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Com a sexta rodada de investimentos, a fintech atingiu uma avaliação de mercado de US$ 4,8 bilhões
A fintech brasileira Creditas já está com a bolsa na mira e preparando terreno para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
Nesta terça-feira (25), a empresa passou pela sexta rodada de investimentos, com um novo aporte de US$ 260 milhões (ou R$ 1,4 bilhão). Assim, sua avaliação de mercado atingiu a marca de US$ 4,8 bilhões.
A nova rodada acontece pouco mais de um ano depois de a startup ter alcançado o status de “unicórnio” — isso é, as empresas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão — por meio de um investimento de US$ 255 milhões.
Desde a sua fundação, há quase dez anos, a empresa já levantou US$ 829 milhões em investimentos.
O novo investimento vem como mais um passo da startup para consolidar seu ecossistema de crédito.
Depois de ganhar mercado com empréstimos com base em garantias como imóveis e automóveis, a Creditas começou a diversificar seus serviços, com avanços em seguros, compra e venda de carros e benefícios corporativos.
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O cheque traz novos investidores à fintech: o fundo americano Fidelity Management, o espanhol Actyus e a firma britânica de capital de risco Greentrail Capital.
Além disso, investidores antigos da Creditas, como QED Investors, SoftBank e Kaszek Ventures, acompanharam o aporte.
Apesar de estar bem capitalizada desde o último aporte, anunciado em dezembro de 2020, a companhia enxergou a necessidade de realizar uma nova captação, tendo em vista o ritmo de crescimento registrado nos últimos meses.
No terceiro trimestre de 2021, a Creditas viu sua receita subir 233% em comparação com o mesmo período de 2020, para R$ 257,1 milhões.
"Recentemente fizemos movimentações que consomem muito capital, como a aquisição das startups Minuto Seguros e Volanty, além da expansão para o México. Este ano vamos focar principalmente na consolidação desse crescimento", afirmou o espanhol Sergio Furio, fundador e presidente da startup.
Criada como fintech de crédito, a Creditas tem ampliado seu escopo de atuação. A ideia da empresa é oferecer serviços que orbitem ao redor de três ativos: casa, carro e salário.
Na vertical de automóveis, além de oferecer financiamento, a empresa planeja vender carros para os clientes, oferecendo garantia, seguro e manutenção. Parte dos recursos novos será destinada ao fortalecimento do aplicativo.
"Queremos que os produtos dialoguem entre si: quando o cliente quiser um crédito com garantia do carro, poderemos rapidamente conectá-lo com a parte de seguros e o marketplace", explicou Furio.
A operação no México, que já tem 200 funcionários, também será reforçada. A empresa já oferece no país o financiamento de carros e a concessão de crédito garantido por um automóvel, mas o plano é lançar também os serviços de imóvel como garantia e benefícios corporativos.
A nova rodada da Creditas foi desenhada como uma preparação para um IPO.
O Fidelity Management, que entrou como investidor, é especializado em empresas de capital aberto.
O presidente da companhia confirmou que há planos de listá-la em bolsa, mas não falou em datas.
Para Gilberto Sarfati, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o aporte dá à Creditas tempo para escolher o melhor momento para o IPO.
"Talvez não seja conveniente fazer a abertura de capital ainda neste ano, já que a Bolsa anda em direção negativa", destacou Sarfati.
O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados
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