O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investidores gostaram de resultados operacionais, mas analistas seguem atentos ao crescimento da inadimplência; Itaú BBA acha que banco digital pode ter subestimado o risco do crédito pessoal
As ações do Nubank (NU) negociadas na Bolsa de Nova York (NYSE) e seus BDRs negociados na B3 (NUBR33) chegaram a subir 20% nesta terça-feira (16) após o banco digital ter divulgado seu balanço do segundo trimestre na noite de ontem.
Os investidores, assim como alguns analistas, preferiram ver o copo meio cheio dos bons indicadores operacionais da companhia, como o crescimento na base de clientes, nos indicadores de receita, na taxa de atividade, nos depósitos e no volume total de pagamentos.
Mas a visão dos analistas - mesmo dos mais otimistas com a empresa - foi mista, devido a um dado que vem preocupando o mercado: a deterioração na taxa de inadimplência do Nubank.
O UBS, que tem recomendação de compra para os papéis e preço-alvo de US$ 8 em 12 meses, e o BTG Pactual, que tem recomendação neutra e preço-alvo em 12 meses de US$ 4, ficaram do lado mais otimista da análise, destacando os feitos operacionais do Nubank.
Para ambas as instituições, alguns dos destaques positivos do balanço foram:
Mas o Itaú BBA, que tem recomendação de venda para as ações NU, com preço-alvo de US$ 4 no fim do ano, ficou do lado mais pessimista da análise, destacando, com preocupação, o aumento da inadimplência do Nubank.
Leia Também
Mesmo o UBS e o BTG chamaram também atenção para a deterioração da qualidade de crédito como ponto negativo dos resultados do segundo trimestre.
Um dos pontos de maior atenção dos analistas em relação ao Nubank é a questão da qualidade do crédito e dos índices de inadimplência. Estes vêm se deteriorando e estão muito acima dos indicadores equivalentes dos grandes bancos, o que tem sido um ponto de preocupação para o mercado.
No segundo trimestre, o Nubank reportou uma inadimplência acima de 90 dias de 4,1%, uma alta de 0,6 ponto percentual em relação ao índice de 3,5% do trimestre anterior.
Porém, esses números são fonte de uma mudança na metodologia de cálculo. Sem a alteração, a inadimplência acima de 90 dias teria sido de 5,4% no segundo trimestre, 1,2 ponto percentual acima do índice de 4,2% do trimestre anterior, uma alta superior às estimativas do mercado.
Além disso, o Itaú BBA chamou a atenção para um aspecto da mudança de metodologia no cálculo da inadimplência que pode estar mostrando que o Nubank, na verdade, subestimou o risco do crédito pessoal e não tem sido tão seletivo assim ao conceder esse tipo de empréstimo.
O banco lembra que, na nova metodologia, o Nubank reduziu o prazo de baixa dos empréstimos pessoais em atraso de 360 para 120 dias, enquanto a baixa dos cartões de crédito permaneceu em 360 dias.
A mudança foi feita, segundo o Nubank, para adequar o cálculo às regras de contabilidade internacional IFRS, que consideram o potencial de recuperação.
Entretanto, ao fazer essa alteração nessa janela temporal, diz o Itaú BBA, o Nubank está "essencialmente mostrando que empréstimos pessoais têm um potencial de recuperação menor do que os cartões de crédito, o que não concilia com a alegação recente de que os empréstimos pessoais são concedidos aos 30% melhores clientes de cartão de crédito."
Os analistas alertam, portanto, que o risco deste produto (empréstimos pessoais) pode ter sido subestimado antes, e que uma consequência disso poderia ser a "já notável desaceleração no crescimento do crédito pessoal". O Itaú destaca que essa linha se expandiu apenas R$ 700 milhões ante o trimestre anterior, enquanto no primeiro tri a expansão trimestral havia sido de R$ 1,7 bilhão.
Nós já havíamos chamado atenção para este risco em um relatório recente. O fato de que os empréstimos pessoais do Nubank estavam crescendo mais do que os de alguns incumbentes pode ter limitado o potencial do banco em ser seletivo ao conceder tais créditos. Os empréstimos pessoais correspondem apenas a 21% do total, mas geram cerca de metade das receitas de juros da companhia. Eles são uma peça-chave da estratégia de crescimento e monetização de longo prazo do Nubank.
Relatório do Itaú BBA.
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda