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As fintechs, como são conhecidas as companhias financeiras com foco em tecnologia, lideram o ranking; seguradoras também são destaque
As startups, como são conhecidas as empresas de tecnologia, estão cada vez mais presentes no dia a dia dos brasileiros. Seja um plano de saúde sem burocracia ou uma conta bancária digital, essas empresas também atraem muitos profissionais no mercado de trabalho.
Em uma pesquisa recente da consultoria global Robert Walters, 50% dos trabalhadores preferem a experiência de trabalhar em uma startup à estabilidade de uma empresa tradicional e bem estabelecida. Entre os principais motivos para isso estão a inovação e a cultura corporativa, além do crescimento na carreira.
Nos últimos meses, muitas startups voltaram à tona, mas por outra razão: uma série de demissões em massa por necessidade de “reestruturação” do negócio, em virtude da redução de investimentos — uma das consequências da crise econômica mundial agravada pela pandemia de covid-19.
Mesmo assim, algumas companhias de tecnologia, principalmente, as voltadas para os serviços financeiros se sobressaíram neste ano — que ainda não acabou. O LinkedIn fez um levantamento com as startups “em alta”, ou seja, que foram relevantes em quatro aspectos em 2022:
Para a elaboração do ranking, a rede social de networking também considerou startups com 50 ou mais funcionários, com sede no Brasil e fundadas nos últimos 7 anos. Companhias que demitiram mais de 15% do quadro de colaboradores foram consideradas inelegíveis.
Por fim, o levantamento considerou o período entre 1º de julho de 2021 e 30 de junho de 2022. Confira a seguir as melhores startups do ano, segundo o LinkedIn:
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A última colocada no ranking de melhores startups, a Voltz Motors é a única companhia de tecnologia fora de São Paulo e voltada para o setor automobilístico do levantamento feito pelo LinkedIn.
Em maio deste ano, a Voltz Motors fez uma parceria com o iFood e lançou uma moto elétrica exclusiva para entregadores do aplicativo.
Fundada em Recife (PE) em 2019, a startup tem uma fábrica de veículos em Manaus (AM) e conta com mais de 300 colaboradores.
A healthtech — startup voltada para o setor de saúde — Alice começou as atividades em 2019, e atua na venda de planos de saúde corporativos para pequenas e médias empresas.
A startup recebeu um aporte de US$ 127 milhões (R$ 679 milhões, no câmbio atual), em uma rodada série C, em dezembro de 2021.
Nos últimos dois anos, a Alice já recebeu mais de US$ 174 milhões (R$ 930 milhões) em investimentos.
Vale lembrar que, em julho, a startup desligou 63 colaboradores da área de vendas e realocou outros 20.
O corte atingiu quase 9% do quadro de funcionários, de acordo com o número de pessoal informado pela empresa. “As demissões foram consequência da necessidade de redimensionamento da equipe de Vendas conforme os planos de expansão da Alice”, afirmou, em nota.
A insurtech — startup de seguros — Azos entrou no mercado em 2020 com a proposta de democratizar apólices de seguro de vida.
A empresa conta com cerca de 100 funcionários e tem entre os seus principais investidores o cantor de pagode Thiaguinho e o empresário Marcus Buaiz.
Em maio deste ano, a Azos recebeu um aporte de US$ 6 milhões da resseguradora Munich Re. Ao todo, a startup já captou mais de R$ 100 milhões de fundos como Kaszek, Maya e Prosus.
Assim como a Azos, a Pier Seguradora atua no ramo de seguros. Mas, o foco da startup são os celulares.
Em dezembro de 2021, a insurtech Pier recebeu a licença definitiva para atuar no mercado de securitização, o que possibilitou a expansão dos negócios para a proteção de carros.
Você já se deparou com um ônibus de viagens todo rosa? Se sim, esse é um dos veículos da Buser.
A startup de viagens rodoviárias oferece a venda de passagens por meio de seu marketplace, além do fretamento coletivo. Fundada em 2017, a Buser tem mais de 500 colaboradores.
Em junho do ano passado, a empresa de viagens recebeu um investimento no valor de R$ 700 milhões em rodada série C.
Fundada em 2021, a Onze é uma fintech de saúde financeira e previdência privada que recebeu um aporte de R$ 53 milhões após seis meses do início das atividades.
A Onze conta com 90 empresas clientes em seu portfólio — entre eles a varejista Mobly — e pretende chegar a 100 até o final do ano.
A Paylivre é uma fintech que atua como intermediária de pagamentos entre empresas estrangeiras e clientes brasileiros.
