🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

FLOPOU

Mark Zuckerberg não curtiu. Meta, dona do Facebook, derruba Nasdaq e arrasta bolsas após queda inédita no número de usuários

Fundador da empresa aponta a concorrência do Tik Tok e o bloqueio de dados da Apple como os grandes vilões do desempenho no quarto trimestre do ano passado

Carolina Gama
3 de fevereiro de 2022
12:32 - atualizado às 19:12
Mark Zuckerbeg, fundador da Meta, dona do Facebook
Mark Zuckerbeg, fundador da Meta, dona do Facebook -

A Meta (FBOK34) flopou. A expressão muito usada na internet não é comum ao mercado, mas se encaixa bem com a realidade financeira da dona do Facebook: depois de apresentar na quarta-feira (02) resultados trimestrais abaixo das projeções e registrar uma queda inédita do número de usuários, a holding derrubou o Nasdaq e arrastou as bolsas em Nova York. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O índice das empresas de tecnologia terminou o pregão desta quinta-feira (03) em queda de 3,74%, pressionado pelo desempenho da Meta no quarto trimestre de 2021. E levou com ele o Dow Jones, que fechou em baixa de 1,45%, e o S&P 500, que caiu 2,44%. 

As ações da Meta (FB) desabaram 23% ontem no after market americano depois de a empresa fundada por Mark Zuckerberg apresentar números ruins para o período entre outubro e dezembro de 2021 e projeções fracas para o primeiro trimestre de 2022.

Por isso, a sangria dos papéis da empresa continuou hoje, com queda de 27% dos papéis em Nova York. Aqui na B3, os BDRs da rede social (FBOK34) fecharam em queda de 11%.

A dona do Facebook divulgou resultados pela primeira vez depois de mudar o nome para Meta e ficou abaixo das estimativas de lucro por ação para o quarto trimestre de 2021 - US$ 3,67 contra US$ 3,84 das expectativas do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como se não bastasse, a companhia projetou receita de US$ 27 bilhões a US$ 29 bilhões para o primeiro trimestre, abaixo das expectativas dos analistas de US$ 30,15 bilhões, segundo a Refinitiv. Confira o balanço completo da empresa.

Leia Também

Usuários caem, e a culpa é da concorrência

Pela primeira vez, a Meta reportou um declínio do número de usuários ativos diários em relação ao trimestre anterior, atribuindo o efeito inédito a concorrentes como Tik Tok e até mesmo a gigantes da tecnologia como a Apple

Falando após os resultados, o fundador da Meta, Mark Zuckerberg, admitiu que o Tik Tok está crescendo rápido demais, podendo ser uma ameaça, e que as receitas de publicidade vão sofrer diante não apenas da concorrência, mas das novas políticas de privacidade da Apple. 

A trilionária fabricante de iPhones bloqueou os dados que compartilhava com plataformas como Facebook e Twitter, o que tornou um desafio a publicidade de alta eficiência baseada em algoritmos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O metaverso também não ajudou a Meta

Além de prever um crescimento de receita mais fraco do que o esperado no próximo trimestre, a dona do Facebook mostrou que o Reality Labs, sua grande aposta para o futuro, perdeu US$ 10 bilhões ano passado.

A Meta lançou o segmento Reality Labs, compreendendo seu negócio focado no metaverso. A unidade faturou US$ 877 milhões no quarto trimestre, com prejuízo operacional de US$ 3,3 bilhões. 

Para André Kim, sócio e analista da GeoCapital, esse tipo de investimento não é de curto prazo. “Se o metaverso não der certo, a Meta volta aos seu business como antes. É uma empresa que tem caixa para queimar em inovação”, diz.

Segundo o analista, é normal que as margens da Meta diminuam com o investimento em novas tecnologias. “Se a empresa perder investimento, ela seguirá lucrativa e se der certo, será ainda mais”, acrescenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que a Meta também está apostando mais em produtos que geram menos receita no curto prazo, mas que os executivos acreditam ter grande potencial de crescimento, como o Reels no Instagram. Confira nossa matéria especial sobre as big techs em 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Fôlego para a Oi: Justiça estica prazo de proteção contra dívidas extraconcursais, enquanto ação está fora da B3

19 de janeiro de 2026 - 12:40

Decisão dá mais 90 dias de proteção à operadora em um momento delicado, marcado por disputas judiciais com credores e pela retirada das ações da bolsa

NO TOPO

Por que a Rede D’Or virou a favorita do BTG? Os motivos para comprar as ações RDOR3 agora

19 de janeiro de 2026 - 11:33

Os analistas do banco listaram os fatores que colocam a empresa como principal aposta para o novo ciclo do setor de saúde; veja todas as recomendações

