O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O grupo da área de comunicações do presidente eleito argumenta que a companhia atua em todas as cidades do país, ao contrário das empresas privadas do setor
Pelo histórico das passagens anteriores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo Palácio do Planalto, era de se imaginar que o processo de privatização dos Correios, iniciado durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), poderia ser interrompido.
O ex-ministro Paulo Bernardo, membro da equipe de transição de governo na área de comunicações, também já havia afirmado que o grupo recomendaria a manutenção da empresa entre as estatais da União.
E, segundo informações do Uol, a recomendação agora transformou-se em resolução: "Os correios não serão privatizados", declarou Bernardo.
Segundo o político, o principal motivo é que a companhia atua em todas as cidades do país, ao contrário das empresas privadas do setor. "Ninguém quer disputar o mercado da Amazônia. As empresas querem discutir a privatização dos Correios para tirar o concorrente do Rio de Janeiro e São Paulo."
Ainda segundo Bernardo, a privatização exigiria a criação de outra companhia governamental para entregar correspondências onde as privadas "não querem ir".
A desestatização da empresa pública federal foi uma iniciativa do governo de Jair Bolsonaro e dependia de aprovação pelo Congresso Nacional. O projeto que tira o controle público da companhia chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados em agosto de 2021 e, desde então, está parado no Senado.
Leia Também
Uma das justificativas da equipe de Bolsonaro para a privatização eram as dúvidas em relação à autossuficiência e capacidade de investimentos futuros por parte dos Correios. Além disso, o governo deixaria de gastar R$ 2 bilhões ao ano na empresa.
O governo Lula também busca formas de tornar a companhia mais eficiente, mas dentro da estrutura estatal. Os principais desafios são baratear a operação, que conta com 85 mil funcionários, e aumentar os lucros para que ela possa se modernizar e competir com os pares privados.
Uma das alternativas para isso é investir no transporte de produtos. Apesar desse não ser o core dos Correios, a margem de ganhos é superior.
"Na Europa os correios têm atividades múltiplas: entregam cartas, e além disso, têm banco, financeira, empresas de logística. Temos que investir mais e fazer modernização, mas se tirar os Correios do mercado vai ter que arranjar outra para fazer", resumiu Paulo Bernardo.
*Com informações do Uol
Banco amplia ofensiva no esporte e assume o lugar da Allianz como detentor do naming rights do estádio. O resultado da votação será divulgado em 4 de maio
Oferta será 100% primária, com recursos destinados à redução de dívida, reforço de caixa e investimentos operacionais; operação também prevê aumento do free float e da liquidez das ações na bolsa
A empresa informou que a aliança abre “um ciclo de crescimento” e cria receitas recorrentes de gestão de ativos e fundos
A empresa vem passando por um momento de reestruturação, decorrente de uma pressão financeira que levou a companhia de tratamentos oncológicos a recalcular a rota e buscar retomar o seu core business
Companhia promete “tomada de decisão cada vez mais eficaz” enquanto enfrenta pressão de acionistas por melhoria na governança
A Panobianco possui 400 academias pelo país e está crescendo de maneira acelerada com uma parceria com o Wellhub
Estatal cita guerra no Oriente Médio e pressão de órgãos reguladores ao anunciar correção nos valores do GLP; entenda o imbróglio
Mudança segue o rodízio entre os grandes bancos privados e mantém o comando da entidade nas mãos do Itaú até 2029
Em 2025, a empresa investiu R$ 15,2 bilhões. Já para 2026, os planos são mais ambiciosos, de R$ 20 bilhões em capex
Em uma apresentação institucional, o Digimais afirma ser um banco focado em crédito com forte ênfase em financiamento de automóveis
O tombo a R$ 604,9 bilhões em valor de mercado veio na primeira hora do pregão desta quarta-feira (8), o quarto maior da história da companhia
Mudanças no cenário global levaram analistas a revisar suas avaliações sobre a varejista; entenda o que está em jogo
No entanto, a decisão sobre qual seria a medida de proteção — uma recuperação judicial ou extrajudicial — ainda não foi tomada, e estão sendo avaliadas diversas iniciativas diferentes, disse a Oncoclínicas
Essa não é sua primeira tentativa de se recuperar. Em 2023, a empresa encerrou um processo de recuperação judicial que durou quase dez anos, após uma crise desencadeada pela Operação Lava Jato
Embora ainda pequena, operação de telefonia do Nubank começa a aparecer nos números e levanta dúvidas sobre o impacto de novos entrantes no longo prazo. Veja o que esperar
Após críticas à estrutura do acordo com a Direcional, companhia elimina minoritários e tenta destravar valor no Minha Casa, Minha Vida
Os CEOs das gigantes brasileiras de proteína participaram nesta terça-feira (7) de evento promovido pelo Bradesco BBI e fizeram um raio-x do setor
Banco rebaixou ação para neutra e cortou preço-alvo tanto das ações quanto dos ADRs; Suzano figurou entre as maiores quedas do Ibovespa nesta terça-feira (7)
Em evento nesta terça-feira (7), a diretoria da empresa detalhou como vem avançando em expansões, reforçando a aposta em experiência e usando a estratégia como escudo contra o impacto dos juros altos
Banco projeta Ebitda de US$ 4,08 bilhões no 1T26 e destaca avanço dos metais básicos nos resultados da companhia