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Adolfo Sachsida também falou sobre a privatização da Eletrobras ao assumir o cargo de ministro das Minas e Energia
O economista Adolfo Sachsida parece ter aproveitado o período em que trabalhou ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, para fazer escola. Ele assumiu ontem como ministro das Minas e Energia passando a ideia de privatizar todo o que vir pela frente, inclusive a Petrobras, mas aparentemente alheio ao universo político ao redor.
Logo em seu primeiro pronunciamento como ministro, Adolfo Sachsida afirmou na quarta-feira que solicitou estudos ao governo federal para privatização da Petrobras e da Pré-Sal Petróleo (PPSA), responsável pelos contratos da União do pré-sal.
Aliado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o economista também defendeu o prosseguimento da venda da Eletrobras, que depende de aval do Tribunal de Contas da União (TCU).
"Meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia é solicitar ao ministro (da Economia) Paulo Guedes, presidente do Conselho do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), que leve ao conselho a inclusão da PPSA no PND (Programa Nacional de Desestatização) para avaliar as alternativas para sua desestatização", disse ele à imprensa.
O pré-sal representa atualmente 72% da produção da Petrobras.
"Ainda como parte do meu primeiro ato, solicito também o início dos estudos tendentes à proposição das alterações legislativas necessárias à desestatização da Petrobras", completou.
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Entretanto, Sachsida assume o cargo a menos de seis meses das eleições presidenciais com seu novo chefe direto, o presidente Jair Bolsonaro, bem atrás nas pesquisas de intenção de voto.
Com os comentários sobre privatizações, Sachsida conseguiu desviar o foco da disparada dos preços dos combustíveis, um dos motivos para sua ascensão a ministro.
A indicação de Sachsida para o Ministério de Minas e Energia foi publicada ontem no Diário Oficial da União, junto com a exoneração do agora ex-ministro Bento Albuquerque.
A mudança acontece em meio à insatisfação do presidente Jair Bolsonaro com reajustes nos preços dos combustíveis anunciados pela Petrobras.
Em seu discurso, Sachsida agradeceu o chefe do Executivo pela indicação e também citou Guedes e Albuquerque.
Sachsida defendeu ainda o processo de privatização da Eletrobras.
Segundo ele, é fundamental avançar com a capitalização da estatal, que atua na geração e transmissão de energia, para atrair mais capital ao Brasil e mostrar que o País é o "porto seguro" dos investimentos.
O governo aguarda a conclusão do julgamento sobre a privatização no TCU.
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