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Analistas acreditam que a SLCE3 entrará em uma nova fase de crescimento; a tese é baseada na busca por novas oportunidades nos negócios de sementes de soja, pecuária e de frutas
Você tem no radar ações de empresas que não fazem parte do Ibovespa? Para o Bank of America (BofA), uma potencial novata no principal índice da B3 pode disparar mais de 28% até o fim de 2022: a SLC Agrícola (SLCE3).
A companhia é uma das maiores produtoras brasileiras de soja, milho e algodão, e estreou na bolsa em 2007. A empresa foi incluída na primeira e na segunda prévias da nova carteira do Ibovespa, estando bem posicionada para finalmente chegar ao clube VIP da bolsa entre maio e agosto deste ano — a terceira e derradeira prévia será divulgada amanhã (28).
E os analistas do BofA estão otimistas com as ações SLCE3, elevando a recomendação dos papéis de neutro para compra; o preço-alvo fixado para os papéis é de R$ 63, o que representa um potencial de alta de 18,3% em relação ao fechamento da última terça (26), de R$ 53,25.
Apesar de terem começado o dia em queda nesta quarta-feira (27), os papéis SLCE3 acabaram fechando em alta de 2,38%, a R$ 54,52.
Apesar de estarmos em um cenário repleto de incertezas para as empresas de commodities, com a guerra na Ucrânia e o aperto monetário dos Estados Unidos, o BofA se diz mais construtivo em preços de commodities e gestão de custos.
A visão dos analistas chega depois de uma reunião na sede da SLC Agrícola (SLCE3) com a alta administração da companhia.
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Para os analistas, a empresa segue implementando a sua solução de ferramentas de agricultura digital e fornecendo insumos, o que deve ajudar a evitar a maior parte da inflação nos custos para a temporada de 2023.
“Acreditamos que a empresa possa estar caminhando para uma quarta fase de crescimento após a integração de Terra Santa e Xingu”, disse o BofA em relatório.
De acordo com o BofA, a SLC Agrícola (SLCE3) possui uma série de tecnologias que permitem um melhor gerenciamento dos custos.
O portfólio da empresa inclui pulverização de precisão de herbicidas, algoritmos de otimização operacional, conectividade com a Internet e uso de sensores para agendamento de atividades agrícolas.
Apesar de essas ferramentas serem consideradas promissoras, os analistas destacam que as tecnologias devem ser testadas em um cenário de alta inflação, com os custos ainda em escalada.
Em relação à compra de insumos, a empresa já supriu a maior parte de suas necessidades em potássio e fósforo para a próxima temporada, mas ainda aguarda para adquirir ureia. “Vemos a empresa reduzindo em 20% sua aplicação de potássio e fósforo”, disse o BofA.
A projeção dos analistas é de que os custos dos fertilizantes subam cerca de 50% em dólares em 2023 e 60% após esse período. Porém, a expectativa é de que os preços voltem à normalidade gradualmente.
Depois de a SLC Agrícola entregar um avanço de 45% na área plantada por arrendamento, a casa acredita que a empresa pode alcançar uma nova fase de crescimento baseada em três vertentes.
A primeira etapa é buscar novas oportunidades com o desenvolvimento do negócio de sementes de soja, através da expansão da comercialização.
Depois, os analistas citam o aumento da operação de pecuária, com a criação de gado nas áreas em que a empresa já está presente.
Por fim, a última direção consiste em procurar novas oportunidades no segmento de frutas que possam levar à internacionalização da empresa, em mercados com demanda em crescimento acelerado.
O Bank of America acredita que os resultados desse plano contribuam marginalmente para os números da companhia nos próximos dois anos.
O Bank of America enxerga um crescimento do lucro antes de impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da SLC Agrícola (SLCE3) no próximo ano, para R$ 3,7 bilhões. O valor se mostra estável na comparação anual.
Além disso, os analistas veem a empresa sendo negociada com 20% de rendimento do fluxo de caixa livre (FCF) neste ano e de 18% em 2023.
Vale lembrar que o FCF nada mais é do que o caixa que a companhia tem disponível para reembolsar os credores ou realizar a distribuição de dividendos e JCP aos acionistas.
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