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Marina Silva deixou o PT em 2009, mas disse que, de alguma maneira, sempre esteve próxima de Lula. Agora juntos, eles querem conquistar os votos de quem acredita que Bolsonaro pode ser uma alternativa para o Brasil
A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), anunciou nesta segunda-feira (12) apoio público a Luiz Inácio Lula da Silva. Só que mais do que embarcar na candidatura petista ao Palácio do Planalto, essa aproximação tem outro objetivo: atrair não apenas votos de Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB), mas também do presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Até a urna se fechar, não existe um voto fixo do Lula, um voto fixo do Ciro, da Simone ou de quem quer que seja. Que a gente possa ganhar muitos votos daqueles que não são bolsonaristas, mas estão iludidos com a ideia de que Bolsonaro possa ser uma alternativa ao País", afirmou Marina em coletiva de imprensa.
Fora do microfone, Lula também reforçou a tese de atrair eleitores bolsonaristas. "Não é só o voto do Ciro e da Simone, é também o dos que querem votar no Bolsonaro. Vamos ter que ganhar muito dele", afirmou o petista.
A aproximação entre Lula e Marina era ensaiada desde o início do ano e é vista como um movimento de Lula ao eleitor do centro.
Além de fortalecer a campanha de Lula na discussão ambiental, a reaproximação do ex-presidente com Marina Silva transmite a mensagem de colocar as divergências de lado e se aliar contra um adversário comum, fortalecendo a tese do voto útil — aposta do PT para vencer a disputa já no primeiro turno.
Marina já foi filiada ao PT e também foi ministra do Meio Ambiente na primeira passagem de Lula pela presidência.
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Ela deixou o PT em 2009 e foi candidata à presidência da República em 2010, pelo PV, enfrentando Dilma Rousseff, candidata petista.
Marina se candidatou ao mesmo cargo pelo PSB em 2014 e, pela Rede, em 2018.
O encontro de hoje marca uma reaproximação após anos de afastamento.
"Estamos vivendo aqui um reencontro político e programático. Porque do ponto de vista das nossas relações pessoais, tanto eu quanto o presidente Lula nunca deixamos de estar próximos e de conversar, inclusive em momentos dolorosos de nossas vidas. Nosso reencontro político e programático se dá diante de um quadro grave da política do nosso país diante de uma ameaça, a ameaça das ameaças à nossa democracia", afirmou Marina.
Ela falou do retrocesso do governo na questão ambiental e citou as ameaças à democracia que o País enfrenta.
"Olhando para o que está acima de nós, manifesto meu apoio de forma independente ao candidato e futuro presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Compreendo que neste momento crucial da nossa História quem reúne as condições para derrotar Bolsonaro e a semente maléfica do bolsonarismo é a sua candidatura", afirmou Marina se dirigindo a Lula.
Em seguida, o candidato à vice-presidência, Geraldo Alckmin, tomou a palavra e agradeceu o apoio da ex-ministra.
Lula foi o último a falar e citou um dia histórico. "A democracia pode acontecer, mesmo quando tem divergências pontuais. Hoje é um dia histórico para o PT, para a nossa candidatura, para o fortalecimento da democracia", afirmou.
O petista também falou sobre o afastamento entre ele e Marina nos últimos anos. "De vez em quando na política tomamos decisões de percorrer determinados caminhos, nem sempre a gente se encontra, mas também há momentos na História em que a gente se reencontra. E ele é importante não só pela qualidade do programa que a Marina apresenta. Mas muito mais pelo momento político que vivemos."
Em documento entregue a Lula, Marina Silva propôs a adoção de uma linha de crédito a ser inserida no orçamento para financiar ações de adaptação às mudanças climáticas.
A ideia de Marina é incentivar municípios a implementarem planos de monitoramento e contingência a eventos climáticos extremos.
Marina também sugeriu a Lula a recomposição e a ampliação de quadros técnicos e orçamentos de órgãos como o Ministério do Meio Ambiente (MMA), ICMBio e Ibama — sem, contudo, detalhar a verba necessária ou o impacto fiscal da medida.
A ex-ministra pede o retorno da Agência Nacional de Águas (ANA) ao MMA. Desde o início do governo Jair Bolsonaro, o órgão está sob o guarda-chuva do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).
*Com informações do Estadão Conteúdo
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