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Com ingressos esgotados, a Expert XP 2022 não pôde fugir do debate entre Lula e Bolsonaro, mas esqueceu-se da terceira via
Quem perambulou pelos corredores da Expert XP, o primeiro grande evento presencial do mercado financeiro neste ano, não conseguiu escapar do assunto "eleições".
A organização do evento parece até ter se esforçado para não imprimir um tom polêmico às sessões, que tiveram pouco espaço para o contraditório. Nenhuma palestra foi aberta ao público para perguntas.
Com corredores lotados por estandes de grandes gestoras e escritórios de assessores de investimentos, a Faria Lima predominantemente masculina e branca festejou com cerveja e drinques a volta presencial do maior evento da indústria.
A sensação de muitos presentes, porém, foi de que o investidor pessoa física passou longe da Expert XP, que teve os ingressos esgotados.
Os únicos momentos em que as avenidas do São Paulo Expo ficaram mais transitáveis foi nos momentos em que a plenária recebia alguns dos tubarões do mercado, como Howard Marks, da Oaktree, Luis Stuhlberger, da Verde, João Landau, da Vista, entre outros.
Já nos painéis espalhados pela feira, chegou a faltar equipamento para quem quisesse ouvir as palavras de Henrique Bredda, da Alaska Asset Management, e Rafael Bevilacqua, da Levante.
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Os espaços dedicados aos influenciadores do mundo das finanças, os “finfluencers”, também atraíram grande público, com filas para tirar fotos com Thiago Nigro, o “Primo Rico”, e Pablo Spyer, o “Tourinho”. Um sinal de que pelo menos uma parte daquele público que descobriu a bolsa nos anos de juros baixos mantém o interesse por investimentos.
Os painéis voltados ao empreendedorismo e ESG, por sua vez, chamaram a atenção pela falta de interesse e ficaram praticamente vazios.

A presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, no primeiro dia do evento foi um momento de catarse — ele foi interrompido pelo menos nove vezes para ter suas falas celebradas pela plateia.
Grande aposta do candidato Jair Bolsonaro desde as eleições 2018, o ministro perdeu espaço como o “Posto Ipiranga” em meio ao desgaste da imagem do governo e da crise econômica.
E, na percepção de alguns gestores, Guedes praticamente atuou como um animador de torcida ao seguir o roteiro elaborado desde sua chegada ao governo.
Mas, como as recorrentes salvas de palmas indicaram, a Faria Lima ainda é um lugar seguro para Guedes, onde ele, de fato, é exaltado.
No entanto, alguns gestores, mais céticos, deixaram a plenária com o desejo de querer morar no Brasil descrito pelo ministro.
Nos corredores, a temática das conversas pulava de Paulo Guedes para a crise no Brasil e no mundo e, claro, as eleições de outubro. Só que ninguém lembrou que ainda existe uma tentativa de terceira via.
Se no passado boa parte do mercado financeiro abraçou Guedes de corpo e alma e declarou voto em Bolsonaro sem pestanejar, hoje esse retrato ganhou contornos mais difusos, principalmente por causa do presidente.
“O problema não é o governo em si, é o presidente lunático”, disse um gestor.
Ao mesmo tempo, basta a primeira ponderação de que Bolsonaro não executou o melhor dos governos para vir um comentário óbvio: "Mas o Lula também não dá!".
Dentre os gestores mais pragmáticos, existe pouca diferença entre os dois candidatos líderes das pesquisas.
Como disse João Landau, da Vista Capital, o Brasil tem um governo liberal que não é tão liberal e uma esquerda que também não é tão esquerda.
Nesses momentos é possível ver que o mercado deve enfrentar um dilema de fato no segundo turno das eleições.
A terceira via torna-se cada dia mais improvável, ainda que seja o sonho dourado de quem não quer ter a obrigação de fazer essa escolha.
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