O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Posicionamento de acionistas vem alguns dias após conselho do Burger King também se manifestar contra a oferta do Mubadala
No que depender de alguns dos principais acionistas do grupo controlador do Burger King (BKBR3) no Brasil, a empresa não terá mesmo um novo rei.
Nesta segunda-feira (22), a Zamp — empresa que detém os direitos da marca da rede no Brasil — recebeu uma carta assinada por um grupo de acionistas na qual eles dizem não ter interesse em aceitar a oferta de aquisição do Mubadala, fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos.
O documento leva a assinatura das gestoras Atmos Capital, Fitpart, BW GSS, Mar Asset Management e Vista Capital, que, juntas, representam 20,44% do capital social da Zamp.
Quem capitaneou o posicionamento foi a Atmos, que detém 7,4% das ações do Burger King Brasil, e a Mar, conforme o Seu Dinheiro apurou. A reportagem tentou contato com as gestoras, mas ainda não obteve resposta. A matéria será atualizada caso as empresas se manifestem.
Para o Credit Suisse, a postura desses acionistas já era esperada, tendo em vista que as ações do Burger King já estão cerca de 10% acima da oferta do Mubadala.
Leia Também
Desde 1º de agosto, quando a oferta veio a público, as ações BKBR3 subiram 12,7% e, nesta segunda, operam em alta de 2,88%, a R$ 8,57.
Não está claro se os acionistas estão esperando uma oferta concorrente ou que o Mubadala refaça a proposta com números mais interessantes.
Além das gestoras mencionadas acima, compõem o quadro acionário da Zamp o Morgan Stanley, com 9,7%, o próprio Burger King do Brasil, com 9,4%, a Vinci Capital Partners, com 6,4%, e a EGT Management, com 0,03%.
Outros 2,4% das ações estão na tesouraria da Zamp e 58,9% estão nas mãos de outros investidores institucionais, pessoas físicas e jurídicas.
Vale lembrar que, na semana passada, o conselho de administração da controladora do Burger King também já havia se manifestado contra a oferta do Mubadala.
Segundo o conselho, os planos estratégicos do Mubadala não diferem da estratégia atual da Zamp. No seu parecer, o conselho diz ainda que não tem elementos suficientes para avaliar a capacidade do fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos em executar os planos estratégicos da companhia.
No dia 1º de agosto, o Mubadala oficializou uma oferta pública voluntária para aquisição das ações ordinárias (OPA) da Zamp.
Ela visa a aquisição de 45,15% das ações de emissão da companhia, ao preço de R$ 7,55 por ação, e movimentaria algo em torno de R$ 938,6 milhões.
Assim, o Mubadala se tornaria controlador, com 50,10% do capital social da operadora do Burger King.
O leilão da OPA está marcado para 15 de setembro, se o Mubadala não cancelar a oferta.
Com capital aberto na B3 desde 2017, o Burger King Brasil mudou o nome da empresa para Zamp em maio deste ano com o objetivo de se distanciar da marca, uma vez que o grupo também administra as lanchonetes Popeyes no Brasil.
O grupo está no vermelho desde 2020, mas vem conseguindo melhorar os resultados desde que atingiu prejuízo de mais de R$ 500 milhões no primeiro trimestre de 2021.
Nos resultados mais recentes, do segundo trimestre de 2022, o prejuízo caiu para R$ 77,3 milhões.
No mesmo período, o endividamento bruto total da companhia atingiu R$ 1,055 bilhão, mas, deduzindo o caixa disponível de R$ 563,9 milhões, a dívida líquida cai para R$ 491,2 milhões.O número é 54,5% maior que o do mesmo período do ano passado.
Por outro lado, a receita líquida vem se recuperando e chegou a R$ 883,3 milhões, um crescimento de 55,5% na comparação anual. O faturamento alcançou o nível recorde de R$ 3,3 bilhões em vendas líquidas, 15% acima de 2019, antes da pandemia.
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026