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As novidades para os próximos meses incluem atualizações de projetos que podem disparar após o bear market
Se o mercado de renda variável sofreu no começo de ano, podemos dizer que as criptomoedas tiveram um verdadeiro martírio no início de 2022. O bitcoin (BTC) registrou o segundo pior desempenho no período de sua história de pouco mais de 13 anos.
O cenário macroeconômico ruim já era esperado desde o começo do ano — a alta de juros do Federal Reserve e a pandemia de covid-19, somados ao período entre halvings não anunciavam bons ventos. Mas os problemas nativos do universo das criptomoedas foram a verdadeira pá de cal no sentimento do mercado.
Em linhas gerais, ocorreu um efeito em cadeia:
E aqui nos encontramos agora.
Sendo sincero, as fontes consultadas para esta matéria foram quase unânimes após receberem a primeira pergunta, “o que podemos esperar do próximo semestre?”. As respostas vieram em forma de um olhar para o lado, feições de preocupação e geralmente, a frase que mata qualquer perspectiva: “difícil dizer”.
Esta matéria faz parte de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir no segundo semestre de 2022. Eis a lista completa:
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A frase acima pode chegar aos seus ouvidos de duas maneiras. A primeira delas é como um sinal positivo, tendo em vista que as criptomoedas passaram pelas etapas mais difíceis do ano.
Mas também é possível ouvi-la como uma ingenuidade de quem fala, tendo em vista que o mercado global de criptomoedas perdeu mais de US$ 1 trilhão só nos primeiros seis meses de 2022, e o bitcoin está 58,03% abaixo das máximas do ano, ao redor de US$ 47.400, e 71% distante das máximas históricas.
“Isso não quer dizer que não podem acontecer novas quedas. A retomada, também, talvez não seja tão vertiginosa, mas certamente o pior que poderia acontecer, já aconteceu”, pondera José Artur Ribeiro, CEO da exchange Coinext.
Para o segundo semestre, o presidente da corretora ainda não enxerga uma retomada do mercado. Mas, na visão dele, o cenário macroeconômico também não consegue trazer novidades ruins.
O panorama internacional continua desfavorável e não deve melhorar ao menos até o fim do aperto monetário nos Estados Unidos.
De acordo com o próprio Federal Reserve e o departamento de comércio dos EUA, a inflação por lá segue disseminada entre os diversos setores. Mesmo com o aperto monetário, os preços não devem começar a cair tão cedo.
Dito isto tudo, vamos agora para o que deve trazer alívio ao mercado.
Os analistas gostam sempre de enfatizar que os fundamentos das criptomoedas não se alteraram. Com isso em mente, a visão é de que grandes projetos em criptomoedas estão altamente descontados e que, quando o mercado virar, podem trazer rendimentos extraordinários.
É o que conta Orlando Telles, sócio fundador da Mercurius Crypto e diretor de research na mesma casa de análise. Eles destaca alguns motivos para otimismo:
A métrica de preço das criptomoedas em relação aos investimentos foi criada pela Andreessen Horowitz, empresa de software e apoiadora do mercado cripto conhecida como a16z.
Munidos dessa lógica, os especialistas esperam que os projetos mais sólidos sobrevivam e tragam novidades para o mercado, o que deve atrair novamente investidores e quebrar o ciclo de baixas.
As bases — olha os fundamentos aí de novo — dessa teoria continuam sólidas o bastante para gerar certo otimismo.
O mercado pode seguir por dois eixos para conseguir buscar patamares de preços mais elevados.
O primeiro deles seria uma mudança da política monetária nos EUA, com a inversão de tendência de alta nos juros — e também é o cenário mais improvável de acontecer.
Já o segundo eixo — este, sim, uma esperança do mercado — é que o mercado de criptomoedas passe a ser encarado como um setor de tecnologia diferente dos mercados tradicionais.
Em outras palavras, os investimentos em moedas digitais precisam encontrar sua própria dinâmica em um cenário desfavorável.
Vale destacar que os Estados Unidos não passavam por um aperto monetário tão intenso há décadas: uma alta de juros de 0,75 ponto, como a vista na última reunião do Fed, não acontecia desde 1994.
Por sua vez, o bitcoin tem pouco mais de 13 anos de existência, e o mercado de criptomoedas é muito mais recente do que isso. Portanto, os analistas ainda não sabem exatamente como as moedas digitais podem se comportar em um cenário que nunca enfrentaram antes.
Ainda na esteira do que pode influenciar os preços no segundo semestre, não apenas os fundamentos continuam os mesmos, mas as atualizações previstas para este ano devem injetar um novo ânimo no mercado.
As novidades podem influenciar positivamente as cotações, mas servirão mais para agregar valor às criptomoedas do que necessariamente elevar os preços.
Confira algumas atualizações esperadas para o segundo semestre:
Assim, vamos ao principal: confira a seguir os projetos mais indicados para o segundo semestre.
Sempre lembrando que os analistas indicam que o seu portfólio não deve ultrapassar os 5% investidos em criptomoedas. O mercado é altamente volátil e pode fazer suas aplicações subirem vertiginosamente ou virarem pó da noite para o dia.
Por isso, alocar uma pequena parcela do seu dinheiro é uma forma de se proteger de possíveis perdas maiores. Confira os projetos a seguir:
As recomendações mais seguras dentro do universo cripto param por aí. Os analistas consultados entendem que os próximos meses não são os mais adequados para investir em “projetos promissores”.
Mas se você é um investidor mais arrojado e quer se arriscar um pouco mais, Orlando Telles avisa que é preciso estar atento a dois fatores importantes antes de colocar dinheiro em um projeto.
Em primeiro lugar, o investimento precisa resolver um problema do mundo digital. Existe uma série de projetos que resolvem problemas relacionados ao metaverso e web 3.0, mas que ainda não são aplicáveis no dia a dia, por exemplo — portanto, podem demorar mais para subir.
Já José Artur Ribeiro, da Coinext, também entende que o segundo ponto é o mais importante para investir em uma criptomoeda: a receita do projeto. Uma boa gestão de recursos pode ser a diferença entre uma moeda promissora — e uma nova Terra (LUNA).
Confira a seguir as criptomoedas que juntam esses dois pontos, na visão dos analistas:
Se você, leitora ou leitor do Seu Dinheiro, chegou até aqui, deve ter sentido falta de projetos relacionados a finanças descentralizadas (DeFis), certificados digitais (NFTs) e ao metaverso.
A verdade é que o cenário está tão conturbado que os analistas deixaram de lado as “criptogemas” — como são chamados projetos ainda em fase inicial —, especialmente relacionados a esses universos.
Criptomoedas relacionadas a DeFis, NFTs e metaverso aproveitaram os anos de dinheiro fácil e muitos projetos foram criados. Agora que a torneira fechou, o mercado vê uma “limpeza” de iniciativas ruins ou que ainda não encontraram uma tokenomic (“economia de token”, em tradução livre) própria.
Aqui vão alguns números:
Assim, os analistas preferiram se abster de indicações de projetos mais inovadores e preferem indicar criptomoedas mais antigas e projetos mais consolidados, abrindo mão de “criptogemas” para este semestre.
*Colaboraram com esta matéria José Artur Ribeiro, CEO da exchange Coinext, Orlando Telles, sócio fundador da Mercurius Crypto e diretor de research na mesma casa de análise, e Rodrigo Zobaran, analista de pesquisas quantitativas da Kinea, focado em criptoativos, modelagem macroeconômica e dinâmicas de mercado.
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