AS PREFERIDAS

Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3): Top picks do BTG para lucros de até 44% no setor de óleo e gás

18 de janeiro de 2026 - 15:30

Em um relatório completo sobre o setor, o BTG divulgou suas duas ações preferidas para investir: Prio (PRIO3) e Ultrapar (UGPA3), com impulsionadores claros para a expansão da margem e o aumento da geração de caixa

NO SHAPE

SmartFit (SMFT3) vai além e levanta R$ 364,5 milhões em aumento de capital — e ainda dá para participar da subscrição das sobras

17 de janeiro de 2026 - 14:27

O montante superou com folga o mínimo previsto na operação, de 4,1 milhões de ações

PRÉVIA OPERACIONAL

Eztec (EZTC3) dá salto de quase 200% nos lançamentos e vê vendas crescerem no 4T25, mas números não empolgam o Citi

17 de janeiro de 2026 - 13:02

Apesar de reconhecer o bom desempenho no quarto trimestre de 2025, os analistas avaliam que a construtora ainda “precisa melhorar”

COMPRA OU VENDA?

O caminho para a desalavancagem da CSN (CSNA3): os riscos e as vantagens do plano para reduzir as dívidas em até R$ 18 bilhões

16 de janeiro de 2026 - 18:32

Objetivo é vender partes de negócios que não são o foco da companhia neste momento, permitindo uma redução imediata da dívida líquida

A ESCOLHIDA

Ultrapar (UGPA3) é uma das ‘top pick’ do BTG para o setor de óleo e gás; o que pode fazer a ação dar quase 43% de lucro?

16 de janeiro de 2026 - 17:18

A Ultrapar tem oportunidades de crescimento, tanto de forma orgânica quanto por meio de aquisições. A disciplina na alocação de capital e atuação em setores resilientes (energia, logística e mobilidade) são pontos relevantes para a tese de investimentos

PEDIDO CHEGA VOANDO

É o fim dos motoboys? Entrega por drones já é realidade nos EUA — e no Brasil também já está acontecendo

16 de janeiro de 2026 - 16:14

Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos

QUAL A QUERIDINHA AGORA

Petrobras (PETR4) sob pressão, com Irã, Venezuela e eleições; veja qual a ação preferida do BTG, UBS e outros para investir no setor de petróleo

16 de janeiro de 2026 - 15:47

Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora

MUDANDO A ROTA

CVC (CVCB3) troca de CEO e dá início a uma nova fase na empresa; conheça o novo executivo

16 de janeiro de 2026 - 10:37

Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão

SARRAFO ALTO

Petrobras (PETR4) supera meta de produção em 2025; pré-sal e eficiência operacional são as chaves do recorde anual

15 de janeiro de 2026 - 21:01

A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.

CAPITALIZAÇÃO ADIADA

Investigação de Tanure no caso Master leva Alliança Saúde (AARL3) a adiar aumento de capital; empresário se defende

15 de janeiro de 2026 - 20:34

A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira

ESTIMATIVAS ATUALIZADAS

C&A (CEAB3): Citi vê desaquecimento no setor de vestuário e corta preço-alvo em R$ 4; saiba se ainda vale a pena comprar os papéis

15 de janeiro de 2026 - 19:42

Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano

PERDEU FÔLEGO?

Porto Seguro (PSSA3): após alta de 70% em 2 anos, UBS BB revela se ainda há espaço para a ação avançar

15 de janeiro de 2026 - 18:03

O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado

VAZOU

Sem Ilha Dinâmica no iPhone 18 Pro? Entenda o que indica o vazamento da Apple

15 de janeiro de 2026 - 16:01

Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro

RALI AINDA NÃO ACABOU

Ainda tem fôlego? Por que a Eneva (ENEV3) virou a ação favorita do Itaú BBA mesmo após um rali de quase 100%

15 de janeiro de 2026 - 15:42

O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?

MERCADO NÃO GOSTOU

SmartFit (SMFT3) despenca mais de 9% após evento da empresa. É hora de comprar?

15 de janeiro de 2026 - 14:43

Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde

APERTANDO O CINTO

CSN (CSNA3) anuncia plano de venda de ativos para reduzir até R$ 18 bilhões em dívidas; ações recuam na bolsa

15 de janeiro de 2026 - 13:39

A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores

PRÉVIA OPERACIONAL 4T25

Cury (CURY3) dobra geração de caixa no 4T25, e bancões respondem o que fazer com a ação agora

15 de janeiro de 2026 - 13:05

Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel

MERCADO IMOBILIÁRIO

Moura Dubeux (MDNE3) abre caminho para expansão com oferta de quase 9,7 milhões de ações; confira os detalhes da operação

15 de janeiro de 2026 - 12:31

Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar