O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
CEO da Berkshire Hathaway embolsou cerca de US$ 600 milhões nos últimos dois meses, ao vender quase 18 milhões de ações da chinesa a um preço médio de US$ 35
Até mesmo o homem mais rico do mundo pode errar feio em suas projeções. Pouco mais de uma década atrás, Elon Musk gargalhava em uma entrevista quando Warren Buffett incluía a montadora chinesa BYD no portfólio da Berkshire Hathaway.
Acontece que, 11 anos depois, a asiática fez a Tesla perder o cargo de maior vendedora de automóveis elétricos do mundo — e ainda rendeu ao Oráculo de Omaha um retorno de 35 vezes o valor de seu investimento inicial. Vou explicar.
Quando o conglomerado do megainvestidor decidiu investir na montadora BYD, a holding pagou cerca de US$ 1 por ação, gastando cerca de US$ 232 milhões para comprar 225 milhões de ações em 2008.
Essa posição foi mantida até 12 de julho deste ano, segundo registros arquivados na SEC (a CVM dos Estados Unidos). De lá para cá, a Berkshire diminuiu a posição na BYD em 8%, permanecendo com 207 milhões de ações da asiática no portfólio.
Ou seja: o CEO da holding embolsou cerca de US$ 600 milhões só nos últimos dois meses, ao vender quase 18 milhões de ações da chinesa a um preço médio de US$ 35, segundo análise do Markets Insider.
Não é de se espantar. Afinal, é difícil falar de Buffett sem lembrar de sua renomada estratégia de longo prazo em investimentos, o buy & hold (que, em tradução livre, significa comprar e segurar uma ação).
Leia Também
Há algum tempo, Warren Buffett e Elon Musk enfrentam-se num verdadeiro duelo de gigantes, na disputa pelo maior valor de mercado entre suas empresas.
Atualmente, a Berkshire Hathaway possui US$ 617,8 bilhões em valor de mercado, segundo dados do MarketWatch, enquanto a Tesla conta com US$ 846,7 bilhões — uma diferença de aproximadamente US$ 228,9 bilhões.
Acontece que a competição entre os dois bilionários ultrapassou o quesito de indicadores financeiros das empresas. Nos últimos meses, os CEOs passaram a disputar também o coração dos consumidores de carros elétricos.
De um lado, a Tesla, a maior fabricante de veículos elétricos do mundo. Do outro, a BYD, tão caçoada por Elon Musk anteriormente, agora consagrada a maior vendedora de automóveis elétricos do mundo.
Acontece que, apesar de a chinesa BYD ter feito a Tesla perder o posto de maior vendedora de carros elétricos do planeta, os últimos passos de Warren Buffett plantaram dúvidas na cabeça dos investidores.
As recentes alienações feitas pelo Oráculo de Omaha geraram questões como “o CEO da Berkshire Hathaway desistiu de vez da competição com a empresa de Elon Musk?” e “a holding de Buffett ainda vai se desfazer de mais ações da montadora asiática?”.
Para o diretor de investimentos da Atlantis Investment, Yang Liu, o mercado pode ter que se preparar para novas vendas por parte de Buffet.
“Esta é uma tendência comum para os investidores que começam a tirar dinheiro do mercado. Talvez vejamos mais”, disse Liu à CNBC.
Enquanto isso, o analista da Daiwa Capital Markets Hong Kong, Kelvin Lau, afirmou esperar mudanças ainda mais duras por parte da Berkshire Hathaway.
“Esperamos que a Berkshire Hathaway saia completamente de sua posição. Embora esperemos que os fundamentos da empresa permaneçam sólidos, acreditamos que a venda da participação da Berkshire possa impor pressão sobre o preço das ações no curto prazo”.
Vale destacar que os investidores acompanham atentos os próximos movimentos de Warren Buffett. Afinal, a Berkshire pode vender mais de 9,6 milhões de ações sem precisar divulgar ao mercado novas mudanças de participação.
Isso porque as regras da bolsa de valores de Hong Kong estipulam que empresas só devem atualizar o mercado em transações que alteram sua participação percentual em um número inteiro.
Ou seja, o conglomerado só teria que informar aos investidores caso sua fatia na BYD caísse abaixo de 18% de participação.
Com receio de que o megainvestidor Warren Buffett continue vendendo mais ações da chinesa — ou que até mesmo exclua por inteiro a empresa do portfólio de seu conglomerado —, os papéis da BYD desabaram cerca de 30% desde 11 de julho, um dia antes de a Berkshire Hathaway registrar os dados de participação na chinesa.
Atualmente, a participação que a empresa de Buffett detém na BYD, de 18,87%, vale aproximadamente US$ 5,7 bilhões.
O valor corresponde a uma queda de 35% em relação ao pico de US$ 8,8 bilhões visto ao fim de junho.
*Com informações de Markets Insider e Bloomberg
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas