O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Resultados do Santander Brasil no terceiro trimestre frustraram até quem estava mais pessimista com o banco
Se os analistas já esperavam um resultado ruim do Santander Brasil (SANB11) no terceiro trimestre, a realidade conseguiu ser ainda pior.
Na reportagem que publicamos na segunda-feira (24) sobre as expectativas para os balanços dos bancos, destacamos que os analistas já antecipavam contração do lucro e aumento da inadimplência para o Santander.
Mas, mesmo assim, os resultados frustraram até os mais pessimistas.
O lucro líquido gerencial somou R$ 3,122 bilhões. Embora tenha ficado pouco acima do consenso da Bloomberg de R$ 2,991 bilhões, o número representa um tombo de 23,5% em relação ao segundo trimestre e de 28% frente ao mesmo período do ano passado.
A rentabilidade (ROE) também despencou 5,2 pontos percentuais no trimestre e 6,8 pontos na comparação anual, para 15,6%.
“As principais tendências operacionais decepcionaram: margens com clientes, trading, tarifas, provisões e despesas operacionais”, afirmou o UBS BB em relatório.
Leia Também
Além disso, a inadimplência continuou avançando, ainda que a um ritmo mais lento.
As dívidas vencidas há mais de 90 dias chegaram a 3% ao final de setembro, alta de 0,11 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior e de 0,58 p.p. na comparação com o mesmo período do ano passado.
Essa alta contida mostra que o Santander atuou em duas frentes para manter os índices sob controle: conservadorismo na concessão de crédito e alto nível de renegociações das dívidas dos clientes.
A carteira de crédito cresceu 4% em relação ao trimestre passado, para R$ 566 bilhões, puxada pelo crédito a grandes empresas e por consignado e imobiliário entre as pessoas físicas.
“Essas linhas, mais conservadoras, fizeram com que o spread médio caísse em 0,8 ponto porcentual, para 11%. Com isso, a margem financeira bruta (receita de juros menos custos de captação) caiu 1%, para R$ 12,6 bilhões”, apontou a analista Larissa Quaresma, da Empiricus Investimentos.
Ao mesmo tempo, as operações de crédito renegociadas cresceram 11,7% no trimestre e somaram R$ 35,381 bilhões em setembro de 2022.
“Nós já imaginávamos que o Santander publicaria números piores do que nossos modelos, mas a magnitude foi maior do que o esperado e nós não estávamos contando que a margem com os clientes fosse cair de um trimestre para o outro”, frisaram os analistas do BTG Pactual.
O resultado pior do que o esperado penalizou as units do Santander na bolsa brasileira, que chegaram a liderar entre as maiores quedas do Ibovespa. Os papéis SANB11 fecharam em baixa de 5,26%, a R$ 28,47.
O desempenho puxou as ações dos outros bancos grandes, que publicam seus resultados daqui a duas semanas. As expectativas apontam que o Bradesco deve ter um balanço igualmente negativo. Em contrapartida, os analistas esperam que Itaú e Banco do Brasil apresentem bons números.
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos
Veja as tendências para as ações de empresas do ramo de alimentos e bebidas com o avanço do uso de canetas emagrecedoras, como Mounjaro e Ozempic, e da busca pelo bem-estar
Segundo site, a Shell teria apresentado uma proposta diferente da alternativa discutida pela Cosan e por fundos do BTG para a Raízen; veja o que está na mesa
Aportes fazem parte do plano de recuperação aprovado nos EUA e incluem oferta de ações com direito de preferência aos acionistas