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RESUMO DO DIA: A distância entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) é de quatro pontos na nova sondagem para o segundo turno das eleições feita pelo Datafolha. Confira os números no texto das 18h17.
O ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) continua à frente na disputa ao Palácio dos Bandeirantes, com 49% das intenções de voto contra 40% do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), segundo pesquisa Datafolha.
O levantamento mostra que 8% dos paulistas votarão em branco ou nulo e 3% estão indecisos.
Os votos válidos, que não contabilizam os brancos e nulos, apontam Tarcísio com 55% e Haddad, 45%.
Nos votos totais, o ex-ministro do governo de Bolsonaro oscilou um ponto porcentual para baixo em comparação à pesquisa anterior, do dia 7, enquanto o petista manteve os mesmos 40%. Nos votos válidos, o cenário se mantém o mesmo.
Haddad lidera no índice de rejeição, com 49% da reprovação dos paulistas, ante 42% de Tarcísio.
O Datafolha ouviu 1.806 eleitores presencialmente em 74 cidades entre 17 e 19 de outubro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Privatizar estatais não está nos planos do ex-presidente Lula caso ele venha a ganhar a eleição presidencial. Segundo Guilherme Mello, assessor econômico da campanha do petista, após as mais recentes desestatizações, não restaram empresas públicas que devam ser privatizadas.
Mas isso também não significa que Lula levaria a cabo uma reestatização de ex-estatais, como Eletrobras e Vibra, antiga BR Distribuidora.
Em uma conversa com a repórter Julia Wiltgen, Mello conta os planos do petista para um possível governo e também o que Lula pensa sobre a Petrobras e os preços dos combustíveis. Confira a entrevista completa.
A menos de duas semanas do segundo turno da eleição, 94% dos eleitores se dizem totalmente decididos sobre o voto para presidente da República, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (19). Outros 6% afirmam que a escolha ainda pode mudar.
Houve uma oscilação dentro da margem de erro, na pesquisa anterior, divulgada na última sexta-feira (14), com 93% e 6%, respectivamente. Como o instituto arredonda valores, a soma pode ser diferente de 100% em alguns casos.
O Datafolha ouviu 2.912 pessoas em 181 municípios de segunda-feira (17) até quarta-feira (18). A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (19) mostra que 47% dos eleitores dizem nunca confiar nas declarações do presidente Jair Bolsonaro (PL), enquanto 27% que afirmam sempre confiar.
Outros 25% disseram que às vezes confiam e 1% não soube responder.
O Datafolha ouviu 2.912 pessoas em 181 municípios de segunda-feira (17) até quarta-feira (18). A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera a disputa presidencial no estado de São Paulo, com 47% das intenções de votos contra 43% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa Datafolha.
Os votos totais incluem ainda 8% de brancos e nulos e 2% de indecisos.
No estado, que tem 34 milhões de eleitores aptos, Bolsonaro acabou o primeiro turno à frente de Lula, com 47,7% ante 41% do rival.
A situação se inverteu no país como um todo na primeira etapa do pleito: o ex-presidente recebeu 48,4% dos votos e Bolsonaro, com 43,2%.
O Datafolha ouviu 2.912 pessoas em 181 municípios de segunda-feira (17) até quarta-feira (18). A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
A 11 dias do segundo turno, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue à frente do presidente Jair Bolsonaro (PL), com 49% dos votos totais, ante 45% do rival, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (19).
Os indecisos são 1% e brancos e nulos, 4%.
Na pesquisa da semana passada, o petista tinha 49% dos votos totais e o atual presidente, 44%. Brancos e nulos eram 5% e indecisos, 1%.
Considerando os votos válidos — que excluem brancos, nulos e indecisos da conta — Lula aparece com 52% contra 48% de Bolsonaro.
O Datafolha ouviu 2.912 pessoas em 181 municípios de segunda-feira (17) até quarta-feira (18). A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
Horas após divulgar uma carta em aceno ao segmento evangélico, o candidato à Presidência pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, rechaçou a possibilidade de emitir um documento ao agronegócio, setor que se posiciona majoritariamente favorável à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Não é possível fazer uma campanha com uma carta para cada setor da economia brasileira. Eu tenho muita tranquilidade que qualquer oposição que o agronegócio tenha ao PT e a mim não é por conta de mau tratamento que eles tiveram quando fui governo ou quando Dilma foi presidente”, afirmou Lula aos jornalistas durante sua passagem por Porto Alegre (RS).
O ex-presidente também voltou a dizer que a resistência do agronegócio a ele não é por “dinheiro”, mas por “problema ideológico”. Ele insistiu que empresários do ramo tiveram mais oportunidades de financiamento durante as gestões do PT se comparado ao atual governo. (Estadão Conteúdo)
Como já mostramos aqui no Seu Dinheiro, a volta da taxação de dividendos no Brasil parece ser apenas uma questão de tempo, uma vez que os dois candidatos à Presidência da República são a favor da medida.
Mas, pelo menos no caso de um eventual mandato do ex-presidente Lula, talvez a tributação desses rendimentos não afete — ou não atinja tão duramente — o pequeno investidor.
