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2022-08-15T16:40:47-03:00
Jasmine Olga
Jasmine Olga
É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
DESTAQUE DO DIA

De olho em uma possível ‘virada de chave’ varejistas e techs disparam mais de 10% na bolsa; Americanas (AMER3), Via (VIIA3) e Magazine Luiza (MGLU3) são destaques

Com fechamento da curva de juros e projeções mais otimistas, investidores correm atrás do tempo perdido; Magazine Luiza, Americanas e Via são destaques.

15 de agosto de 2022
16:34 - atualizado às 16:40
Alta das varejistas representada por montes de moeda e um carrinho de compras
Imagem: Shutterstock

Há pouco mais de dois meses, quando conversei com diversos analistas e gestores de mercado sobre as expectativas para o segundo semestre, poucos foram aqueles que apostaram nos setores de grande exposição à economia doméstica como boas alternativas para a segunda metade do ano. 

O posicionamento mais cético, na maior parte dos casos, pouco tinha a ver com a qualidade da gestão de algumas empresas e sim com o nevoeiro que impedia uma leitura mais acertada sobre o cenário macroeconômico. 

Até então, pouco se sabia sobre os planos de fim do ciclo de aperto monetário por parte do Banco Central brasileiro e a inflação americana se tratava de uma verdadeira incógnita. Nas últimas duas semanas, no entanto, as coisas mudaram. 

No Brasil, a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e a subsequente ata do encontro deixaram no mercado a certeza de que a taxa de juros chegou ao seu limite de alta neste ciclo. 

Já nos Estados Unidos, os últimos indicadores de inflação divulgados mostraram uma desaceleração no ritmo de alta, acalmando o coração dos economistas quanto à possibilidade de um pulso mais firme do Federal Reserve, o BC americano, para conter a escalada de preços. Isso sem falar na queda do preço das commoditties…

Apesar dos sinais claros de que a economia global passa por um processo de desaceleração, as últimas semanas podem ter marcado um momento importante — uma virada de chave quanto ao panorama macroeconômico e, por consequência, uma boa notícia para setores sensíveis aos altos e baixos da Selic. 

ICON: O índice cansou de apanhar?

Na B3, ao invés de olharmos individualmente para apenas algumas empresas, podemos usar o índice setorial de consumo (que abrange diversas varejistas, administradoras de shoppings e outras empresas relacionadas diretamente à economia doméstica) como um termômetro para a mudança de humor dos investidores. 

No gráfico abaixo, é possível ver o quanto a aposta no e-commerce e em outras empresas de tecnologia durante a pandemia levou o preço dos papéis de varejo e consumo às máximas e como o início do ciclo de aperto monetário no Brasil e no mundo fez com que o índice despencasse — acompanhando a forte correção que se passou nos papéis. 

Agora, no entanto, parece que a situação começa a mudar. Com projeções mais otimistas para a Selic e apostas em uma taxa de juros terminal nos Estados Unidos, os investidores parecem correr atrás do tempo perdido — o recuo anual, no entanto, segue acima dos 9%. 

Varejistas disparam hoje

Na semana passada, mesmo com números trimestrais considerados fracos, empresas como Magazine Luiza (MGLU3), Via (VIIA3) e Méliuz (CASH3) apresentaram forte alta. Nesta segunda-feira, o movimento se repete.  Acompanhe o mercado em tempo real nesta matéria.

Para Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos, e Rafael Passos, da Ajax Capital, o fechamento da curva de juros é o principal motivo que leva os investidores de volta aos papéis — considerados descontados por muitos. Nesta segunda-feira, o setor domina as maiores altas do dia. Confira:

CÓDIGONOMEVALORVAR
AMER3Americanas S.AR$ 15,3818,67%
VIIA3Via ONR$ 3,6815,72%
CASH3Meliuz ONR$ 1,5414,93%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 4,0312,57%
CVCB3CVC ONR$ 7,9110,63%

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