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O sócio-fundador e CEO da Mercurius Crypto, Gabriel Faria, conversou com a reportagem sobre os planos da nova gestora e o momento do mercado
Falar em criptomoedas atualmente pode não ser a melhor forma de engajar uma conversa. Afinal, o mercado passa por um longo inverno que pressiona as cotações — e é apostando nisso que a Mercurius Crypto pretende lançar a Mercurius Asset, a nova gestora brasileira focada nesse setor.
O sócio-fundador e CEO da Mercurius Crypto — uma holding de inteligência em criptomoedas —, Gabriel Farias, conversou com a reportagem sobre os planos da nova gestora — e, é claro, o momento delicado do mercado.
A ideia da Mercurius Asset é fazer a gestão ativa dos recursos dos investidores. Farias entende que, por se tratar de um mercado altamente dinâmico, esse é um ponto de vantagem para os clientes futuros.
Confira a seguir alguns detalhes sobre a nova gestora do mercado:
O lançamento da gestora acontece nesta quarta-feira (17) e as informações sobre o primeiro fundo só devem ficar disponíveis no mês que vem. Por enquanto, a gestora irá focar em investidores qualificados — aqueles com mais de R$ 1 milhão, de acordo com a CVM.
Os fundos serão diversificados, contando com a seleção de ativos com base fundamentalista, estratégias com proteção de carteira contra grandes quedas (hedge), entre outros.
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Uma das ideias de Farias também chamou a atenção: fundos alavancados em criptomoedas. Vale ressaltar que essa estratégia é altamente arriscada para o investidor pessoa física e chegou a colocar gestoras em maus lençóis — um dos exemplos mais conhecidos foi o Three Arrows Capital.
Mas ele também ressalta que a Mercurius Asset terá um cuidado especial com esse fundo, ressaltando os riscos do investimento. “O risco máximo da alavancagem é isolado em 20% para garantir a segurança do investidor”, afirma Farias.
A expectativa para os próximos 12 meses é alcançar a marca de R$ 500 milhões sob gestão e aproximadamente 10 mil cotistas. Para isso, a Mercurius Asset deve atrair parte da base da Mercurius Research, empresa de educação que integra a holding e que hoje soma mais de 70 mil usuários.
“Em dois anos, queremos ter cerca de R$ 1 bilhão em ativos sob gestão e, em cinco anos, queremos ser a maior gestora do Brasil. Queremos superar a Hashdex”, afirmou o CEO da Mercurius, em referência a maior gestora de criptos da América Latina.
A Hashdex foi responsável pelo primeiro fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) da bolsa brasileira. Mas, desde a estreia do HASH11, o mercado de criptomoedas viveu dias difíceis e o ETF já perdeu cerca de 55% do valor desde então.
Para o CEO da Mercurius, uma gestão ativa dos recursos evitaria perdas como as que acontecem no universo dos ETFs, que tentam superar um índice de referência. O rebalanceamento desses fundos acontece de maneira periódica, o que pode gerar perdas em um mercado que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Entre os nomes já conhecidos do setor e que integrarão a Mercurius Asset está Isabel Paiva, que além da CGA, tem a certificação CFA, sendo a primeira mulher brasileira focada na gestão de criptoativos. Ainda, a gestora conta uma equipe mais experiente do que a média do mercado.
Segundo o relatório “How Professional Investors Perceive Crypto in 2022 and Beyond”, elaborado pela Nickel Digital em fevereiro deste ano, apenas 5% das equipes especializadas em cripto estão em operação há mais de 1 ano.
Em contrapartida, a Mercurius Asset atua a pelo menos 4 anos junta.
Com operações distintas e independentes, a Mercurius Research, com foco na análise, pesquisa e educação do mercado, e a Mercurius Asset, voltada à gestão de fundos de investimentos regulados pela CVM e Anbima, têm como propósito contribuir para o crescimento do mercado cripto no Brasil.
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