Em geral, a empresa oferece métodos e soluções que simplificam os processos de pagamento digital, como a realização de depósitos e saques bancários em sites internacionais. A Paylivre tem aproximadamente 700 mil clientes
A empresa tem cerca de 100 colaboradores, sendo os cargos mais comuns: desenvolvedor de backend, suporte ao cliente e analista de suporte técnico.
A healthtech Pipo Saúde tem um pouco mais de três anos de atuação e tem como foco principal, a gestão de planos de saúde para empresas.
A startup tem 260 funcionários, sendo a maior parte analistas de operações de negócios, engenheiros de software e analistas de atendimento ao cliente.
No ano passado, a Pipo Saúde captou R$ 100 milhões em investimentos.
A Caju é uma startup voltada para a gestão de benefícios corporativos, como vale-refeição e vale-transporte.
Em abril deste ano, a fintech entrou no ramo de viagens corporativas, permitindo com que as empresas façam a transferência de quantias de dinheiro para funcionários que estejam em viagens domésticas ou internacionais a trabalho.
No final de agosto, a Caju recebeu cerca de US$ 25 milhões em rodada série C de investimentos e planeja atingir a marca de 1 milhão de usuários até o final de 2022.
A fintech Z1 oferece contas gratuitas para crianças e adolescentes, além de um cartão pré-pago para essa faixa etária que pode ser usado para pagar por serviços digitais.
A startup, fundada em 2019, tem cerca de 170 colaboradores e recebeu, no final do ano passado, um aporte no valor de R$ 55 mil pelo fundo Kaszek Ventures, um dos dos maiores da América Latina.
A Flash é uma startup voltada para gestão de benefícios corporativos em um único aplicativo, a empresa é conhecida pelo cartão de rosa.
De maneira simples, a plataforma permite que o trabalhador gerencie benefícios como auxílio alimentação, refeição, vale-transporte e acessar o plano de saúde corporativo ou ampliar o seguro de vida.
A companhia, fundada em 2019, conta com quase 600 funcionários, com a maior contratação de analistas de atendimento ao cliente, representantes de desenvolvimento de negócios e engenheiros de softwares.
Em março deste ano, a Flash captou cerca de US$ 100 milhões de investimento em rodada liderada pelos fundos Battery Ventures e Whale Rock.
A startup Me Poupe! é a plataforma de educação financeira da influenciadora digital Natalia Arcuri.
Fundada em 2015, a empresa tem 105 funcionários. Os cargos mais comuns são de analista de atendimento ao cliente, copywriter e designer da web.
Em julho, a Me Poupe! lançou um projeto piloto de um aplicativo de gestão financeira a partir de inteligência artificial. O lançamento está previsto para outubro.
A plataforma de recrutamento e seleção Gupy conquistou o seu lugar no pódio entre as startups mais bem colocadas no ranking do LinkedIn.
A empresa possui cerca de 660 funcionários e mantém o regime remoto de trabalho, conhecido como anywhere ou remote first — onde os colaboradores podem trabalhar de qualquer lugar e sem precisar, necessariamente, se deslocar até o escritório da empresa.
Em agosto, a Gupy atingiu a marca de 1 milhão de contratação em empresas que utilizam a plataforma e captou, em janeiro, R$ 500 milhões na maior rodada de investimento de uma HRtech — nome dado às startups voltadas à gestão de recursos humanos.
O C6 Bank tem conquistado o seu espaço em frente a suas principais concorrentes — o Nubank, por exemplo.
Fundado em 2018, a fintech — que prefere ser chamada de banco digital — tem aproximadamente 3.600 colaboradores.
Neste ano, o C6 Bank tem focado na segurança nos serviços bancários de cerca de 20 milhões de clientes.
Em agosto, o banco digital lançou a ferramenta “Locais Seguros”, uma funcionalidade que permite que o cliente escolha os lugares geográficos onde as informações sobre investimento podem aparecer na tela do aplicativo.
Vale ressaltar que, em junho, o C6 Bank foi eleito uma das melhores empresas para o público LGBTI+, pela Human Rights Campaign (HRC), em parceria com o Instituto Mais Diversidade e o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+.
A startup dona do pódio de melhor companhia de tecnologia é também está na liderança quando o assunto é investimento.
A fintech Neon se tornou unicórnio — empresa avaliada em mais de US$ 1 bilhão — no início do ano após receber o aporte de US$ 300 milhões, em fevereiro, em uma rodada série D liderada pelo banco espanhol BBVA.
A startup fundada em 2016, com foco nas classes de renda C, D e E, triplicou de tamanho e alcançou 15 milhões no ano passado.
Atualmente, a empresa conta com mais de 2.100 funcionários. Os cargos mais comuns na Neon são os de analista de negócios, analista de atendimento ao cliente e engenheiro de software.
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