O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A disputa no estado se deu em torno de uma queda de braço entre caciques do Congresso: de um lado o senador Renan Calheiros (MDB) e, de outro, o deputado federal Arthur Lira (PP), presidente da Câmara
A disputa entre o atual governador provisório Paulo Dantas (MDB) e Rodrigo Cunha (União Brasil) representava a briga entre os grupos políticos mais importantes atualmente em Alagoas. O primeiro era o candidato do senador Renan Calheiros (MDB); o outro era o nome do deputado federal Arthur Lira (PP), presidente da Câmara, para comandar o estado.
E, nessa queda de braço entre caciques do Congresso, Calheiros levou a melhor. Dantas — que também apoiava o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva — com 100% das urnas apuradas, Dantas tem 52,33% dos votos válidos, enquanto Cunha está com 47,67%.
No primeiro turno, Dantas recebeu 46,64% dos votos válidos e Cunha, 26,79%.
A disputa entre Dantas e Cunha aconteceu em um ambiente conturbado. A menos de 20 dias do segundo turno, o governador de Alagoas foi judicialmente afastado do cargo até o final do mandato; a decisão, no entanto, foi revogada dias depois.
Dantas foi eleito para um ‘mandato provisório’ como governador de Alagoas em maio de 2022 — o então chefe do estado, Renan Filho (MDB), licenciou-se do cargo para concorrer ao Senado.
Dantas é investigado sob suspeita de operar um esquema de contratação de funcionários fantasmas para desvio de salários, a chamada “rachadinha”, quando era deputado estadual.
Leia Também
A investigação mira em pelo menos 93 nomeações de servidores em cargos comissionados na Assembleia Legislativa de Alagoas, que recebiam até R$ 21 mil.
Os investigadores estimam que os supostos desvios podem chegar a R$ 54 milhões. Ele sempre negou as irregularidades e chegou a mencionar que o inquérito tem motivação política.
Parte do grupo comandado pelo senador Renan Calheiros no estado, Dantas passou boa parte da campanha eleitoral se apresentando como o candidato que poderia dar continuidade ao trabalho do ex-governador Renan Filho (MDB).
Além de ter sido afastado do cargo, Dantas enfrentou durante a campanha outra crise ao ter seu nome contestado pelo próprio pai, o ex-deputado estadual Luís Dantas, em vídeos divulgados pelo rival Rodrigo Cunha.
Já Cunha usou sua atuação no Senado para passar a imagem de candidato mais qualificado para trabalhar por Alagoas.
Sob o apoio de Arthur Lira, Cunha entrou em embate direto com Dantas e, em menor escala, com os demais candidatos a governador.
Paulo Suruagy do Amaral Dantas tem 43 anos, nasceu em 19 de março de 1979. Assumiu o governo de Alagoas depois de ser eleito indiretamente em maio deste ano.
Dantas declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um patrimônio de R$ 5,1 milhões, quantia muito superior à informada no pleito de 2018, quando foi eleito Deputado Estadual e declarou R$ 796,5 mil.
O plano de governo de Dantas apresentado ao TSE tem 43 páginas com 326 compromissos divididos em 24 temas. O documento, contudo, é organizado em 5 eixos principais: Estado e Sociedade; Inclusão Social; Sustentabilidade e Bem Estar; Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano; e Gestão Governamental.
Rodrigo Santos Cunha, de 41 anos, nasceu em 11 de maio de 1981. De Arapiraca, segunda maior cidade do estado, ele atualmente é senador e declarou ter um patrimônio de R$ 515 mil.
Ele é filho de Ceci Cunha, deputada federal assinada em 1998 ao lado do marido e de mais dois parentes, em um dos crimes políticos de maior repercussão em todo o país.
O plano de governo de Cunha tem foco em ações voltadas para o combate à pobreza, uso inteligente da água, equilíbrio fiscal, além de políticas públicas específicas para educação, saúde e segurança.
Com 76 páginas, o documento divide diversos temas em cinco eixos: Alagoas do acolhimento e proteção; Alagoas democrática e cidadã; Alagoas do futuro e do conhecimento; Alagoas que transforma vidas; e Alagoas sustentável e inteligente.
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos
Ex-ministro da Economia acredita que o mundo vive um novo momento de desordem em que os conservadores estão à frente das mudanças
Em visita à Indonésia, Lula confirmou que pretende disputar um quarto mandato; pesquisas mostram o petista na liderança das intenções de voto
Levantamento feito pelo Datafolha pressiona governo por definição clara antes da COP30, enquanto Petrobras aguarda liberação do Ibama
Com a decisão, Barroso encerrará um ciclo de 12 anos no STF
Levantamento Genial/Quaest indica resistência à nova candidatura do presidente, enquanto eleitorado bolsonarista se divide sobre o futuro político do ex-presidente
Deputados retiraram a votação do texto da pauta e, com isso, a medida provisória perde a validade nesta quarta-feira (8)
Aprovação sobe a 48%, impulsionada por percepção positiva da postura do governo diante de tarifas impostas por Trump
Medida provisória 1.303/25 é aprovada por comissão mista do Congresso e agora segue para ser votada nos plenários da Câmara e do Senado
Telefonema de 30 minutos nesta segunda-feira (6) é o primeiro contato direto entre os líderes depois do tarifaço e aumenta expectativa sobre negociações
Alexandre Pires, professor de relações internacionais e economia do Ibmec, analisa os efeitos políticos e econômicos de um possível encontro entre os dois presidentes
Cenário nacional dificulta a nomeação de candidatos para as eleições de 2026, com impasse de Bolsonaro ainda no radar