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Chefe do Kremlin ameaça rivais do Ocidente, afirmando que terão que pagar pelo custo econômico das sanções contra Moscou — novas punições foram anunciadas hoje
Agora é lei: o presidente da Rússia, Vladimir Putin, assinou nesta quinta-feira (31) o decreto que obriga os países não amigáveis a pagar pelas compras de gás natural russo com rublos e não mais em dólar, euro ou outras divisas.
Quando foi anunciada, na semana passada, a medida adicionou uma dose extra de tensão entre Moscou e o Ocidente, já que muitos dos países afetados pela mudança têm uma dependência elevada da energia russa.
Mas o que quase ninguém esperava é que um desses países considerados hostis conseguiria escapar da fúria de Putin na venda do gás.
Uma ligação antes da assinatura do decreto desta quinta-feira mudou os rumos dessa história — pelo menos por enquanto.
O chanceler alemão, Olaf Scholz, fez um telefonema para o presidente russo e ouviu dele o compromisso de manter o pagamento da Alemanha em euros ou dólares.
De acordo com um comunicado do Kremlin, Putin disse a Scholz que "a decisão tomada não deve levar ao agravamento dos termos contratuais para as empresas importadoras europeias".
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Desde que invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro, Putin provocou uma reação em cadeia dos Estados Unidos e aliados em uma tentativa de frear o avanço das tropas russas sobre Kiev.
Embora rejeitem a ideia de pegar em armas e enfrentar Putin no campo de batalha, os países do Ocidente vêm anunciando sanções econômicas e financeiras para tentar estrangular a economia russa e acabar com os recursos que mantêm a invasão.
Alguns efeitos das sanções foram imediatos: empresas internacionais deixaram o país, a bolsa de valores teve que ser fechada por semanas e o rublo se desvalorizou.
E é aí que o plano de cobrar na moeda russa pelo gás exportado se encaixa. Esse anúncio significa que os países que impuseram sanções à Rússia terão que comprar rublos a taxas fixadas pelo banco central russo para pagar pelo gás. A medida reforçaria o rublo, aumentando a demanda por ele.
O entendimento entre Rússia e Alemanha sobre o pagamento pelo gás não significa uma trégua nesse front da guerra.
Horas depois de Putin assinar o decreto sobre o rublo, os países do Ocidente contra-atacaram com novos anúncios de sanções contra Moscou.
O Departamento do Tesouro norte-americano, por exemplo, incluiu nesta quinta-feira 13 pessoas e 21 entidades ligadas à Rússia na lista de punições.
A medida envolve o setor de segurança cibernética e, segundo o Tesouro, deixou o Ozon Bank — voltado para transações de comércio eletrônico — de fora.
O Reino Unido, por sua vez, mirou as sanções em grupos de mídia russo, incluindo a RT e a Sputnik, sob a alegação de propagação de notícias de narrativas falsas sobre a guerra e sobre Putin.
A nova rodada de sanções anunciada nesta quinta-feira por países do Ocidente não pegou Putin de surpresa.
Mais cedo, o presidente russo chegou a dizer que seus rivais na guerra na Ucrânia iriam buscar cada vez mais novas razões para seguir impondo restrições às finanças e à economia de seus país.
E ele prometeu não deixar barato: “O Ocidente terá que pagar pela guerra econômica que deflagra contra o nosso país”, disse Putin sem especificar que medidas adotaria, além da cobrança pelo gás em rublos.
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