O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dona do melhor desempenho no Ibovespa em 2021 terá ações de controlada responsável pelo eVTOL negociadas na NYSE
A Eve, subsidiária da Embraer (EMBR3) na área de mobilidade urbana, formalizou junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) o processo para a certificação do projeto do eVTOL (Electric Vertical Take-off and Landing) no país.
O eVTOL — uma espécie de "carro elétrico voador" — seguirá o processo de obtenção do Certificado de Tipo de aeronave classificada como “categoria normal”, considerando os requisitos estabelecidos pela ANAC.
Com isso, a Eve oficializa o compromisso de demonstrar cumprimento com os padrões técnicos internacionais e requisitos de aeronavegabilidade obrigatórios para a certificação.
Com o apoio da Anac, a Eve dará continuidade às interações com as principais autoridades aeronáuticas estrangeiras, formalizando em breve o processo de validação do certificado de acordo com a sua estratégia global de negócio.
"Do ponto de vista da regulação há muito trabalho a ser feito, não somente em relação à tecnologia da aeronave, mas na definição de todo ecossistema", diz Roberto Honorato, superintendente de aeronavegabilidade da Anac.
O eVTOL da Eve é uma aeronave de pouso e decolagem vertical totalmente elétrica. De acordo com a Embraer, a aeronave, projetada com foco nos usuários, proporcionará um transporte confortável, com baixo ruído e zero emissões de carbono.
Leia Também
"A formalização do processo de certificação do eVTOL é um passo importante para a continuidade das discussões que vêm sendo realizadas entre Eve e ANAC em direção à certificação do veículo para mobilidade urbana", aponta Luiz Felipe Valentini, diretor de tecnologia da Eve.
A Embraer conseguiu obter a maior valorização do Ibovespa em 2021, e este desempenho pode ser atribuído, em grande medida, à Eve.
Fundada em 2018 como uma espécie de incubadora tecnológica, em pouco tempo tornou-se o principal ativo da empresa brasileira.
Isso porque os "carros elétricos voadores" passaram a ser vistos como uma das principais soluções para os crescentes problemas de mobilidade urbana. Sendo assim, não demorou muito para o projeto chamar a atenção de inúmeras empresas mundo afora.
É importante lembrar que o projeto ainda é um protótipo; ou seja, ainda não há carros elétricos decolando em lugar nenhum.
Mesmo assim, o conceito dos eVTOLs é poderoso para atrair tanto compradores, quanto investidores — a Eve já tem quase 20 clientes em sua carteira e encomendas para quase 2 mil eVTOLs, que somam mais de US$ 5 bilhões.
Exemplo do interesse dos compradores foi o que aconteceu em dezembro do ano passado, quando a Eve e a australiana Sydney Seaplanes decidiram se juntar visando a iniciar operações de táxi aéreo elétrico na cidade australiana, com uma encomenda inicial de 50 aeronaves a ser entregue a partir de 2026.
Todo esse sucesso chamou a atenção da Zanite Acquisition Corp., uma SPAC — tipo de empresa criada com objetivo de captar recursos na bolsa para investir em projetos de um setor específico — que decidiu embarcar no mundo dos carros voadores e investir na Eve.
A Eve foi avaliada em US$ 2,4 bilhões, cifra próxima ao valor de mercado da Embraer como um todo, que é de US$ 2,69 bilhões.
O aporte deve garantir à Eve em torno de US$ 512 milhões em dinheiro, o que deve resultar em um valor patrimonial pró-forma total de aproximadamente US$ 2,9 bilhões.
Com o investimento, a Eve ocupará o lugar da Zanite, na NYSE, e será negociada sob os tickers EVEX e EVEXW.
As duas empresas vão ser sócias, mas a Embraer não vai abrir mão do controle do negócio e permanecerá de posse de 82% das ações da Eve.
A operação já foi aprovada pelos conselhos da Embraer e da Zanite e deve ser concluída no segundo trimestre de 2022.
Quando a Boeing decidiu celebrar parceria (que já não existe mais) com a Embraer, assumindo a divisão de aviação comercial da empresa, o valor de mercado da Embraer girava em torno de R$ 14,3 bilhões.
O problema é que o mercado de aviação mudou muito entre 2018 e 2022. Mesmo antes da pandemia, a Embraer já via uma desaceleração no ritmo de entrega de suas aeronaves. Essa tendência ganhou força a partir de 2019, especialmente no setor de aviação comercial.
Sendo assim, a Embraer “pré-Eve” tinha na aviação comercial seu carro-chefe. Hoje, o segmento como um todo diminuiu, principalmente pelo cenário de incertezas que a pandemia trouxe ao setor.
Se os carros voadores serão capazes de fechar esse buraco, só o tempo irá dizer.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês
JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda
As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte
Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada