.
E enquanto Lula conta com ampla preferência entre o eleitorado feminino (47% a 24% sobre o atual presidente), Bolsonaro é o favorito dos homens (41% a 36% sobre o ex-presidente).
Em relação a faixas etárias, o petista é o mais citado em todos recortes.
No quesito escolaridade, Lula tem a preferência tanto do público com ensino fundamental (50%) quanto com formação superior (35%). Em relação aos eleitores com ensino médio, Lula e Bolsonaro empatam com 37% das preferências.
Enquanto Lula é o candidato preferido dos católicos (46%), Bolsonaro lidera por ampla margem entre os evangélicos (46%).
Nos recortes de renda, Lula vence entre o eleitorado de salários mais baixos e Bolsonaro tem a preferência dos mais ricos.
O Instituto FSB entrevistou 2.000 pessoas por telefone entre os dias 22 e 24 de abril. A margem de erro informada é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
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