O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Num eventual segundo turno, Lula continua em vantagem em relação a Bolsonaro, mas estagnou em 51% nas últimas quatro pesquisas
Uma nova pesquisa da Quaest Consultoria contratada pela Genial Investimentos e publicada nesta quarta-feira (7) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança das intenções de voto, com 44%. A diferença para o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), que tem 34%, é de 10 pontos percentuais.
Comparando com a pesquisa anterior, Lula ficou estagnado, enquanto Bolsonaro oscilou para cima dentro da margem de erro. Para vencer o pleito no primeiro turno, Lula precisaria ter mais pontos percentuais que os outros candidatos somados.
Ciro Gomes (PDT) caiu um ponto, para 7%, enquanto Simone Tebet (MDB) avançou um ponto, para 4%. Felipe D'Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) oscilaram de 0% a 1%, enquanto os demais candidatos não pontuaram.
Num eventual segundo turno, Lula continua em vantagem em relação a Bolsonaro, mas estagnou em 51% nas últimas quatro pesquisas. Já Bolsonaro oscilou para cima dentro da margem de erro e chegou à pesquisa atual com 39%. Votos brancos e nulos contabilizam 7% e indecisos somam 3%.
Confira a evolução da pesquisa da Quaest:

Fazendo um recorte por região, o Nordeste é o principal reduto eleitoral do petista: Lula tem 60% das intenções de voto. Mas esse número já foi maior. Em junho, 66% dos nordestinos diziam que iriam votar em Lula.
Leia Também
No mesmo período, o percentual de eleitores de Bolsonaro na região passou de 16% para 22%.
O cenário é diferente nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Norte, onde as intenções de voto estão mais misturadas. No sudeste, Lula e Bolsonaro estão em empate técnico, com 37% e 39% das intenções de voto, respectivamente.
No sul, Bolsonaro tem a preferência de 42% dos eleitores, enquanto Lula tem 36%. No centro-oeste e no norte, a vantagem é de Lula, com 42%, enquanto Bolsonaro tem 35%.
A pesquisa também questionou os entrevistados sobre sua avaliação a respeito do governo Bolsonaro. O percentual de eleitores que avalia a gestão como negativa chegou a 39%, o menor nível nos últimos 12 meses. Da mesma forma, os que veem o governo de forma positiva subiu para 32%, o maior nível no mesmo período.
Segmentando por região, a pior avaliação do governo Bolsonaro é no Nordeste, onde 49% avaliam a gestão de maneira negativa. No Sul, no entanto, 40 consideram o governo positivo.
A rejeição do eleitorado feminino teve uma queda considerável. Se em junho 50% das mulheres avaliava o governo Bolsonaro de maneira negativa, hoje a pesquisa mostrou que esse percentual caiu para 42%. No mesmo período, a avaliação positiva do governo entre as mulheres subiu de 21% para 30%.
Entre os homens, a avaliação negativa caiu de 44% para 36% no mesmo período e, agora, 34% consideram o governo positivo, ante 30% em junho.
Confira:

A pesquisa entrevistou presencialmente 2 mil pessoas entre os dias 1º e 4 de setembro e foi registrada no TSE sob o número BR-00807/2022 e custou R$ 125.896,48. O índice de confiança é de 85%.
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias
Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista
Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo
Bolsonaro pede ao STF para entrar em programa de leitura para redução de pena. Veja como funciona o sistema por meio do qual o ex-presidente tenta reduzir tempo de reclusão
Erich Decat, analista político da Warren, faz um balanço da gestão Lula 3 no podcast Touros e Ursos, e comenta os impactos da queda de Nicolas Maduro nas eleições brasileiras
Até o momento, não há notícias de brasileiros entre as possíveis vítimas dos ataques dos EUA ao país vizinho
Em entrevista à agência Reuters, o senador falou em corte de gastos, privatizações e governo “enxuto”
Previdência e seguro‑desemprego têm redução, enquanto emendas somam R$ 61 bilhões em ano eleitoral; texto vai ao plenário e pode ser votado ainda nesta sexta-feira (19)
Ministro afirma que não será candidato, mas prevê saída do cargo até fevereiro para colaborar com a reeleição de Lula
Durante evento nesta quinta-feira (11), promovido pelo Itaú Asset Management, Thomas Wu e Felipe Seligman dizem que o petista é o favorito, mas enfrenta alta rejeição e dilemas econômicos e geopolíticos que podem redefinir o futuro do Brasil
A ministra do Planejamento e Orçamento defendeu em evento da Febraban que o governo quer cortar “gastos ruins”, mas sofre com a resistência de grandes setores
STF tem maioria contra revisão da vida toda, do INSS; impacto da medida alivia até R$ 480 bilhões para as contas públicas
Segundo Moraes, convocação de apoiadores “disfarçada de vigília” indica a repetição do modus operandi da organização criminosa no sentido da utilização de manifestações populares criminosas, com o objetivo de conseguir vantagens pessoais
Ao decretar a prisão de Bolsonaro, Alexandre de Moraes argumentou que “foram adotadas todas a medidas possíveis para a manutenção da prisão domiciliar” do ex-presidente
Documento de identidade e caneta esferográfica preta são itens obrigatórios, e há itens de vestuário que são proibidos