🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Ana Carolina Neira

Ana Carolina Neira

Jornalista formada pela Faculdade Cásper Líbero com especialização em Macroeconomia e Finanças (FGV) e pós-graduação em Mercado Financeiro e de Capitais (PUC-Minas). Com passagens pelo portal R7, revista IstoÉ e os jornais DCI, Agora SP (Grupo Folha), Estadão e Valor Econômico, também trabalhou na comunicação estratégica de gestoras do mercado financeiro.

OLHOS NO FUTURO

Sem dar grande atenção ao novo governo e possíveis interferências, Petrobras (PETR4) detalha seu plano estratégico falando em continuidade

Temas que mais preocupam o mercado após a divulgação dos próximos passos da Petrobras (PETR4) são distribuição de dividendos e política de investimentos

Ana Carolina Neira
Ana Carolina Neira
1 de dezembro de 2022
18:36 - atualizado às 20:47
Lula e Petrobras
Imagem: Montagem Seu Dinheiro

A Petrobras (PETR4) já está na mira dos investidores há algumas semanas, desde quando o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já era tido como favorito na corrida presidencial. E especialmente hoje, as ações reagiram negativamente (PETR4 -4,01%, a R$ 25,59/PETR3 -3,75%, a R$ 29,25) ao novo plano estratégico da companhia, vigente entre 2023 e 2027.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante teleconferência realizada mais cedo com investidores, os executivos da estatal buscaram mostrar um discurso de continuidade ao falar sobre o futuro da empresa, sem dar muito destaque ao fato de que a cadeira do Executivo terá um novo mandatário dentro de um mês — e que isso pode mudar bastante coisa para a Petrobras e seus investidores, que temem interferências na gestão.

Logo no início do Petrobras Day, o diretor financeiro e de relacionamento com investidores, Rodrigo Araújo, deixou essa mensagem bastante clara.

"O novo plano reflete continuidade, nosso compromisso com a empresa", afirmou, destacando os projetos de baixo custo e as baixas emissões de carbono. 

Ele ainda citou a geração de valor nas áreas em que a Petrobras possui vantagem competitiva e a distribuição do que é gerado pela empresa como pilares importantes nos próximos anos, fazendo alusão aos dividendos recordes distribuídos pela empresa nos últimos trimestres — e um dos alvos do novo governo, que critica a atual política adotada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste ano, a Petrobras consagrou-se a terceira maior pagadora de dividendos do mundo. Logo, é importante para a gestão atual "marcar esse território", que fez da empresa uma das mais rentáveis do mercado.

Leia Também

Por que a mensagem é importante

Falar em continuidade a essa altura pode parecer básico, mas não é. Isso porque os objetivos traçados no plano estratégico estarão sujeitos à sucessão de poder em Brasília.

A companhia manteve, por exemplo, a previsão de distribuição de dividendos entre US$ 60 bilhões e US$ 70 bilhões no período de 2023 a 2027.

Os valores são os mesmos previstos no plano estratégico anterior, válido para o período entre 2022 e 2026, período em que Jair Bolsonaro (PL) ainda estava no poder e quando a estatal foi alvo de longos elogios do mercado por conta de sua gestão, tida como exemplar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O tom da teleconferência busca, em certa medida, atenuar o medo de que um novo governo mude tudo o que foi planejado.

De acordo com o coordenador do Grupo de Trabalho de Minas e Energia da transição de governo, Maurício Tolmasquim, a nova presidência da Petrobras vai analisar o plano e ver se está de acordo com sua visão para a empresa — ou seja, o discurso busca convencer, mas tudo ainda está em aberto.

Em relatório, o BTG Pactual afirma que revisões futuras são "muito prováveis", citando que a abordagem da Petrobras para seus diversos segmentos também tende a mudar no futuro. Com isso, os analistas acreditam que o nível de retornos do papel deve ser afetado no curto e no médio prazo.

Além dos dividendos da Petrobras (PETR4)

No mesmo relatório, a equipe do BTG Pactual cita as diretrizes para o Capex da Petrobras (PETR4). O novo plano estratégico prevê uma elevação de 15% no nível de investimentos para os próximos cinco anos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A meta é investir US$ 78 bilhões no período, com foco em Exploração e Produção (E&P), que ficará com 82% do total investido.

Dos US$ 64 bilhões destinados para a E&P, o pré-sal terá direito a 67% dos investimentos. Isso é positivo para o mercado, já que essa divisão tem boa produtividade e, portanto, mais rentabilidade.

Sendo o grande responsável pela geração de caixa da estatal, o pré-sal faz crescer os olhos de quem busca dividendos gordos.

No relatório, os analistas do BTG reforçam que o novo governo tem uma agenda clara de transição energética, o que pode fazer com que a participação da energia renovável aumente dentro do escopo de investimentos, alterando o plano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Também não descartamos novos investimentos para aumentar a capacidade de produção de combustíveis, pois no médio prazo isso aumentaria a capacidade do governo de interferir nos preços dos combustíveis e reduziria a dependência brasileira da importação de combustíveis", diz o documento.

Vale lembrar que uma mudança no plano nesse sentido também acompanha tendências globais de outras petroleiras como Shell, Equinor e BP. No entanto, são atividades com retornos bem menores.

Na avaliação do Santander, é justamente esse conjunto de temas que ofusca as novidades trazidas pelo novo plano estratégico.

"Uma empresa que não está mais oferecendo aos investidores o que eles mais buscaram em 2022, a nosso ver: o maior rendimento de dividendos no setor de petróleo", escrevem os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BENEFÍCIOS DE ELITE?

Luxo acessível? Revolut promete 120% do CDI, IOF zero e cartão premium para além da alta renda

5 de março de 2026 - 10:33

Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros

DINHEIRO À VISTA?

Uma nova solução: Raízen (RAIZ4) avalia aporte de R$ 4 bilhões e reestruturação da dívida; Shell entra com maior valor

5 de março de 2026 - 9:45

Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Vem mais dividendo por aí? Após produção recorde da Petrobras (PETR4), analistas revelam o que esperar do balanço do 4T25

5 de março de 2026 - 6:01

A estatal divulga os números dos últimos três meses do ano após o fechamento dos mercados desta quinta-feira (5); especialistas revisam as expectativas diante de um cenário menos favorável para o petróleo em 2025

CORRIDA ALÉM DAS EXPECTATIVAS

Ações da Vulcabras (VULC3), dona da Olympikus e Mizuno, sobem após resultados do 4T25 superarem expectativas; veja se é hora de comprar

4 de março de 2026 - 16:30

Entre analistas, a leitura dos resultados é positiva, mesmo com a queda no lucro. Além da marca própria Olympikus, a companhia representa no Brasil a japonesa Mizuno e a americana Under Armour

QUEM SOFRE É A CERVEJA

Sinal de ressaca? Ambev (ABEV3) anuncia possível pressão em despesas e custos diante da volatilidade do dólar; entenda

4 de março de 2026 - 16:00

Alumínio, que é uma das matérias-primas da Ambev, também pode ficar mais caro em decorrência do conflito no Oriente Médio; empresa já vinha lidando com ambiente adverso

FEBRE DAS CANETAS

RD Saúde (RADL3) tem lucro abaixo do esperado no 4T25, mas ‘efeito Ozempic’ impulsiona ações

4 de março de 2026 - 14:58

Com 10% da receita vindo de medicamentos como Ozempic e Wegovy, RD Saúde mostra que o peso das canetas emagrecedoras já impacta o balanço

ESTREIA NA BOLSA

Divisão de metais básicos da Vale (VALE3) quer estar pronta para o IPO até o meio do ano, diz CEO

4 de março de 2026 - 13:41

Após promessa de reorganização e corte de custos, a Vale Base Metals trabalha para deixar a operação pronta para uma eventual oferta pública antes do prazo inicialmente previsto para 2027

EFEITO DOMINÓ

A teia da Fictor só aumenta: Justiça inclui dezenas de empresas na recuperação judicial — e lista pode escalar ainda mais

4 de março de 2026 - 12:03

Perícia aponta fluxo financeiro pulverizado entre subsidiárias; juiz fala em confusão patrimonial e não descarta novas inclusões no processo.

