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Há registro de envolvimento de caminhoneiros e produtores rurais nos atos, mas são majoritariamente organizados por "populares", segundo a PRF

Após o pronunciamento do agora ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) depois de mais de 40 horas de silêncio e uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os bloqueios e interdições nas estradas começam a se desfazer. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os pontos de interdições e bloqueios nas rodovias do País caíram de 194 para 167, segundo a conta oficial do Twitter da PRF.
Alguns estados, porém, já não contam mais com bloqueios. São eles:
Ainda de acordo com a PRF, Acre (AC), Amazonas (AM), Bahia (BA), Espírito Santo (ES), Goiás (GO), Minas Gerais (MG), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS), Pará (PA), Pernambuco (PE), Paraná (PR), Rondônia (RO), Roraima (RR), Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), São Paulo (SP) e Tocantins (TO) ainda possuem interdições e bloqueios.
A PRF anunciou uma operação para liberar estradas na madrugada da última terça-feira (1º), após o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, determinar a liberação imediata das vias públicas. Até a conclusão desta reportagem, 563 manifestações já haviam sido desfeitas.
Desde a noite de domingo, após a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL), manifestantes interditam rodovias pelo País. Eles pedem a intervenção do Exército e alegam que as eleições foram fraudadas.
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Há registro de envolvimento de caminhoneiros e produtores rurais nos atos, mas são majoritariamente organizados por "populares", segundo a PRF.
A desocupação das vias vem acontecendo pela PRF, mas, antes da determinação, a população contrária às manifestações também entrou em confronto com os grupos que exigem intervenção militar, o que é ilegal.
Desde integrantes de comunidades próximas aos pontos de interdição até torcidas organizadas, os populares vem desfazendo os bloqueios e entrando em confronto. Não há um levantamento sobre o número de feridos nas operações até o momento.
Além dos confrontos entre populares, a polícia tem utilizado gás de pimenta e lacrimogêneo para dispersar os manifestantes.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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