Segundo Guilherme Mello, assessor econômico da campanha do petista, a progressividade é a ideia central das propostas da equipe de Lula para reformar a tributação direta, isto é, aquela que incide sobre os rendimentos do trabalho e dos investimentos.
A repórter Julia Wiltgen conversou com Mello sobre os planos de Lula para a tributação de dividendos e heranças. Confira a entrevista completa.
Ao ser questionado nesta quarta-feira (19) sobre a carta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos evangélicos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) perguntou quem teria assinado o documento.
“Quem assinou? Qual é o perfil de quem assinou? Tem igrejas? Qual é a densidade deles?”, disse o chefe do Executivo, em rápida entrevista coletiva no Palácio da Alvorada.
O petista lançou mais cedo uma carta em que faz compromisso com a liberdade de culto no País. No texto, Lula diz que os evangélicos são bem-vindos para participar do Executivo.
A leitura do documento foi feita em evento com pastores em um hotel na zona sul de São Paulo, com a presença dos deputados federais eleitos Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Marina Silva (Rede-AP).
A ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido do governador afastado de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), para voltar ao cargo. Ele disputa a reeleição e aparece como favorito nas pesquisas de intenção de voto.
A decisão diz que a volta do governador poderia colocar em “risco” o “patrimônio público e a moralidade administrativa”. O pedido para anular o afastamento havia sido feito pela Procuradoria Geral do Estado de Alagoas (PGE-AL).
A presidente do STF também citou questões processuais: ela afirma que a ação proposta pela PGE não é adequada para a análise do recurso.
Dantas é investigado sob suspeita de operar um esquema de contratação de funcionários fantasmas para desvio de salários, a chamada “rachadinha”, quando era deputado estadual.
A investigação mira em pelo menos 93 nomeações de servidores em cargos comissionados na Assembleia Legislativa de Alagoas, que recebiam até R$ 21 mil.
Os investigadores estimam que os supostos desvios podem chegar a R$ 54 milhões. Ele nega irregularidades e diz que o inquérito tem motivação política. (Estadão Conteúdo)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou no fim da manhã de hoje uma esperada carta dirigida ao público evangélico.
No documento, intitulado ‘Carta compromisso com os evangélicos’, o candidato à Presidência da República defende a liberdade religiosa e a separação entre igreja e Estado.
A carta foi lida em primeira mão em encontro de Lula com pastores e líderes políticos e religiosos.
A ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na terça-feira o pedido do governador afastado de Alagoas, Paulo Dantas (MDB), para voltar ao cargo.
Ele disputa a reeleição e aparece como favorito nas pesquisas de intenção de voto.
A decisão diz que a volta do governador poderia colocar em “risco” o “patrimônio público e a moralidade administrativa”.
O pedido para anular o afastamento havia sido feito pela Procuradoria Geral do Estado de Alagoas (PGE-AL).
Com o eleitorado evangélico sendo amplamente disputado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o petista, após muita divergência interna, decidiu publicar a carta aos evangélicos.
O documento será divulgado nesta quarta-feira (19). Os detalhes finais do evento ainda são acertados pela cúpula petista.
Já o presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece em Brasília.
Segundo sua assessoria, o dia será dedicado a um “encontro com lideranças setoriais”.
No entanto, não foram divulgados mais detalhes sobre a agenda.
O ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou na manhã desta quarta-feira 19, sua desfiliação do PSDB após 22 anos no ninho tucano.
Em carta divulgada à imprensa, Doria afirmou que já formalizou o pedido ao diretório estadual do partido.
No documento, o ex-governador relembrou algumas de suas conquistas como a atuação durante a pandemia de covid-19 no Estado, obras entregues durante o governo e afirma que encerra a “trajetória partidária de cabeça erguida”.
Marcello Brito, empresário do agronegócio brasileiro e ex-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), declarou voto no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em segundo turno.
“Estive com a Simone (Tebet) desde o dia 1 e agora no segundo turno optei por votar no Lula 13. Os motivos são os que tangem a minha vida: uma vida dedicada ao trabalho do agronegócio sustentável, da Amazônia preservada e de um País querido no exterior”, disse Brito, em vídeo que circula nas redes sociais.
“Sempre fui muito bem aceito em todos os países que passei. Ultimamente, senti vergonha de fazer a defesa de um País que se apresentava de forma tão diferente da sua história. Este é meu motivo. Quero ter o direito de continuar a trabalhar o Brasil que nós queremos no futuro de forma democrática, de forma amigável e tranquila”, concluiu.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança na nova rodada da pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos.
O candidato petista à Presidência da República aparece com 52,8% dos votos válidos.
Jair Bolsonaro (PL) tem 47,2% das intenções de voto entre os eleitores com maior propensão a ir às urnas em 30 de outubro.
Na comparação com a rodada anterior, Lula oscilou 0,2 ponto porcentual para baixo e Bolsonaro flutuou 0,2 ponto porcentual para cima.
A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.
Em relação aos votos totais, Lula tem 47% das intenções de voto, contra 42% para Bolsonaro. A proporção de eleitores indecisos é de 5%.
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Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
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