SAÍRAM DA MESA

Shell e Cosan, controladores da Raízen (RAIZ4), abandonam negociações sobre injeção de capital na fabricante de etanol, diz agência

4 de março de 2026 - 11:20

Segundo a agência de notícias, a Shell ainda pretende prosseguir com a injeção de capital e apoiar a Raízen nas discussões contínuas com bancos e credores

MAIS DÍVIDA QUE CAIXA

Depois de perder quase um terço do valor, Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) diz que negociações com credores são construtivas

4 de março de 2026 - 11:02

Segundo o GPA, a reestruturação das dívidas não tem relação com as operações do dia a dia de sua rede de supermercados, ou ainda suas relações com fornecedores, clientes ou parceiros.

DEPOIS DA DILUIÇÃO MASSIVA

Adeus, lotes de 1 milhão de ações? Azul (AZUL53) quer que papel volte a valer R$ 1 e propõe grupamento de 150 mil para 1

4 de março de 2026 - 10:27

Proposta busca elevar o valor individual das ações para acima de R$ 1 e encerrar negociações em lotes de 1 milhão de papéis após a reestruturação financeira da companhia

DEMANDA MORNA?

Banco Pine (PINE4) testa apetite do mercado e capta R$ 245 milhões em follow-on que mirava até R$ 400 milhões; ações caem mais de 11%

4 de março de 2026 - 9:48

Captação ficou abaixo do potencial estimado pelo Pine; controlador absorveu fatia relevante da oferta

CHEGA VOANDO

Como funciona o serviço de delivery que une iFood e Embraer e promete entregar com drones em São Paulo

4 de março de 2026 - 7:31

Com apoio do iFood e da Embraer, a startup Speedbird Aero se prepara para expandir as operações e chegar na maior metrópole do país

AÇÃO DO MÊS

Dividendos na veia: ação de energia é a nova favorita dos analistas para investir em março; descubra qual é

4 de março de 2026 - 6:16

Após reestruturação e mudança de fase, empresa lidera ranking de recomendações de 10 corretoras; veja quem aposta no papel e por quê

DEMANDA ATENDIDA

BC libera compulsório para bancos socorrerem o FGC após rombo bilionário do Banco Master

3 de março de 2026 - 20:02

Com a nova resolução, o BC atende a um pleito do setor e permite que os bancos utilizem esse capital para financiar o FGC sem sacrificar o próprio caixa operacional

SALDO INSUFICIENTE

Justiça tenta bloquear R$ 7,32 milhões da Fictor, mas encontra contas praticamente zeradas

3 de março de 2026 - 18:01

Holding, assets e principais fundos do grupo retornaram com bloqueio zerado; recursos identificados somam R$ 360 mil e foram classificados como insuficientes

SINAL AMARELO

Crise na Oncoclínicas (ONCO3) começa a respingar no crédito: Fitch rebaixa CRIs expostos à empresa

3 de março de 2026 - 17:15

Agência corta notas de papéis emitidos por securitizadora que tem a rede de oncologia como devedora; entenda o rebaixamento

O MELHOR DOS DOIS MUNDOS

Dividendos gordos e crescimento no horizonte: a Copel (CPLE3) entrega os dois, diz Safra

3 de março de 2026 - 16:31

Com 25% da energia descontratada até 2028, elétrica pode capturar preços mais altos e ampliar crescimento

GATILHO IMPORTANTE

Prio (PRIO3) recebe sinal verde final para produzir em Wahoo — e isso pode destravar o pagamento de dividendos já em 2026

3 de março de 2026 - 15:50

Com licença do Ibama em mãos, petroleira conclui última etapa regulatória para iniciar produção no campo da Bacia de Campos; mercado agora volta os olhos para o impacto na geração de caixa e no potencial pagamento de dividendos

BOIA SALVA-VIDAS

O aguardado aporte vem aí: Shell está disposta a injetar R$ 3,5 bilhões na Raízen, diz jornal

3 de março de 2026 - 15:04

A Raízen, maior produtora global de açúcar e etanol de cana, está em dificuldades financeiras e precisa de uma injeção de capital de seus sócios para se manter de pé, avaliam especialistas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar